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	<title>segunda safra Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>segunda safra Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Soja atinge maior nível desde 2023 e milho mantém valorização no mercado brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Demanda chinesa e compras das indústrias impulsionam a oleaginosa, enquanto menor oferta de milho e preocupações com o cenário internacional sustentam os preços do cereal Os preços da soja avançaram de forma expressiva no mercado brasileiro nos últimos dias e alcançaram os maiores patamares nominais diários desde abril de 2023. O milho também segue em [&#8230;]</p>
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<p><em>Demanda chinesa e compras das indústrias impulsionam a oleaginosa, enquanto menor oferta de milho e preocupações com o cenário internacional sustentam os preços do cereal</em></p>



<p>Os preços da soja avançaram de forma expressiva no mercado brasileiro nos últimos dias e alcançaram os maiores patamares nominais diários desde abril de 2023. O milho também segue em valorização, mesmo com o avanço da colheita da segunda safra. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24) pelo <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/soja-cepea-demanda-firme-leva-indicadores-aos-maiores-patamares-desde-abril-23.aspx">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)</a>.</p>



<p>No <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/soja-cepea-demanda-firme-leva-indicadores-aos-maiores-patamares-desde-abril-23.aspx">mercado da soja</a>, a alta é sustentada pela combinação entre demanda aquecida e menor disposição dos produtores para negociar. Os Indicadores <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/soja-cepea-demanda-firme-leva-indicadores-aos-maiores-patamares-desde-abril-23.aspx">CEPEA/ESALQ</a> – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná atingiram os níveis mais elevados em pouco mais de três anos.</p>



<p>A procura internacional continua firme, com destaque para as compras da China. No Brasil, as indústrias também intensificaram as aquisições para recompor e garantir estoques, enquanto vendedores restringem a oferta de novos lotes no mercado spot.</p>



<p>Segundo pesquisadores do<a href="https://www.cepea.org.br/br/categoria/diarias-de-mercado.aspx"> Cepea,</a> parte dessa cautela está relacionada às incertezas sobre a oferta mundial na safra 2026/27, principalmente diante dos possíveis efeitos do El Niño. O cenário também tem pressionado as cotações internacionais e reforçado o movimento de alta observado no mercado brasileiro.</p>



<p><strong><a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/milho-cepea-retracao-vendedora-e-cenario-externo-sustentam-precos.aspx">Milho sobe mesmo com avanço da colheita</a></strong><br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="500" class="wp-image-25918" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1.webp 1140w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1-300x150.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1-1024x512.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1-768x384.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1-360x180.webp 360w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_2_colheita-de-milho-safrinha-acelera-em-julho-1140x570-1-750x375.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>No mercado do <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/milho-cepea-retracao-vendedora-e-cenario-externo-sustentam-precos.aspx">milho</a>, a entrada da produção da segunda safra não tem sido suficiente para pressionar as cotações. Conforme o Cepea, produtores estão menos interessados em realizar negócios no mercado spot, para entrega futura e também para exportação.</p>



<p>Entre os fatores que sustentam os preços estão as preocupações com a produtividade das lavouras dos Estados Unidos. A possibilidade de redução da oferta norte-americana provocou avanço das cotações internacionais do cereal.</p>



<p>As perspectivas menos favoráveis para a produção na União Europeia e as incertezas relacionadas ao conflito na região do Mar Negro também reforçam a sustentação dos contratos futuros.</p>



<p>No Brasil, vendedores têm limitado a quantidade de milho disponível para negociação diante da expectativa de novas valorizações. Do outro lado, compradores que precisam recompor estoques já sinalizam a necessidade de elevar as ofertas para conseguir fechar negócios.</p>



<p>Assim, mesmo em um período marcado pelo avanço da colheita da segunda safra, o mercado brasileiro encontra sustentação na retração dos vendedores e, principalmente, nas expectativas em torno da oferta mundial de grãos nos próximos meses.</p>



