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	<title>Scot Consultoria Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Scot Consultoria Archives - Tocantins Rural</title>
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	<item>
		<title>O que 25 safras revelam sobre o El Niño na soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás. A importância da soja para o Brasil dispensa apresentações. Trata-se da principal cultura agrícola do país, com peso direto na renda do produtor, [&#8230;]</p>
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<p><em>Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.</em><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=https://www.scotconsultoria.com.br/noticias/cartas/60514/carta-gr%C3%A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%3Cem%3Eel-ni%C3%B1o%3Cem%3E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.scotconsultoria.com.br/noticias/cartas/60514/carta-gr%C3%A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%3Cem%3Eel-ni%C3%B1o%3Cem%3E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/share?url=https%3A%2F%2Fwww.scotconsultoria.com.br%2Fnoticias%2Fcartas%2F60514%2Fcarta-gr%25C3%25A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%253Cem%253Eel-ni%25C3%25B1o%253Cem%253E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://t.me/share/url?url=https%3A%2F%2Fwww.scotconsultoria.com.br%2Fnoticias%2Fcartas%2F60514%2Fcarta-gr%25C3%25A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%253Cem%253Eel-ni%25C3%25B1o%253Cem%253E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.scotconsultoria.com.br/imprimir/noticias/432" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>A importância da soja para o Brasil dispensa apresentações. Trata-se da principal cultura agrícola do país, com peso direto na renda do produtor, na balança comercial, na demanda por fretes, armazenagem, insumos e no funcionamento de boa parte da cadeia do agronegócio. Por isso, qualquer sinal de mudança no clima durante a safra naturalmente ganha atenção.</p>



<p>Nos últimos meses, também não faltaram textos sobre formação de um super&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;no Pacífico. O tema já entrou no radar do mercado, dos produtores e dos analistas, principalmente porque o fenômeno costuma alterar o padrão de chuvas no Brasil durante a primavera e o verão.</p>



<p>O problema é que boa parte da discussão costuma parar na constatação mais óbvia: “<em>El Niño</em>&nbsp;pode afetar a safra”. Isso é verdade, mas diz pouco. A pergunta relevante é outra: afeta onde, de que forma e com que intensidade?</p>



<p>Foi com esse objetivo que esta análise comparou 25 safras de soja, separando anos de&nbsp;<em>El Niño</em>,&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;e neutralidade, para observar como o vigor das lavouras respondeu nos principais estados produtores do Brasil.</p>



<p><strong>Relembrando rapidamente o que é ENSO</strong></p>



<p>Antes de avançar para os dados, vale relembrar rapidamente o que é o ENSO, sigla usada para descrever as variações de temperatura no Oceano Pacífico equatorial. Quando essa região do oceano fica mais quente que o normal, temos o&nbsp;<em>El Niño</em>. Quando fica mais fria, temos a&nbsp;<em>La Niña</em>. Quando as temperaturas ficam próximas da média, o cenário é considerado neutro.</p>



<p>Essas mudanças na temperatura do Pacífico alteram a circulação atmosférica e, com isso, influenciam o padrão de chuvas e temperaturas em diferentes regiões do Brasil.</p>



<p>De forma geral, anos de&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;costumam estar associados a maior volume de chuvas na região Sul, temperaturas mais elevadas e maior risco de irregularidade das precipitações no Centro-Oeste, além de atraso no início da estação chuvosa e maior risco de seca em áreas do Norte e do Nordeste. A&nbsp;<em>La Niña</em>, por sua vez, tende a provocar efeitos opostos nessas mesmas regiões.</p>



<p>O ponto central, porém, é que o ENSO não determina o que vai acontecer em uma safra específica. Ele altera probabilidades. Em anos de&nbsp;<em>El Niño</em>, por exemplo, é comum chover melhor no Sul, mas isso não impede que alguma região do Rio Grande do Sul enfrente estiagem. Da mesma forma, um&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;não significa, automaticamente, quebra de safra no Centro-Oeste.</p>



<p>Por isso, olhar apenas uma safra pode levar a conclusões erradas. Mas, quando várias safras são comparadas em conjunto, separando anos de&nbsp;<em>El Niño</em>,&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;e neutralidade, as tendências médias ficam claras.</p>



