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	<title>Economia Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Economia Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Crédito cresce mais de 20% no Tocantins e impulsiona negócios em todo o estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agência de formento]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado da Agência de Fomento destaca expansão do acesso e modernização no atendimento A Agência de Fomento, registrou crescimento de 21,56% na concessão de crédito, conforme levantamento realizado pela instituição. O resultado positivo de 2025 reforça o papel estratégico da Agência de Fomento como indutora do desenvolvimento econômico sustentável, contribuindo para a geração de emprego, [&#8230;]</p>
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<p><em>Resultado da Agência de Fomento destaca expansão do acesso e modernização no atendimento</em></p>



<p>A Agência de Fomento, registrou crescimento de 21,56% na concessão de crédito, conforme levantamento realizado pela instituição. O resultado positivo de 2025 reforça o papel estratégico da Agência de Fomento como indutora do desenvolvimento econômico sustentável, contribuindo para a geração de emprego, renda e oportunidades em todo o estado.</p>



<p>O percentual, superior à marca de 20%, demonstra a consistência das ações voltadas ao fortalecimento econômico. A instituição disponibiliza linhas de crédito destinadas a microempreendedores, médios e grandes empresários, promovendo a simplificação dos procedimentos e a redução da burocracia. <br><br>Os recursos estão direcionados ao turismo e à energia solar, cadeias produtivas em expansão no Tocantins, além da aquisição de máquinas, equipamentos e veículos de carga, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e de outros investimentos e capital de giro. O resultado também reflete a ampliação da atuação em 95% dos municípios do estado, com crescimento de 23,40% na carteira ativa de operações de crédito ao final do período.</p>



<p>O presidente da Agência de Fomento, Portilho Prado, afirma que os resultados reforçam o compromisso da gestão com o desenvolvimento econômico do Tocantins.&nbsp;<em>“</em>O crescimento registrado demonstra que estamos no caminho certo, investindo em inovação, desburocratização e inclusão produtiva. Nosso objetivo é continuar fortalecendo o ambiente de negócios e criando oportunidades para que os empreendedores possam expandir suas atividades e contribuir com o desenvolvimento do estado”, ressaltou o gestor.</p>



<p>A instituição manteve, em 2025, o sistema de solicitação totalmente on-line, que permite a formalização, o acompanhamento e a tramitação dos processos de forma digital, garantindo mais agilidade e transparência ao atendimento. “A digitalização dos processos trouxe mais celeridade e facilitou o acesso dos empreendedores às linhas de financiamento, garantindo mais eficiência no atendimento e maior alcance das ações da Agência de Fomento em todo o estado”, destacou a diretora operacional, Elaine Matos.</p>



<p><strong>Cadeia produtiva da produção de alimentos fortalecida</strong></p>



<p>Outro destaque positivo de 2025 foi o fortalecimento de iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Por meio dos recursos administrados pelo Fundo de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (FDES/TO), foram formalizados 1.017 contratos, contribuindo para uma evolução de 80,09% do montante no período.<br><br>No exercício de 2025, os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), por meio da linha de crédito&nbsp;<em>Pronaf B</em>, voltada exclusivamente ao fortalecimento da agricultura familiar, passaram a ser operacionalizados, no estado, pela Agência de Fomento. As prospecções tiveram início em setembro, com liberações realizadas pelo Banco da Amazônia (Basa) a partir de outubro do mesmo ano.</p>



<p>Neste período, foram formalizados 190 contratos, ampliando o acesso ao crédito para pequenos produtores rurais e contribuindo para o fortalecimento das atividades produtivas no campo. A iniciativa também favorece a geração de renda, a inclusão produtiva e o desenvolvimento sustentável nas comunidades atendidas.</p>



<p><strong>Atendimento</strong></p>



<p>A Agência de Fomento do Tocantins está localizada na Avenida Siqueira Campos, Quadra 802 Sul, nº 9, Plano Diretor Sul, em Palmas, de segunda-feira a sexta-feira, das 9 às 18 horas. A plataforma digital pode ser acessada no endereço eletrônico&nbsp;<a href="http://www.fomento.to.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.fomento.to.gov.br</a>. Já em Araguaína, Gurupi e Porto Nacional, os atendimentos presenciais são realizados nas sedes dos&nbsp;<em>Prontos</em>, antigos&nbsp;<em>É Pra Já</em>, das 7 às 19 horas, de segunda a sexta; e, nos sábados, das 8 às 12 horas.</p>



