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	<title>Agricultura Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Agricultura Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Projeto aprovado no Senado abre caminho para renegociação de dívidas e pode beneficiar produtores do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto cria linha especial de crédito com juros reduzidos, prazo de até 13 anos para pagamento e inclui financiamentos, CPRs e operações privadasO Senado Federal aprovou, na última quarta-feira, 10, o Projeto de Lei nº 5.122/2023, que cria mecanismos para renegociação de débitos no campo e pode beneficiar milhares de produtores rurais que enfrentam dificuldades [&#8230;]</p>
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<p><em>Texto cria linha especial de crédito com juros reduzidos, prazo de até 13 anos para pagamento e inclui financiamentos, CPRs e operações privadas<br></em><br>O Senado Federal aprovou, na última quarta-feira, 10, o Projeto de Lei nº 5.122/2023, que cria mecanismos para renegociação de débitos no campo e pode beneficiar milhares de produtores rurais que enfrentam dificuldades financeiras após sucessivas perdas provocadas pelo clima, aumento dos custos de produção e queda na rentabilidade das atividades agropecuárias.</p>



<p>A proposta autoriza a criação de uma linha especial de financiamento para reorganização das obrigações financeiras contratadas até 31 de dezembro de 2025. Entre elas estão operações de crédito rural, parcelas renegociadas, financiamentos de investimento, Cédulas de Produto Rural (CPRs) e empréstimos utilizados para quitação de compromissos ligados à atividade agropecuária.</p>



<p>O texto prevê limite de até R$ 10 milhões por beneficiário, prazo de pagamento de até 13 anos e carência mínima de dois anos. As taxas de juros serão de 3,5% ao ano para agricultores do Pronaf, 5,5% para beneficiários do Pronamp e 7,5% para os demais enquadramentos.</p>



<p>Poderão acessar a linha produtores e cooperativas que tenham registrado perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 30% da renda esperada. O enquadramento deverá ser comprovado por laudo técnico.</p>



<p>Além de eventos climáticos extremos, como secas, estiagens, enchentes e geadas, a proposta também reconhece prejuízos provocados pela queda nos preços dos produtos agropecuários e pela elevação dos custos de produção, fatores que vêm pressionando a capacidade de pagamento de agricultores em diversas regiões do país.</p>



<p>Outro ponto importante é a possibilidade de suspensão, por até 180 dias, da cobrança de parcelas vencidas enquanto o pedido de adesão à nova linha estiver em análise. Nesse período, ficam suspensas medidas de cobrança administrativa e judicial previstas na legislação.</p>



<p>A matéria também abre caminho para o fortalecimento do Fundo Garantidor do Agro (FG-Agro), mecanismo criado para ampliar garantias e facilitar o acesso ao crédito.</p>



<p>Embora represente um avanço para o setor, a proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados antes de seguir para sanção presidencial. Caso entre em vigor, a expectativa é que a medida ofereça uma alternativa para reorganizar passivos acumulados e dar mais fôlego financeiro aos produtores para as próximas safras.</p>



<p></p>
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		<title>Exportações do agronegócio registram alta de 8,2% em maio, puxadas pela demanda chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho foi impulsionado pelo aumento das exportações de soja e proteínas animais, enquanto a China manteve a posição de principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro. As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, resultado 8,2% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Com o desempenho, o setor [&#8230;]</p>
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<p><em>Desempenho foi impulsionado pelo aumento das exportações de soja e proteínas animais, enquanto a China manteve a posição de principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro.</em><br><br>As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, resultado 8,2% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.</p>



<p>Com o desempenho, o setor respondeu por 50,2% de tudo o que o Brasil exportou no período.</p>



<p><strong>Exportações do agronegócio brasileiro</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_24862"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2024/06/exportacoes-brasileiras.jpg" alt="exportações brasileiras" class="wp-image-24862" title="Exportações do agronegócio crescem 8,2% em maio e atingem US$ 16 bilhões 2"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Envato</em></figcaption></figure>



<p>Nos cinco primeiros meses do ano, as vendas externas do agro totalizaram US$ 70,5 bilhões, crescimento de 4,6% em comparação com o mesmo intervalo de 2025. O valor representa um recorde para o período entre janeiro e maio.</p>



<p>O avanço foi impulsionado tanto pelo aumento da quantidade embarcada quanto pela valorização dos produtos exportados. Em maio, o volume vendido ao exterior cresceu 3,6%, enquanto os preços médios apresentaram alta de 4,4%.</p>



<p>No mesmo período, as importações de produtos agropecuários somaram US$ 1,6 bilhão, queda de 3,6%, o que contribuiu para um superávit comercial de US$ 14,4 bilhões, 9,7% acima do registrado um ano antes.</p>



<p>A China permaneceu como principal compradora dos produtos do agronegócio brasileiro. Em maio, o país asiático importou US$ 6,3 bilhões, montante equivalente a cerca de 40% das exportações do setor e 12,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025.</p>



<p>A União Europeia apareceu na sequência, com compras de US$ 2,4 bilhões e participação de 15% nas exportações do agro brasileiro. Já os Estados Unidos importaram US$ 837 milhões, mantendo a terceira posição entre os destinos, apesar da retração de 28% em relação ao ano anterior. Países como Bangladesh, Tailândia, Vietnã, Paquistão, Turquia e Jordânia também ampliaram as aquisições de produtos brasileiros.</p>



<p><strong>Produtos mais exportados</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_25747"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2024/07/soja.jpg" alt="Soja" class="wp-image-25747" title="Exportações do agronegócio crescem 8,2% em maio e atingem US$ 16 bilhões 3"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Envato</figcaption></figure>