<p><strong>Método</strong></p>



<p>Para avaliar a relação entre ENSO e vigor das lavouras, a análise utilizou o EVI (<em>Enhanced Vegetation Index</em>, ou Índice de Vegetação Aprimorado), um indicador de sensoriamento remoto usado para medir a saúde, a densidade e o vigor da vegetação. Em termos práticos, quanto maior o EVI, mais verde e ativa tende a estar a lavoura, quanto menor, maior o indício de estresse ou perda de vigor.</p>



<p>O recorte considerou cinco dos principais estados produtores de soja do Brasil: Paraná, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Goiás. Além da relevância produtiva, esses estados têm uma característica importante para este tipo de análise, já possuindo áreas consolidadas de soja no início dos anos 2000, o que permite comparar uma série longa com menor distorção.</p>



<p>Para evitar confundir o efeito do clima com o efeito da abertura de novas áreas agrícolas, a coleta do EVI foi restrita aos talhões que já eram classificados como soja em 2000 e continuaram sendo soja em 2024, segundo o MapBiomas. Ou seja, a comparação foi feita sempre sobre uma base relativamente estável de áreas produtivas, e não sobre regiões que passaram a produzir soja apenas nos anos recentes.</p>



<p>Com isso, a análise observa como o vigor médio dessas mesmas áreas variou ao longo de 25 safras, separando os anos entre&nbsp;<em>El Niño</em>,&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;e neutralidade. O objetivo não é avaliar cada propriedade individualmente, mas identificar se existe um padrão estadual médio de resposta das lavouras aos diferentes cenários do ENSO.</p>



<p>A figura 1 mostra a área estável com soja considerada na análise, com destaque para os estados selecionados.</p>



<p><strong>Figura 1</strong>.&nbsp;<br>Área com soja considerada na análise<br><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos1.png" alt="" width="253" height="428"><br><strong>Fonte:</strong>&nbsp;IBGE, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</p>



<p>O EVI foi analisado nos meses de dezembro e janeiro, fase em que a soja está, em geral, entre o crescimento vegetativo e o enchimento de grãos, período decisivo para a formação da produtividade.</p>



<p>A classificação de cada safra foi feita com base na tabela oficial da NOAA, que acompanha a temperatura do Pacífico equatorial pelo índice ONI, durante o período dezembro-janeiro-fevereiro.</p>



<p>Das 25 safras analisadas, 9 foram de&nbsp;<em>El Niño</em>, 5 neutras e 11 de&nbsp;<em>La Niña</em>. Com essa divisão, foi possível comparar o vigor médio das lavouras em cada cenário climático.</p>



<p><strong>O que os números mostram</strong></p>



<p>A tabela 1 resume o vigor médio da lavoura em cada estado, separado pelos três grupos. Lembre que a escala vai de zero a um, quanto maior, mais verde e saudável estava a lavoura na média daquele grupo de safras.</p>



<p><strong>Tabela 1.</strong>&nbsp;<br>Vigor médio da soja (EVI dez-jan) por estado e grupo ENSO.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Estado</strong></th><th><strong><em>La Niña</em>&nbsp;(n=11)</strong></th><th><strong>Neutro (n=5)</strong></th><th><strong><em>El Niño</em>&nbsp;(n=9)</strong></th><th><strong>Diferença&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;−&nbsp;<em>La Niña</em></strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>RS</strong></td><td>0,466</td><td>0,482</td><td><strong>0,505</strong></td><td>+0,039 (+8%) →&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;favorece o Sul</td></tr><tr><td><strong>PR</strong></td><td>0,600</td><td>0,634</td><td>0,621</td><td>+0,021 (+3%) → sinal fraco</td></tr><tr><td><strong>MS</strong></td><td>0,619</td><td>0,620</td><td>0,600</td><td>−0,019 (−3%) → sinal fraco</td></tr><tr><td><strong>GO</strong></td><td><strong>0,639</strong></td><td>0,590</td><td>0,584</td><td>−0,055 (−9%) →&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;favorece o CO</td></tr><tr><td><strong>MT</strong></td><td><strong>0,650</strong></td><td>0,636</td><td>0,613</td><td>−0,037 (−6%) →&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;favorece o CO</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em><strong>Fonte</strong>: NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>Nos dados, o Rio Grande do Sul é o caso mais claro. Em anos de&nbsp;<em>El Niño</em>, o EVI médio ficou em 0,505, em anos de La Niña, caiu para 0,466, diferença de 8,0%. A relação também aparece visualmente na figura 2, em que a tendência entre a intensidade do ENSO e o EVI é positiva, quanto mais aquecido o Pacífico, maior tende a ser o vigor médio da soja no estado.</p>