<p><em>Por Dock JR e Reinaldo Carvalho/Governo do Tocantins.<br></em></p>



<p></p>
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		<title>Com alta de 12,2%, agro supera R$ 3,2 trilhões e amplia fatia no PIB nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PIB nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado reflete preços firmes, avanço da produção e bom momento da pecuária, segundo Cepea e CNA O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 12,20% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo levantamento do Cepea, da Esalq/USP, em parceria com a CNA. Com o resultado, o setor alcançou R$ 3,20 trilhões, consolidando [&#8230;]</p>
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<p><em>Resultado reflete preços firmes, avanço da produção e bom momento da pecuária, segundo Cepea e CNA</em><br><br>O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 12,20% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo levantamento do Cepea, da Esalq/USP, em parceria com a CNA.</p>



<p>Com o resultado, o setor alcançou R$ 3,20 trilhões, consolidando sua relevância na economia brasileira.</p>



<p>De acordo com os dados, o agronegócio respondeu por 25,13% do PIB do Brasil em 2025, avanço em relação aos 22,9% registrados em 2024.</p>



<p>Do total gerado pelo setor, cerca de R$ 2,06 trilhões vieram do ramo agrícola, enquanto R$ 1,14 trilhão foram originados na pecuária, considerando preços do quarto trimestre.</p>



<p>Segundo os pesquisadores, o desempenho positivo reflete a continuidade da recuperação iniciada no segundo semestre de 2024, com forte expansão da produção agropecuária.</p>



<p>Esse movimento também impulsionou os agrosserviços e elevou o volume agregado do setor, que cresceu 6,76% em 2025.</p>



<p>Além da maior oferta, houve aumento dos preços reais ao longo do período, o que reforçou o crescimento do PIB. Apesar disso, o ritmo de expansão perdeu força ao longo dos trimestres, influenciado por quedas sucessivas nos preços em parte do ano.</p>



<p>Entre os segmentos do agronegócio, o destaque foi o setor primário, com crescimento de 17,06% no acumulado de 2025.</p>



<p>O resultado foi sustentado pela maior produção agrícola, com ênfase em culturas como milho e café, além da combinação de preços mais altos e expansão da produção pecuária.</p>



<p>O segmento de insumos registrou alta de 5,37%, puxado principalmente pelos insumos agrícolas, como fertilizantes, defensivos e máquinas. Já os insumos ligados à pecuária recuaram, refletindo a queda no valor da produção da indústria de rações.</p>



<p>Os agrosserviços cresceram 13,76%, acompanhando o dinamismo do setor produtivo, especialmente da pecuária.</p>



<p>Agroindústria tem desempenho misto</p>



<p>Na agroindústria, o desempenho foi heterogêneo em 2025. As atividades de base agrícola recuaram 3,33%, pressionadas pela queda nos preços industriais. Por outro lado, a agroindústria de base pecuária avançou 36,54%, impulsionada pela valorização dos preços e pelo aumento da produção.</p>



<p>O resultado reforça o papel da pecuária como um dos principais motores de crescimento do agronegócio brasileiro ao longo do ano.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Governo federal prepara lançamento do Desenrola 2.0 para renegociação de dívidas ainda nesta semana</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/governo-federal-prepara-lancamento-do-desenrola-2-0-para-renegociacao-de-dividas-ainda-nesta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro da Fazenda projeta adesão de dezenas de milhões de brasileiros ao novo programa de alívio financeiro O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira (27), que o governo espera a adesão de “dezenas de milhões de pessoas” ao programa de renegociação de dívidas, conhecido como Desenrola 2.0, cujo lançamento está previsto para esta [&#8230;]</p>
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<p><em>Ministro da Fazenda projeta adesão de dezenas de milhões de brasileiros ao novo programa de alívio financeiro</em></p>



<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira (27), que o governo espera a adesão de “dezenas de milhões de pessoas” ao programa de renegociação de dívidas, conhecido como Desenrola 2.0, cujo lançamento está previsto para esta semana. Conforme Durigan, houve compromisso dos bancos não só com a oferta de crédito, mas também com a educação financeira.</p>



<p>Haverá restrições, por exemplo, para a realização de apostas pelos beneficiários do programa. Em entrevista coletiva no gabinete do ministério em São Paulo, Durigan afirmou que famílias endividadas receberão um chamado para que procurem os bancos e façam a renegociação. A ação, informou o ministro, acontecerá de forma “muito tranquila, direta e didática”.</p>



<p>O público-alvo serão pessoas com dívidas em três modalidades de crédito: cartão de crédito, crédito pessoal e cheque especial, em que as taxas de juros, pontuou o ministro, variam entre 6% e 10% ao mês.</p>



<p>“O governo está exigindo que haja uma taxa de juros muito menor do que a praticada nesses três segmentos”, disse Durigan, após antecipar que os bancos vão oferecer descontos de até 90%.</p>