<p></p>
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		<title>Feijão-mungo-preto ganha espaço na segunda safra no Tocantins, com alta de 60% na área entre produtores da Frísia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[feijão-mungo]]></category>
		<category><![CDATA[Frísia Cooperativa Agroindustrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda safra alcançou cerca de 19 mil hectares entre cooperados; sorgo também avançou, enquanto milho registrou leve queda de produtividade A reta final da segunda safra no Tocantins revela mudanças no perfil das lavouras cultivadas no período. Entre produtores ligados à Frísia Cooperativa Agroindustrial, o feijão-mungo-preto ampliou em 60% a área plantada e registrou aumento [&#8230;]</p>
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<p><em>Segunda safra alcançou cerca de 19 mil hectares entre cooperados; sorgo também avançou, enquanto milho registrou leve queda de produtividade</em></p>



<p>A reta final da segunda safra no Tocantins revela mudanças no perfil das lavouras cultivadas no período. Entre produtores ligados à <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Fr%C3%ADsia+Cooperativa+Agroindustrial">Frísia Cooperativa Agroindustrial</a>, o <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Feij%C3%A3o-mungo">feijão-mungo-preto</a> ampliou em 60% a área plantada e registrou aumento de 15% na produtividade</strong> em relação ao ciclo anterior. O sorgo também avançou, enquanto o milho apresentou uma pequena redução no rendimento.</p>



<p>Ao todo, aproximadamente <strong>19 mil hectares foram destinados à segunda safra pelos cooperados da Frísia no Tocantins</strong>, maior extensão registrada pela cooperativa no Estado para esse período. Com a colheita praticamente encerrada, os resultados começam a orientar as decisões para o próximo ciclo.</p>



<p>“O resultado foi positivo, com destaque para o feijão-mungo-preto e o sorgo, que apresentaram os melhores desempenhos”, afirma o supervisor de Assistência Técnica da Frísia, Guilherme Barbosa.</p>



<p>O avanço ocorre em um momento de crescimento da produção tocantinense de grãos. O 11º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estima <strong>9,74 milhões de toneladas para o Tocantins na safra 2025/2026</strong>, volume 6,2% superior às 9,17 milhões de toneladas registradas no ciclo anterior.</p>



<p><strong>Feijão e sorgo avançam; milho recua</strong></p>



<p>Além do aumento de 60% na área destinada ao feijão-mungo-preto, a produtividade da cultura cresceu 15% na comparação anual. O sorgo também encerrou o período com expansão tanto da área cultivada quanto do rendimento das lavouras.</p>



<p>No milho, entretanto, o comportamento foi diferente. A cultura apresentou leve redução de produtividade frente à safra passada. Segundo Guilherme, o resultado foi influenciado principalmente pela ocorrência de chuvas intensas logo após as aplicações de nitrogenados.</p>



<p>Os resultados também refletem mudanças no manejo adotado nas propriedades. Ajustes técnicos realizados pela equipe da Frísia, em conjunto com pesquisas da Fundação ABC (FABC), foram aplicados durante o ciclo com foco no desempenho produtivo e econômico das lavouras.</p>



<p>“Grande parte do aumento de produtividade é resultado dos ajustes técnicos realizados pelo corpo técnico da Frísia em conjunto com a pesquisa da FABC, que permitiram alcançar melhores resultados de produtividade e rentabilidade”, explica Guilherme.</p>



<p><strong>Próximo ciclo já entra no radar</strong></p>



<p>Com a colheita perto do fim, o planejamento da próxima temporada já começou. Além dos custos de produção e das condições de mercado, o comportamento do clima está entre os fatores considerados na definição do manejo.</p>



<p>Diante da possibilidade de ocorrência do El Niño, a estratégia adotada para as áreas acompanhadas pela assistência técnica inclui a manutenção da cobertura de palhada, com o objetivo de aumentar a proteção do solo e reduzir impactos de eventuais períodos de estiagem.</p>