<p><strong>Figura 2.</strong> <br>EVI dez/jan <em>versus</em> intensidade do ENSO, no Rio Grande do Sul. <br><img decoding="async" width="660" height="351" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos2.png" alt=""><br><em><strong>Fonte:</strong> NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>No Centro-Oeste, o sinal muda de direção. Em Mato Grosso, o EVI médio foi maior em anos de&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;do que em anos de&nbsp;<em>El Niño</em>, 0,650 contra 0,613. A figura 3 mostra essa relação negativa entre o ONI e o EVI, sugerindo que anos de&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;tendem a estar associados a condições menos favoráveis ao vigor da soja no estado. Esse efeito está ligado à irregularidade das chuvas, a temperaturas elevadas ou à combinação dos dois fatores.</p>



<p><strong>Figura 3.</strong> <br>EVI dez/jan <em>versus</em> intensidade do ENSO, em Mato Grosso.<br><img decoding="async" width="660" height="357" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos3.png" alt=""><br><em><strong>Fonte:</strong> NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>No Paraná e Mato Grosso do Sul, o sinal é mais fraco. A diferença entre os grupos climáticos é menor e a relação visual com o ONI aparece menos definida, como mostra a figura 3. Isso sugere que, na média estadual, o ENSO tem influência limitada, possivelmente porque os estados estão em uma zona de transição entre os padrões climáticos do Sul e do Centro-Oeste.</p>



<p><strong>Figura 3.</strong> <br>EVI dez/jan <em>versus</em> intensidade do ENSO, no Mato Grosso do Sul. <br><img loading="lazy" decoding="async" width="660" height="363" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos4.png" alt=""><br><em><strong>Fonte:</strong> NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>O produtor do Rio Grande do Sul pode trabalhar com a expectativa de uma safra com perfil hídrico mais favorável do que a média, não vai chover em todo lugar, mas a probabilidade joga a favor.</p>



<p>Já o produtor de Mato Grosso e Goiás deve dar atenção redobrada ao risco de veranico no enchimento de grãos. Cuidados como escalonamento da data de semeadura, escolha de variedades mais resistentes a estresse hídrico e atenção à previsão de curto prazo passam a pesar mais. No Paraná e Mato Grosso do Sul, o efeito esperado é mais atenuado e outros fatores, como padrão de chuvas de curto prazo e manejo tendem a pesar mais.</p>



<p>Ressalta-se que as tendências apontadas aqui devem entrar na conta como mais uma informação no planejamento, e não como uma previsão certeira.</p>



<p><em>Por <strong><a href="https://www.scotconsultoria.com.br/noticias/autor-ver/432/lorenzo-cracco/1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lorenzo Cracco</a></strong>/Scot Consultoria. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rastreabilidade bovina avança no Brasil e deve transformar a pecuária nos próximos anos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rastreabilidade-bovina-avanca-no-brasil-e-deve-transformar-a-pecuaria-nos-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema que monitora origem e movimentação dos animais ganha força diante das exigências sanitárias, ambientais e comerciais do mercado internacional A rastreabilidade bovina tem ganhado espaço no debate sobre o futuro da pecuária brasileira diante das novas exigências do mercado internacional por maior controle da origem da produção. O sistema, que permite acompanhar o animal [&#8230;]</p>
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<p><em>Sistema que monitora origem e movimentação dos animais ganha força diante das exigências sanitárias, ambientais e comerciais do mercado internacional</em></p>



<p>A <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Rastreabilidade+bovina"><strong>rastreabilidade bovina</strong></a> tem ganhado espaço no debate sobre o futuro da pecuária brasileira diante das novas exigências do mercado internacional por maior controle da origem da produção. O sistema, que permite acompanhar o animal desde o nascimento até o abate, passou a ser visto como ferramenta estratégica para garantir transparência, segurança sanitária e acesso a mercados mais exigentes.<br></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM.webp" alt="" class="wp-image-23614" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM-750x500.webp 750w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Analista de mercado da Scot Consultoria, Stéfany Souza. (Foto: Bela Magrela)<br></em><br>Segundo a analista de mercado da Scot Consultoria, Stéfany Souza, a<a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Rastreabilidade+bovina"> rastreabilidade</a> funciona como um acompanhamento individual dos animais ao longo de toda a vida produtiva. “Cada animal recebe uma identificação única, por meio de brinco, chip ou tatuagem, reunindo informações como origem, sanidade, alimentação e movimentações ao longo da vida produtiva”, explica.</p>