<p>Segundo Durigan, o programa vai permitir que as famílias “se desenrolem” e ganhem fôlego financeiro. “Não vou entrar em detalhes das medidas, porque o presidente Lula vai anunciar isso em breve. Cabe ao presidente bater o martelo e anunciar as medidas com todos os detalhes. Mas pactuamos com os bancos uma taxa de juros menor”, disse o ministro.</p>



<p><strong>FGTS</strong></p>



<p>Aos jornalistas, Durigan confirmou que haverá a possibilidade também de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a quitação de dívidas, negando que o governo tenha desistido de oferecer essa opção aos endividados.</p>



<p>O ministro informou, sem abrir detalhes, que haverá uma limitação aos saques, que também serão vinculados aos pagamentos das dívidas do programa.</p>



<p>Conforme Durigan, a permissão para o uso de recursos do FGTS está condicionada agora ao pagamento de dívidas, ao contrário do que aconteceu no passado, quando o saque-aniversário era usado por trabalhadores para conseguir crédito.</p>



<p>“Agora, a possibilidade de uso do FGTS é para quitar a sua dívida. Então, você saca, limitado, para fazer uma quitação e prontamente estar em outra situação. Então, você não está se endividando a partir do FGTS, ao contrário, você está pagando a sua dívida com o seu FGTS”, explicou o ministro.</p>



<p><strong>Alerta sobre recorrência</strong></p>



<p>Durigan ainda alertou à população para que não conte com recorrência de renegociação de dívidas. De acordo com ele, que passou o dia em reuniões com banqueiros para acertar os detalhes da renegociação de dívidas no chamado Desenrola Brasil, o programa não se trata de um “Refis” (programa de regularização de débitos) periódico e tampouco de um pacote de bondades.</p>



<p>Ele fez o alerta ao ser questionado pelo&nbsp;<em>Broadcast</em>&nbsp;(sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) se havia sido tratado com os bancos o receio do mercado de que, com essa nova renegociação das dívidas, se estabeleça o que se chama em economia de “moral hazard”, risco moral, que é a tendência de indivíduos ou instituições assumirem riscos maiores quando estão protegidos das consequências negativas de suas ações. Nesse cenário, os endividados ficam sempre na expectativa de uma nova renegociação.</p>



<p>“Veja, aqui é importante comunicar, inclusive para quem nos assiste, que isso não se trata de um Refis periódico. As medidas, tanto as que aconteceram no Desenrola de 2023 quanto agora são pontuais. As pessoas não devem contar com a recorrência deste tipo de medida. Nós estamos vivendo uma situação excepcional, as famílias têm um problema que ocorre pela guerra, tem alguns impactos que, muitas, fogem ao nosso controle, mas isso é importante dizer que não se trata de um refiz recorrente”, reforçou o ministro.</p>



<p>“É importante que a gente eduque as pessoas para que elas entendam que dívida é positivo em muitas vezes, desde que seja sustentável o orçamento da família. Parte da educação financeira que vai vir acompanhada de restrição com os jovens, por exemplo, parte desse princípio. Nós temos que entender a dívida como, como algo que é positivo, desde que seja sustentável”, explicou Durigan.</p>



<p>De acordo com ele, o diagnóstico com as instituições financeiras foi fundamental para se olhar os dados do Banco Central sobre endividamento das famílias e cruzar com os dados dos próprios bancos, para os quais há créditos sendo tomado sem educação financeira. “Isso acaba enrolando as famílias que não conseguem sair da dívida”, reforçou.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Crédito para dívidas rurais entra na pauta da Fazenda como alternativa ao Senado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/credito-para-dividas-rurais-entra-na-pauta-da-fazenda-como-alternativa-ao-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Fazenda apresentou nesta quinta-feira (23) uma alternativa ao Projeto de Lei (PL) 5122/2023, que trata da renegociação de dívidas rurais. O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e está atualmente em discussão no Senado. Dario Durigan, ministro da Fazenda, se reuniu nesta quinta-feira com o senador Renan Calheiros, relator da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Fazenda apresentou nesta quinta-feira (23) uma alternativa ao Projeto de Lei (PL) 5122/2023, que trata da renegociação de dívidas rurais. O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e está atualmente em discussão no Senado.</p>



<p>Dario Durigan, ministro da Fazenda, se reuniu nesta quinta-feira com o senador Renan Calheiros, relator da matéria e presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, para apresentar a proposta da pasta.</p>



<p>De acordo com o jornal Estado de São Paulo, a proposta da Fazenda prevê duas linhas crédito para renegociação das dívidas rurais, uma com recursos controlados e outra com recursos livres.</p>