<p>“Diante da possibilidade de ocorrência do El Niño na próxima safra, a equipe técnica priorizou o manejo de todas as áreas com cobertura de palhada, buscando minimizar os possíveis danos causados por uma provável estiagem. No cenário econômico, a cooperativa ajustou as recomendações de manejo para entregar ao cooperado a melhor rentabilidade possível”, conclui Guilherme.</p>



<p>Os resultados da segunda safra passam agora a servir de referência para as decisões da próxima temporada, especialmente na escolha das culturas e nos ajustes de manejo diante das perspectivas climáticas e econômicas.</p>



<p></p>
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		<title>Frísia investe no cultivo de gergelim e projeta expansão na segunda safra tocantinense</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/frisia-investe-no-cultivo-de-gergelim-e-projeta-expansao-na-segunda-safra-tocantinense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 12:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Frísia Cooperativa]]></category>
		<category><![CDATA[Gergelim]]></category>
		<category><![CDATA[segunda safra]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frísia Cooperativa Agroindustrial está apostando mais uma vez no estudo de gergelim como uma alternativa estratégica para a segunda safra no Tocantins. Com ciclo curto, baixo custo de produção e alta demanda no mercado externo, a oleaginosa tem despertado o interesse de cooperados e agricultores da região, oferecendo uma excelente oportunidade de diversificação e [&#8230;]</p>
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<p>A Frísia Cooperativa Agroindustrial está apostando mais uma vez no estudo de gergelim como uma alternativa estratégica para a segunda safra no Tocantins. Com ciclo curto, baixo custo de produção e alta demanda no mercado externo, a oleaginosa tem despertado o interesse de cooperados e agricultores da região, oferecendo uma excelente oportunidade de diversificação e incremento de renda.</p>



<p>Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Tocantins registrou um crescimento expressivo na produção de gergelim entre as safras de 2023 e 2024. A área plantada saltou de 51,6 mil hectares para 87,8 mil hectares, representando uma expansão de 70%, refletindo o interesse crescente dos produtores pela cultura.</p>



<p>Esse crescimento é impulsionado, em parte, pelas condições climáticas específicas da segunda safra e pelo apoio técnico oferecido pela Frísia, que tem trabalhado para fortalecer a cultura entre seus cooperados.</p>



<p>O coordenador comercial da Frísia no Tocantins, Moacir Oliveira, destaca o papel da cooperativa no acompanhamento técnico das tarefas. “Trabalhamos com um manejo que já está consolidado na região, com foco no controle de fertilizantes, fertilidade do solo e controle de ervas flexíveis”, explica.</p>



<p>A Frísia acompanha de perto o crescimento do cultivo de gergelim no Tocantins e possibilidades científicas para ampliar sua atuação junto aos cooperados. “Estamos observando com atenção o cenário regional e nacional e avaliando caminhos para apoiar ainda mais os cooperados que têm apostado nessa alternativa”, afirma Moacir.</p>



<p><strong>Demanda impulso internacional o cultivo</strong></p>



<p>A demanda internacional é outro fator que tem impulsionado o interesse pela cultura. Países do Oriente Médio, como Turquia, Israel e Arábia Saudita, figuram entre os principais compradores do gergelim brasileiro. Com isso, empresas do setor buscam parcerias com produtores locais, oferecendo sementes, assistência técnica e garantias de compra da produção.</p>



<p>Atendendo a esse cenário promissor, a Frísia tem incentivado seus cooperados a considerar o gergelim como uma opção viável, oferecendo suporte técnico e integração à integração entre produtores. A cooperativa acredita que, com planejamento e adoção de boas práticas agrícolas, o gergelim pode se tornar uma fonte importante de renda, contribuindo para a sustentabilidade das propriedades rurais no Tocantins.<br><br><em>Por Yuri Felipe Sousa/Kiw Assessoria. </em></p>
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