<p>Na prática, o sistema registra informações como vacinações, alimentação, ganho de peso, tratamentos sanitários e movimentações entre propriedades. Os dados ficam armazenados em plataformas digitais e acompanham o animal até a etapa de comercialização da carne.</p>



<p>O avanço das exigências ambientais internacionais tem sido um dos principais fatores para o fortalecimento da rastreabilidade no setor pecuário. Conforme destaca a especialista, países e blocos econômicos passaram a exigir comprovação de origem de produtos livres de desmatamento, aumentando a pressão por mecanismos de controle dentro da cadeia produtiva.</p>



<p>“A capacidade de comprovar a origem dos animais e monitorar sua movimentação tornou-se um dos principais drivers da pauta da rastreabilidade no Brasil”, afirma analista.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="11000" height="6284" class="wp-image-23587" style="width: 11000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg.webp 1600w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-300x171.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1024x585.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-768x439.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1536x877.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-750x428.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1140x651.webp 1140w" sizes="(max-width: 11000px) 100vw, 11000px" /><br><em>Tocantins realiza a primeira brincagem simbólica de rastreabilidade na Agrotins 2026. (Foto: Majuh Souza/Governo do Tocantins).</em></p>



<p>No Tocantins, o avanço da rastreabilidade bovina também já começou a ganhar espaço dentro das políticas públicas do setor. Durante a <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=agrotins+2026"><strong>Agrotins 2026</strong></a>, o Governo do Estado realizou a primeira brincagem simbólica de identificação individual de um bovino, marcando o início da implantação da rastreabilidade individual do rebanho tocantinense. <br><br>A iniciativa integra o <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/mais-de-5-mil-pessoas-visitam-espaco-de-defesa-agropecuaria-durante-a-agrotins-2026/">programa Rastreia Tocantins</a></strong>, criado por decreto estadual e alinhado ao Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB). Com um rebanho estimado em 11,7 milhões de animais e cerca de 70 mil propriedades rurais, o estado busca fortalecer o controle sanitário, ampliar a transparência da cadeia produtiva e abrir novos mercados para a pecuária tocantinense.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="670" height="414" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/478656.webp" alt="" class="wp-image-23615" style="width:1170px;height:auto" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/478656.webp 670w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/478656-300x185.webp 300w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></figure>



<p><em>(Foto: Majuh Souza/Governo do Tocantins).<br></em><br>Além da questão ambiental, a rastreabilidade também contribui para a gestão das propriedades rurais. O monitoramento individual permite maior controle sobre desempenho, histórico sanitário e produtividade do rebanho, auxiliando na tomada de decisão dentro das fazendas.</p>



<p>Na comercialização, o sistema também passou a ser associado à valorização da carne brasileira e à abertura de novos mercados. “Ao comprovar origem e qualidade, o produtor ganha mais poder de negociação, fortalece a confiança com compradores e aumenta sua competitividade no mercado”, ressalta.</p>



<p>O governo federal também já iniciou medidas para ampliar o controle do rebanho nacional. O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, prevê a implementação gradual da identificação individual dos animais no Brasil até 2032.</p>



<p>Apesar do avanço do tema, desafios como custos iniciais, necessidade de capacitação e adaptação das propriedades ainda limitam a adesão em parte do setor. Mesmo assim, a expectativa é de que a rastreabilidade se torne cada vez mais presente na pecuária brasileira.</p>