<p>Ainda de segundo o jornal, A proposta é voltada a operações de crédito rural prorrogadas até 30 de abril deste ano em situação de adimplência e as contratadas até 31 de dezembro de 2025 que estejam em situação de inadimplência entre 1º de julho de 2024 e 30 de abril deste ano<a href="https://clck.mgid.com/ghits/d/12083394/i/67325934/pp/4/1?h=OoDF8ByCBdpA1hUYtONOSRajBKEmVnDKV8Q3cRQ-x-R1yiPmfiwIrb0R0G0p2DT_g2i1lK6Xmdiao-9iOD-b-fgFX28Lt0NWOtEGxtw4CdVU_kahuLty-9U7mFORrVAk&amp;rid=4d4a8b23-3fde-11f1-a92a-d404e6faf7f0&amp;u=RRf6FgnlXh7OpIUvJ40S3fzFefJ5iarvIOKLwDwqqxAwxiA7Q4OyQT09LK1akpCFnXLa3_G2J5q8Chvuqs7PbTc2KvEdXHfnlXsJ4WXmutENvaTwgk9ryT8RWC2AvZ_N5Pq3CUw2MhSpDHcmHZ4pXP5VmZwYAshgHQAP3uyJVHrSY0y-amaotgw6-gnyN6wh1ebsSDfW9ROd13g5XvaY-p8dsn5GERB2pY8o2apW44Oc1YVRHUZWyY2rUCYDm6-cIJp5P-P6aJOj8ODC5WyGSwrhspGHShpaDc3buwmgmNs94ZTzRGQ4OUvpS4s-G4HLPYhAFlJ_86RrqpgYnoNJ0bN7AEASmhbDYXudBlTrWIkU6N_A8lrlru8OBoYrxHxFR1dpx_XOuczHlbIOcj8Qgw7CVK_NDpEwYztSD_KJyAkyjY_ykuwjWWkwt7aPIkIWLeCLi5Pful0_V0g7d-A7SmDGsOjSwX1jzVKyfr9rWwx7XTX_9ZXgZEcXBdj8sNy9lfzIyhgpguuzPvQs3R3sTDyIW_O0HRAz_MXsUPoliGYZo0EEalf5A9VaZupeTMmuanzuoIlFNnPHBFAB__TlyB9gnXOSwAPTkJj7bOOtjlMQq7WAksd_m7LMi7Ppjo902u7HCKS0Nq8mQ2LmSjnUkT-lnFCcoAVyoOXP-7u5e_hlHuB8Za7e6gJ8JIHJfmvhXjgTfTG-Vuv7Rd4S-STw9ccdxjus-13bgQWMtwQFW1iZ2ssT8j45O36_Mi2KlaKcSPnLUO-pdQ9wouAPfr1qjM5Tcb3Ase2dxFeRf4rtXI4idpvugeSzjPAA044JQya-&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0gk3tG4cG8M-vlM73vdpSDObjcM45Hu_EOZ87qJMmoGg**&amp;k=1991241fc*f!fZ6_mJbFfZ6_rmErfOGE1YWI5OGMzODE0ZmJkMTExMTNkZDYxMWMyNmNjMzA%3DfNTY2*DQyNA%3D%3Df!fNO2Kk%24fOff!ff*f*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvZWNvbm9taWEvbWluaXN0ZXJpby1kY%241mYXplbmRhLXByb3BvZ%241saW5oYXMtZGUtY3JlZGl0by1wYXJhLXJlbmVnb2NpYXItZGl2aWRhcy1ydXJhaXMvfOzsvfKysvf.fNTY2*DMzMjF8NTQx*DMxOTA%3DfNA%3D%3DfLf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MjkzfYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0Ny4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5OA%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfOvMUz%2BfCf*(Te-K2&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Um novo encontro entre Durigan e Calheiros está previsto para terça-feira (28), quando deve haver avanço nas negociações.</p>



<p><strong>Proposta envolve recursos do Pré-Sal</strong></p>



<p>O texto em discussão no Senado autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos, como secas e enchentes.</p>



<p>Além do fundo, a proposta prevê o uso de recursos de outros fundos superavitários, com limite global de até R$ 30 bilhões.</p>



<p>O projeto também estabelece a suspensão da cobrança e de execuções das dívidas enquanto durar o prazo de adesão ao programa.</p>



<p><strong>Dificuldades no modelo anterior</strong></p>



<p>Durante debate recente na comissão, Renan Calheiros lembrou que uma medida provisória editada pelo governo no ano passado destinou R$ 12 bilhões para renegociação de débitos rurais.</p>



<p>No entanto, segundo o senador, houve baixa adesão por parte dos produtores. Entre os fatores apontados estão as exigências impostas pelas instituições financeiras e as regras definidas pelo Conselho Monetário Nacional.</p>



<p>Uma das condições era a necessidade de decretação de calamidade pública pelos municípios para acesso ao refinanciamento, o que limitou o alcance da medida.</p>



<p>“Só a metade desses recursos foram utilizados em função das limitações que a renegociação na prática exigiu”, afirmou o senador.</p>



<p>Segundo ele, a decisão do Conselho Monetário também reduziu o número de municípios aptos a acessar o programa para pouco mais de mil em todo o país.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Carne bovina registra preço recorde em abril com oferta limitada e exportações em alta</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/carne-bovina-registra-preco-recorde-em-abril-com-oferta-limitada-e-exportacoes-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[preço das carnes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços da carne bovina seguem em alta no mercado interno e já atingem recordes históricos em termos reais. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que a carcaça casada bovina registrou valorização na parcial de abril, impulsionada pela oferta limitada de animais prontos para abate e pela demanda externa aquecida. [&#8230;]</p>
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<p>Os preços da carne bovina seguem em alta no mercado interno e já atingem recordes históricos em termos reais. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que a carcaça casada bovina registrou valorização na parcial de abril, impulsionada pela oferta limitada de animais prontos para abate e pela demanda externa aquecida.</p>



<p>Segundo os dados, até o dia 20 de abril, a carcaça casada, que inclui traseiro, dianteiro e ponta de agulha, acumula alta de 4%, sendo negociada a R$ 25,41 por quilo no atacado da Grande São Paulo, à vista.</p>



<p>Em termos reais, considerando a inflação medida pelo IGP-DI, o preço médio da parcial do mês, de R$ 25,05/kg, representa o maior valor da série histórica do Cepea, iniciada em 2001.</p>



<p>O patamar atual supera em 11% o registrado em abril de 2025 e fica 44,8% acima do observado no mesmo período de 2024.</p>



<p><strong>Oferta enxuta e exportações sustentam mercado</strong></p>



<p>De acordo com os pesquisadores do Cepea, o avanço dos preços está diretamente ligado à menor disponibilidade de animais para abate, o que reduz a oferta de carne no mercado.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o bom desempenho das exportações contribui para manter a demanda aquecida, limitando a oferta no mercado interno e sustentando os preços no atacado.</p>



<p>Esse cenário reforça a tendência de firmeza nas cotações da proteína bovina no curto prazo, com impacto direto sobre a cadeia produtiva e o consumidor final.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Empresas do agronegócio puxam alta nos pedidos de recuperação judicial em 2025, segundo Serasa</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/empresas-do-agronegocio-puxam-alta-nos-pedidos-de-recuperacao-judicial-em-2025-segundo-serasa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor agropecuário teve o maior número de empresas envolvidas em processos de recuperação judicial em 2025, conforme informações divulgadas pela Serasa Experian nesta terça-feira (7). Ao todo, a concentração de CNPJs ligados ao segmento foi de 30,1% (743). Com isso, companhias ligadas ao campo ultrapassaram os prestadores de serviços, que eram maioria em 2024 [&#8230;]</p>
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<p>O setor agropecuário teve o maior número de empresas envolvidas em processos de recuperação judicial em 2025, conforme informações divulgadas pela Serasa Experian nesta terça-feira (7).</p>



<p>Ao todo, a concentração de CNPJs ligados ao segmento foi de 30,1% (743). Com isso, companhias ligadas ao campo ultrapassaram os prestadores de serviços, que eram maioria em 2024 e, agora, fecharam com 30% de participação (739).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2026/04/cnpj-serasa.jpg" alt="cnpj serasa" class="wp-image-4163695"/></figure>



<p>A economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, contextualiza a atual liderança do agro no ranking do endividamento. “A agropecuária opera sob um conjunto de riscos climáticos e biológicos como, estiagens, excesso de chuva, geadas, pragas e doenças. A isso se somam choques de preços de commodities, insumos dolarizados, como fertilizantes e defensivos, exposição cambial e um ciclo financeiro mais longo de safra-entressafra, que amplifica a volatilidade de receita e caixa”, diz, em nota.</p>



<p>De acordo ela, em cenários adversos, tais fatores comprimem margens e capacidade de pagamento ao longo de toda a cadeia, do produtor à armazenagem, logística, agroindústria e tradings, elevando a necessidade de renegociação de passivos e tornando a recuperação judicial um instrumento para preservar operação e emprego.</p>



<p>Entre os setores que mais entraram com pedidos de recuperação judicial, o comércio (21,7%; 535 CNPJs) aparece em terceiro, seguido pela indústria (18,2%; 449 CNPJs).</p>



<p>De acordo com a Serasa Experian, a distribuição desses pedidos reflete desafios distintos enfrentados pelos setores da economia, influenciados por fatores como custo de crédito, dinâmica de demanda e estrutura de endividamento das empresas.</p>