<p>“A tendência é de maior digitalização, redução de custos tecnológicos e aumento da pressão por transparência. A rastreabilidade tende a deixar de ser diferencial para se tornar padrão”, conclui Stéfany Souza.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Cotação do boi gordo segue estável no início da semana em quase todo o país</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cotacao-do-boi-gordo-segue-estavel-no-inicio-da-semana-em-quase-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 12:11:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com muitos compradores fora dos negócios e as escalas preenchidas, o mercado pecuário apresentou estabilidade nesta segunda-feira (25/8). Das 32 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, apenas quatro registram aumentos para o preço do boi gordo: norte de Minas Gerais, sudeste de Rondônia, sul de Tocantins e Espírito Santo. As demais praças não tiveram alteração nas [&#8230;]</p>
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<p>Com muitos compradores fora dos negócios e as escalas preenchidas, o mercado pecuário apresentou estabilidade nesta segunda-feira (25/8). Das 32 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, apenas quatro registram aumentos para o preço do boi gordo: norte de Minas Gerais, sudeste de Rondônia, sul de Tocantins e Espírito Santo. As demais praças não tiveram alteração nas cotações em relação à sexta-feira (22/8).</p>



<p>Em Araçatuba (SP) e Barretos (SP), praças de referência para o mercado, não houve mudança em nenhuma categoria. O preço do boi gordo seguiu cotado a R$ 310 a arroba para o pagamento a prazo.</p>



<p>Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os compradores estão operando com foco no curto prazo, atentos às vendas de carne no atacado doméstico e aos novos contratos para exportação. A oferta é considerada baixa em quase todas as regiões e os preços estão firmes, com possibilidade de pequenas altas ou baixas pontuais a depender da escala de cada comprador.</p>



<p>A consultoria Terra Investimentos destaca que, mesmo entrando na última semana de agosto, os contratos futuros de boi gordo na B3 seguem lutando para registrar algum ganho no acumulado mensal. O vencimento agosto, cujo período de cálculo da média de liquidação começou nesta segunda-feira, e que tem seu último dia de negociação na próxima sexta-feira (29/8), acumulava até o momento uma perda de R$ 2,05 por arroba no mês, enquanto o outubro recuava R$ 1,65 por arroba.</p>



<p>Em relação ao mercado externo, o informa que exportação de carne bovina foi intensa na última semana. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira, o volume médio embarcado por dia voltou para a casa das 13 mil toneladas de carne in natura, elevando em quase 1 mil toneladas a média diária registrada na primeira quinzena de agosto.</p>



<p>Faltando ainda seis dias úteis para o cômputo das exportações em agosto, o volume parcial já se aproxima do total de agosto do ano passado. Até a sexta-feira, foram exportadas 212.925 toneladas, face a 217.409 toneladas em agosto (inteiro) de 2024. “A se manter o ritmo atual, os embarques de carne in natura deste mês podem superar o recorde de julho”, afirma o Cepea.<br><br><em>Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/marcelo-beledeli/">Marcelo Beledeli</a>/Globo Rural.</em></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://trafego.7k.bet.br/m8PtC7dx"></a></p>



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		<title>Scot Consultoria divulga perfil da produção intensiva de corte no Brasil em pesquisa-expedicionária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/scot-consultoria-divulga-perfil-da-producao-intensiva-de-corte-no-brasil-em-pesquisa-expedicionaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 12:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Scot Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Confina Brasil, pesquisa-expedicionária da Scot Consultoria, já percorreu sete estados brasileiros em sua sexta edição, iniciada há menos de dois meses. A primeira etapa (junho) contemplou 37 visitas técnicas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Tocantins. Criada em 2020, a iniciativa mapeia e analisa dados da pecuária de corte intensiva no [&#8230;]</p>
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<p>O&nbsp;<strong>Confina Brasil</strong>, pesquisa-expedicionária da Scot Consultoria, já percorreu sete estados brasileiros em sua sexta edição, iniciada há menos de dois meses. A primeira etapa (junho) contemplou 37 visitas técnicas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Tocantins.</p>



<p>Criada em 2020, a iniciativa mapeia e analisa dados da pecuária de corte intensiva no Brasil, conectando elos da cadeia produtiva e promovendo uma valiosa rede de relacionamento entre pecuaristas, técnicos e empresas líderes do setor.</p>



<p>Mais do que levantar números, o projeto busca compreender a realidade da pecuária nacional sob diferentes perspectivas, destacando histórias, desafios, estratégias, boas práticas e soluções técnicas adotadas em todas as regiões visitadas. Ao final de cada edição, um relatório técnico é publicado, trazendo um retrato fiel da atividade com base na diversidade de modelos de produção e perfis de produtores.</p>



<p>Em cada estado, a equipe identificou características regionais específicas, mas também pontos de convergência entre os confinamentos. Logística de insumos, condições climáticas, perfil de solo e acesso à tecnologia influenciam diretamente nas decisões produtivas e estratégias de gestão.</p>