<p>O indicador de falências e recuperações judiciais é elaborado a partir do levantamento mensal do número de processos e de CNPJs envolvidos em pedidos de falência e de recuperação judicial registrados na base de dados da Serasa Experian.</p>



<p><strong>Crise no setor</strong></p>



<p>De acordo com Guilherme Marques, sócio do escritório Araúz Advogados, o aumento nos pedidos de recuperação judicial no agronegócio reflete um quadro de deterioração financeira e crise de liquidez no setor. “A elevação dos pedidos decorre, em grande medida, do aumento do custo financeiro nos últimos tempos, em um contexto de juros elevados e menor oferta de crédito, que pressionou os produtores altamente alavancados”, analisa.</p>



<p>Além disso, segundo o especialista, o encarecimento dos insumos agrícolas e a queda dos preços das commodities comprimiram as margens, enquanto eventos climáticos adversos afetaram a produtividade e a capacidade de pagamento.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Tocantins adota medida que prevê desconto de R$ 1,20 no diesel importado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-adota-medida-que-preve-desconto-de-r-120-no-diesel-importado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Desconto]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[diesel importado]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado aderiu ao programa federal emergencial para conter a alta do preço do diesel. O anúncio foi feito pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), nesta terça-feira (31). A medida prevê um subsídio de até R$ 1,20 por litro do combustível importado, válido até o fim de maio, com o custo dividido entre a União e [&#8230;]</p>
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<p>O Estado aderiu ao programa federal emergencial para conter a alta do preço do diesel. O anúncio foi feito pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), nesta terça-feira (31). A medida prevê um subsídio de até R$ 1,20 por litro do combustível importado, válido até o fim de maio, com o custo dividido entre a União e os estados.</p>



<p>A iniciativa tem como objetivo minimizar os efeitos da alta dos preços internacionais do combustível, pressionados pelas recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio.</p>



<p>A iniciativa funciona como um &#8220;desconto compartilhado&#8221; (subsídio), ou seja, o governo paga parte do valor para que o combustível chegue mais barato ao consumidor. Na prática, o abatimento de <strong>R$ 1,20</strong> será custeado da seguinte forma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>R$ 0,60 pagos pela União (Governo Federal);</li>



<li>R$ 0,60 pagos pelo Governo do Tocantins.</li>



<li></li>
</ul>



<p>O secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva, afirmou que a adesão à medida federal tem como foco o equilíbrio econômico e a proteção dos setores estratégicos. “Essa iniciativa garante mais estabilidade para a economia do Tocantins e ajuda a proteger produtores e consumidores”, destacou.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><strong>Entenda a proposta</strong></p>



<p>O governo federal planeja conceder uma ajuda financeira (subvenção) às empresas que importam diesel. O benefício vale até o fim de maio e divide o custo de R$ 1,20 por litro igualmente entre a União e os estados.</p>



<p>O acordo terá duração de dois meses. Nesse período, os estados devem deixar de arrecadar cerca de R$ 1,5 bilhão, sendo o pagamento realizado por meio de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).</p>



<p>Com esse modelo, os governos estaduais não precisam zerar o ICMS. A proposta anterior previa a redução direta do imposto, mas o novo formato foi considerado mais viável.</p>



<p>A iniciativa se soma a outras ações já adotadas pelo governo federal, como a isenção de PIS/Cofins e a subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União. O Tocantins se une a um grupo de 19 estados que já confirmaram participação nesse esforço fiscal conjunto.</p>



<p><em>Por Igor Carneiro, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Cotação da soja segue observando dados do USDA e movimentos do petróleo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cotacao-da-soja-segue-observando-dados-do-usda-e-movimentos-do-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cotação da soja]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de soja começou a semana com baixa movimentação e poucas mudanças nos preços. De acordo com o analista da Safras &#38; Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por liquidez limitada e comportamento lateral das cotações, refletindo um cenário de cautela entre compradores e vendedores. No campo, a colheita segue como principal foco do produtor, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado brasileiro de soja começou a semana com baixa movimentação e poucas mudanças nos preços. De acordo com o analista da Safras &amp; Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por liquidez limitada e comportamento lateral das cotações, refletindo um cenário de cautela entre compradores e vendedores.</p>



<p>No campo, a colheita segue como principal foco do produtor, que começa a aparecer mais no mercado. Ainda assim, o ritmo de comercialização ocorre de forma cadenciada. Apesar desse controle na oferta, cresce a necessidade de avanço nas vendas, impulsionada por compromissos típicos do período.</p>



<p>No cenário de preços, os prêmios voltaram a recuar ao longo do dia, enquanto as cotações oscilaram dentro de uma faixa estreita, variando entre estabilidade e leve baixa.</p>