<p><strong>Destaques que marcaram o início dessa jornada:</strong></p>



<p><strong>São Paulo</strong></p>



<p>As visitas em São Paulo revelaram confinamentos tecnificados e com perfis diversificados. As visitas da primeira semana da expedição abrangeram confinamentos de diferentes portes, desde estruturas para 500 cabeças até propriedades com capacidade estática para quase 30 mil animais.</p>



<p>A proximidade com a indústria sucroenergética favorece o uso de coprodutos da cana-de-açúcar, presentes em 85% dos confinamentos visitados, especialmente o bagaço de cana como fonte de fibra. A variedade de ingredientes nas dietas chama atenção: alguns confinamentos utilizam mais de 10 componentes, como resíduos de amendoim, milho, soja e laranja. Nesses casos, os coprodutos passam por uma análise bromatológica minuciosa para certificar de que o balanço nutricional será adequado e, dessa forma, viabilizar a inclusão desses insumos que podem auxiliar na redução do custo da dieta do confinamento.</p>



<p>Além da nutrição, os confinadores do estado também se destacaram quando o assunto é sustentabilidade, com 85% das propriedades praticando a coleta e aproveitamento dos dejetos, mostrando integração sustentável entre pecuária e agricultura.&nbsp;</p>



<p>Além disso, São Paulo se destaca pela oferta de serviços de engorda terceirizada (boitel): mais da metade dos confinamentos visitados (7 de 13) adotam esse modelo. O sistema permite que pecuaristas parceiros aloquem seus animais em estruturas profissionais de engorda, pagando por arroba produzida ou tempo de permanência. Essa modalidade tem se consolidado como uma alternativa flexível e rentável, especialmente em regiões com alto custo de infraestrutura ou limitada escala produtiva.</p>



<p><strong>Minas Gerais</strong></p>



<p>Em Minas, destaque para o uso de coprodutos agroindustriais e estratégias de economia circular. Em Perdizes, por exemplo, a produção de batatas da Bem Brasil gera resíduos que são aproveitados na dieta do gado confinado na Fazenda Água Santa. Os dejetos, por sua vez, são tratados e utilizados no plantio, fechando o ciclo da propriedade.</p>



<p>A adoção à coprodutos da destilaria de milho e produção de grãos úmidos e reidratados também foram destaque na rota mineira, com adesão dessas estratégias nutricionais por 78% dos confinamentos visitados. A estratégia consiste basicamente em utilizar o milho colhido com umidade mais elevada (milho úmido) ou em hidratar o milho seco. Após esse processo, o material é ensilado e passa por fermentação, resultando em um alimento com boa estabilidade e elevado valor energético. A estratégia tem se difundido em detrimento do maior potencial de digestibilidade do amido, impactando diretamente na conversão alimentar dos bovinos e no nível de inclusão do grão na dieta.</p>



<p><strong>Goiás</strong></p>



<p>Na primeira etapa das visitas no Goiás, foram visitados confinamentos no entorno de Brasília e na região de Iaciara, no nodeste do estado. A diminuição da variabilidade das dietas foi notável, com uso médio de 4 a 6 ingredientes, baseados em insumos nobres como milho e farelo de soja, além de silagem de milho ou sorgo como fonte de fibra.</p>



<p>Goiás está entre os três maiores produtores nacionais de milho e soja, o que favorece o acesso e reduz custos logísticos. O milho esteve presente em 100% dos confinamentos visitados, seja na forma de grão, silagem, milho moído, gérmen ou coprodutos da destilaria. Dos confinamentos mapeados, 84% das propriedades utilizam ou já utilizaram coprodutos do etanol de milho, como DDG e WDG.</p>



<p>Outro destaque é o uso estratégico do confinamento para o sequestro ou resgate de animais jovens, prática observada em 100% dos confinamentos goianos mapeados. Essa estratégia permite acelerar o ganho de peso logo após o desmame ou na recria, auxiliando na manutenção dos ganhos durante períodos de baixa disponibilidade de forragem e reduzindo o tempo total de ciclo produtivo.</p>



<p><strong>Bahia</strong></p>



<p>A Bahia, segundo maior produtor de algodão do Brasil, incorpora com frequência coprodutos da cotonicultura, como caroço e capulho de algodão, nas dietas dos animais.</p>