<p>No mercado físico brasileiro, os preços apresentaram o seguinte comportamento:</p>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Passo Fundo (RS): </strong>manteve em R$ 124,00</li>



<li><strong>Santa Rosa (RS):</strong> manteve em R$ 125,00</li>



<li><strong>Cascavel (PR): </strong>manteve em R$ 120,00</li>



<li><strong>Rondonópolis (MT): </strong>desceu de R$ 109,00 para R$ 108,00</li>



<li><strong>Dourados (MS): </strong>desceu de R$ 114,00 para R$ 113,00</li>



<li><strong>Rio Verde (GO):</strong> desceu de R$ 111,00 para R$ 110,00</li>



<li><strong>Paranaguá (PR): </strong>desceu de R$ 131,00 para R$ 130,00</li>



<li><strong>Rio Grande (RS): </strong>manteve em R$ 130,00</li>
</ul>



<p><strong>Soja em Chicago</strong></p>



<p>No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam de forma mista na Bolsa de Chicago. O grão sustentou ganhos durante boa parte do dia, mas perdeu força no fechamento. O farelo recuou e o óleo também apresentou leve baixa.</p>



<p>O mercado reagiu inicialmente à escalada do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e trouxe suporte às commodities. No entanto, ao longo do dia, prevaleceu o movimento de ajuste de posições, com investidores aguardando os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.</p>



<p><strong>USDA</strong></p>



<p>O USDA deve divulgar nesta terça-feira o relatório de intenção de plantio, com expectativa de aumento da área destinada à soja em 2026. A possível migração de área do milho para a soja está relacionada ao aumento dos custos com fertilizantes, especialmente o nitrogênio, mais demandado pelo milho.</p>



<p>Segundo levantamento da Reuters, o mercado projeta uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões do ano passado. As estimativas variam entre 84,25 milhões e 86,5 milhões de acres. Ainda assim, a área de milho deve seguir maior.</p>



<p>Além disso, será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com expectativa de volume em 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, acima do registrado no mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Na Bolsa de Chicago, os contratos de soja para maio fecharam em US$ 11,59 por bushel, com queda de 1,23%. Já o contrato de julho recuou 1,19%. Entre os subprodutos, o farelo caiu 2,11%, enquanto o óleo registrou leve baixa.</p>



<p><strong>Câmbio</strong></p>



<p>No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com leve alta de 0,14%, cotado a R$ 5,2459 para venda, após oscilar entre a mínima de R$ 5,2246 e a máxima de R$ 5,2666 ao longo da sessão.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<item>
		<title>Produtores do Tocantins podem pedir prorrogação de dívidas rurais por causa das chuvas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-do-tocantins-podem-pedir-prorrogacao-de-dividas-rurais-por-causa-das-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas rurais]]></category>
		<category><![CDATA[produtores do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Prorrogação]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As chuvas intensas registradas nos últimos dias no Tocantins têm provocado impactos significativos no setor agrícola, incluindo atrasos na comercialização de grãos, quebra de contratos e dificuldades para o cumprimento de compromissos financeiros, afetando diretamente os produtores rurais. Além disso, a escassez e o aumento do preço do diesel têm agravado o cenário, dificultando a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As chuvas intensas registradas nos últimos dias no Tocantins têm provocado impactos significativos no setor agrícola, incluindo atrasos na comercialização de grãos, quebra de contratos e dificuldades para o cumprimento de compromissos financeiros, afetando diretamente os produtores rurais.</p>



<p>Além disso, a escassez e o aumento do preço do diesel têm agravado o cenário, dificultando a colheita, elevando os custos de produção e reduzindo as margens de lucro.</p>



<p>A Associação Tocantinense dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja-TO) confirmou os prejuízos causados pelas chuvas e destacou que ainda está contabilizando os danos, mas afirmou que há perdas e aumento de custos, principalmente no sul do estado, onde alagamentos e estradas danificadas dificultaram o escoamento da soja. Segundo o vice-presidente da Aprosoja-TO, Thiago Facco, caminhões atolaram e pontes cederam, elevando o frete e comprometendo a qualidade da produção.</p>



<p>O advogado Pedro Henrique Oliveira Santos, especializado em crédito rural, explicou que a situação abre espaço para a renegociação de dívidas e a adoção de medidas de reestruturação financeira.</p>



<p>Segundo o especialista, o contexto atual compromete diretamente o fluxo dos produtores, uma vez que há atraso na venda dos grãos, inadimplência contratual e, consequentemente, demora no recebimento. Isso ocorre em um período crítico, com obrigações financeiras vencendo entre os meses de março, abril e maio.</p>



<p>Nesse contexto, o produtor rural tem o direito de solicitar a prorrogação e o alongamento de suas dívidas junto às instituições financeiras, como forma de viabilizar sua reestruturação e garantir a continuidade das atividades.</p>



<p><strong>Renegociação</strong></p>



<p>De acordo com o especialista, a prorrogação está prevista no&nbsp;<a href="https://manuais.bcb.gov.br/app/manual/mcr/publico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Crédito Rural (MCR)</a>&nbsp;e pode ser aplicada sempre que a capacidade de pagamento do produtor for afetada por fatores inerentes à atividade rural.</p>



<p>Situações como frustração de safra, queda de produtividade e dificuldades de comercialização, como as atualmente enfrentadas em razão das chuvas no Tocantins, constituem fundamentos legais suficientes para a solicitação do alongamento das dívidas junto às instituições financeiras.</p>



<p>Pedro Henrique enfatiza que o ponto central é comprovar que a capacidade de pagamento foi efetivamente comprometida por fatores ligados à atividade rural. Ele também destaca que esse direito se aplica a produtores de todos os portes e não deve ser confundido com renegociação convencional.</p>



<p>Na prorrogação prevista no MCR, não há exigência de pagamento de entrada, aumento de juros ou apresentação de novas garantias, o que proporciona maior previsibilidade e segurança ao produtor em momentos de crise. Diante do cenário atual, a recomendação é que o produtor não aguarde o vencimento das parcelas para agir. A orientação é formalizar o pedido junto à instituição financeira o quanto antes, apresentando provas da perda de capacidade de pagamento, especialmente em situações de atraso na colheita e dificuldades de comercialização causadas por fatores climáticos.</p>



<p><em>Por Jornal do Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Mudanças no crédito rural começam em abril e entidades do agro veem risco de restrições</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mudancas-no-credito-rural-comecam-em-abril-e-entidades-do-agro-veem-risco-de-restricoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 12:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, 1 de abril, entram em vigor as novas regras para concessão de crédito rural estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A partir desta data, critérios socioambientais passam a ser considerados pelas instituições financeiras na liberação de financiamentos. A principal mudança é para propriedades com área superior a quatro módulos fiscais. Nesses casos, antes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta quarta-feira, 1 de abril, entram em vigor as novas regras para concessão de crédito rural estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A partir desta data, critérios socioambientais passam a ser considerados pelas instituições financeiras na liberação de financiamentos.</p>



<p>A principal mudança é para propriedades com área superior a quatro módulos fiscais. Nesses casos, antes de conceder o crédito, os bancos deverão verificar, por meio de sistemas geoespaciais, a legalidade de eventuais supressões de vegetação nativa realizadas após 31 de julho de 2019.</p>



<p>Para propriedades com até quatro módulos fiscais, a exigência passa a valer a partir de 4 de janeiro de 2027.</p>



<p><strong>Entidades do agro questionam medida</strong></p>



<p>Entidades do agronegócio têm criticado o método para a adoção dos novos critérios. Segundo a Associação de Produtores e Empresários Rurais, o Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes) não deveria ser utilizado como base para decisões individuais de crédito.</p>



<p>“A vinculação de operações individuais de crédito rural a dados desse sistema […] extrapola a finalidade originária do Prodes e impõe consequências jurídicas individualizadas a partir de dados agregados, generalizados e tecnicamente inadequados para tal fim”, diz a entidade, em nota.</p>



<p>Em outro trecho, a associação afirma que a medida pode comprometer o direito à ampla defesa.</p>



<p>“A restrição automática ao crédito rural com base em alertas do Prodes, sem notificação prévia, prazo para apresentação de documentação ou análise técnica individualizada, configura supressão do direito ao contraditório e à ampla defesa.”</p>



<p>A Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg) também manifesta preocupação com o modelo adotado.</p>



<p>Para a gerente de Sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, Mariana Ramos, a nova regra reforça a exigência de regularidade ambiental como condição permanente para acesso ao crédito, mas pode gerar insegurança.</p>



<p>“As mudanças geram preocupação diante de possíveis inconsistências nas bases de dados utilizadas pelo sistema financeiro, o que pode resultar em insegurança jurídica, custos adicionais e atrasos na contratação do crédito”, afirma.</p>



<p>O sistema de monitoramento também é questionado pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). A entidade alega que o Prodes tem “baixa precisão”.</p>



<p>“O Sistema Faep não questiona a pertinência de verificar supressão de vegetação nativa, o que já é vedado pelo Código Florestal e, portanto, prática ilegal. O nosso questionamento está relacionado ao sistema utilizado para este fim, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), que não analisa a legalidade da supressão e possui baixa precisão dos limites dos polígonos indicados como tendo vegetação degradada”, destaca o presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>



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