<p>A logística interna eficiente é um diferencial, e a propriedade está investindo na expansão da operação com a instalação de quatro BatchBox, reservatório intermediário que integra um sistema de alimentação automatizada dos animais. Uma vez que os insumos são depositados na grande caixa, os insumos estão concentrados para serem inseridos dentro dos vagões distribuidores, aumentando assim a eficiência operacional &#8211; especialmente em confinamentos de grande porte em que a demanda é alta.</p>



<p>Outra prática que chamou atenção foi o plantio de mix de culturas (sorgo, milheto, girassol, capim), contribuindo para a nutrição e a recuperação do solo arenoso, prática observada em propriedade da região de Luís Eduardo Magalhães.</p>



<p><strong>Tocantins</strong></p>



<p>No Tocantins, as áreas visitadas pelo Confina Brasil, no sul do estado, configuram um clima seco e com altas temperaturas, que representam um desafio à produtividade. Os confinamentos visitados buscam adotar estratégias para minimizar perdas por estresse térmico, através da instalação de coberturas sintéticas e do plantio de eucaliptos ao redor das baias, promovendo sombreamento natural e conforto térmico para os animais confinados. A visita à propriedade Encontro da Natureza mostrou um trabalho interessante em relação ao enriquecimento e utilização de dejetos.</p>



<p>A cada quilômetro percorrido, o&nbsp;<strong>Confina Brasil</strong>&nbsp;revela as múltiplas faces da pecuária de corte intensiva nacional, evidenciando sua&nbsp;<strong>diversidade, capacidade de adaptação e foco em eficiência</strong>.</p>



<p><em>Por Notícias Agrícolas. </em></p>
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		<title>Sindicato Rural de Gurupi marca presença no Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria, em Ribeirão Preto (SP)</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sindicato-rural-de-gurupi-marca-presenca-no-encontro-de-confinamento-e-recriadores-da-scot-consultoria-em-ribeirao-preto-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 17:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gurupi]]></category>
		<category><![CDATA[João Victor Stival]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeirão Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Scot Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[SIndicato Rural de Gurupi]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato Rural de Gurupi está participando ativamente de um dos principais eventos da pecuária nacional. Entre os dias 8 e 11 de abril, o presidente João Victor Stival e os diretores Jair Alves e Tarcizio Goiabeira, representam a entidade no Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria, realizado nas cidades de Ribeirão Preto [&#8230;]</p>
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<p>O Sindicato Rural de Gurupi está participando ativamente de um dos principais eventos da pecuária nacional. Entre os dias 8 e 11 de abril, o presidente João Victor Stival e os diretores Jair Alves e Tarcizio Goiabeira, representam a entidade no Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria, realizado nas cidades de Ribeirão Preto e Barretos, em São Paulo.</p>



<p>Consolidado como referência no setor, o evento deste ano ocorre em um momento estratégico para a pecuária brasileira, que vive uma fase de transição no ciclo produtivo, com sinais de recuperação nos preços e fortalecimento do mercado. A edição 2025 traz uma programação robusta, com enfoque na rentabilidade, redução de custos e profissionalização da gestão nas propriedades rurais.</p>



<p>Os participantes têm acesso a painéis técnicos, análises de mercado, tendências globais e debates sobre temas como logística, tributos, consumo interno, exportações e o cenário político-econômico. Um dos destaques deste ano é a presença de palestrantes internacionais, trazendo uma visão ampla sobre o mercado global da carne bovina.</p>



<p>Para o presidente do Sindicato Rural de Gurupi, João Victor Stival, a participação no evento é uma forma de fortalecer a representatividade da entidade e buscar soluções práticas para os desafios enfrentados pelos produtores locais. “Estamos aqui com o compromisso de aprender, trocar experiências e trazer conhecimento de qualidade para nossa região. O Encontro da Scot Consultoria é uma grande oportunidade de atualização e de contato com o que há de mais moderno na pecuária. Queremos que o produtor de Gurupi tenha acesso a essas inovações e se fortaleça cada vez mais”, afirmou o presidente.</p>



<p>Com essa iniciativa, o Sindicato reafirma seu papel como ponte entre o produtor rural e as transformações do setor, atuando de forma proativa na busca por mais eficiência, sustentabilidade e competitividade no campo.</p>



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