<p>Entre os produtos exportados, a soja em grãos manteve a liderança. As vendas externas somaram US$ 6,3 bilhões em maio, crescimento de 14,6%, enquanto o volume embarcado chegou a 14,8 milhões de toneladas, alta de 5,1%.</p>



<p>As proteínas animais também tiveram destaque. As exportações de carne bovina in natura atingiram US$ 1,7 bilhão, avanço de 50,2% na comparação anual, com embarques de 262 mil toneladas. A China continuou sendo o principal mercado para o produto, absorvendo mais de 60% das vendas brasileiras da proteína.</p>



<p>A carne de frango registrou exportações de US$ 883 milhões, crescimento de 40%, enquanto o volume embarcado avançou 32,3%, alcançando 442 mil toneladas. Já a carne suína somou US$ 278 milhões em vendas externas, aumento de 1,4%, com embarques de 111 mil toneladas, também em nível recorde para o mês.</p>



<p>Outro produto que vem ganhando espaço no mercado internacional é o DDG, subproduto da produção de etanol de milho utilizado principalmente na alimentação animal. Entre janeiro e maio, as exportações brasileiras do produto atingiram US$ 130 milhões, alta de 37,7% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>Os principais compradores de DDG no período foram China, Turquia, Vietnã e Nova Zelândia. O crescimento acompanha a ampliação do acesso do produto brasileiro a mercados internacionais nos últimos anos, fortalecendo a diversificação da pauta exportadora do agronegócio nacional.</p>



<p><em>Por Arieny Alves/Agro2.</em></p>
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		<title>Rodeio da Expoara 2026 reúne competidores de todo o país e mantém programação até sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:51:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As competições seguem até 13 de junho, reunindo competidores de diversas regiões do país em uma etapa da Liga Nacional de Rodeio, que garante ao campeão uma vaga em uma das maiores competições do Brasil. Após abrir a programação na quinta-feira (11), o Rodeio da Expoara 2026 segue movimentando a arena da feira com disputas [&#8230;]</p>
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<p><br><em>As competições seguem até 13 de junho, reunindo competidores de diversas regiões do país em uma etapa da Liga Nacional de Rodeio, que garante ao campeão uma vaga em uma das maiores competições do Brasil.</em></p>



<p>Após abrir a programação na quinta-feira (11), o Rodeio da Expoara 2026 segue movimentando a arena da feira com disputas emocionantes entre competidores de várias regiões do país. A competição integra a Liga Nacional de Rodeio e garante ao grande campeão uma vaga em um dos principais eventos do gênero no Brasil.</p>



<p>A equipe responsável por conduzir o espetáculo na arena contou com os comentários de Thiago Arantes, locução de Claudinei Matias e julgamento de Rubinho Gouveia.</p>



<p>Os portões da Expoara seguem liberados para o público acompanhar as montarias e toda a programação da arena a partir das 21h.</p>



<p>A abertura oficial do rodeio após a cerimônia de premiação da 36ª Cavalgada de Araguaína. Encerrando a noite, o público prestigiou o Pagode do R10 no Camarote Texas.</p>



<p>Na sexta-feira (12), a programação começa com a tradicional Pega do Garrote, antecedendo as montarias profissionais. Após as disputas na arena, a animação continua no Camarote Texas com show do cantor Jiraya Uai.</p>



<p>O encerramento acontece no sábado (13), com a grande final do rodeio, momento em que será conhecido o campeão do Rodeio Expoara 2026. Logo após a decisão na arena, o público acompanhará o resultado da votação do Raízes do Araguaia, seguida do show da dupla sertaneja Victor &amp; Leo, fechando a programação da feira com uma das apresentações mais aguardadas desta edição.</p>



<p><em>Por Ascom SRA. </em></p>
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		<item>
		<title>Safra brasileira de grãos deve alcançar 358,64 milhões de toneladas, estima Conab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nona estimativa Indica aumento da área cultivada e perspectivas positivas para culturas como soja, milho e sorgo, reforçando o potencial produtivo do agronegócio brasileiro. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou, nesta quinta-feira (11), a previsão para a safra brasileira de grãos 2025/26 para 358,64 milhões de toneladas. O volume representa novo recorde e crescimento [&#8230;]</p>
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<p><em>Nona estimativa Indica aumento da área cultivada e perspectivas positivas para culturas como soja, milho e sorgo, reforçando o potencial produtivo do agronegócio brasileiro.</em><br><br>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou, nesta quinta-feira (11), a previsão para a safra brasileira de grãos 2025/26 para 358,64 milhões de toneladas. O volume representa novo recorde e crescimento de 1,8% sobre a temporada 2024/25, quando a produção somou 352,27 milhões de toneladas. Em relação à estimativa de maio, o ajuste foi de 0,2%, equivalente a 664 mil toneladas.</p>



<p>Segundo a Conab, o resultado é sustentado pelo aumento da área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares, alta de 2,2% sobre os 81,73 milhões de hectares da safra anterior, além de condições climáticas favoráveis. A produtividade média nacional, porém, foi projetada em 4.295 quilos por hectare, recuo de 0,3% frente aos 4.310 quilos por hectare de 2024/25.</p>



<p>A soja foi o principal destaque positivo da revisão. Com a colheita praticamente finalizada, a produção da oleaginosa foi estimada em 180,25 milhões de toneladas, ante 171,48 milhões de toneladas no ciclo anterior. O aumento de 8,8 milhões de toneladas, de acordo com o boletim, reflete expansão de área, bom pacote tecnológico e clima favorável.<br><br>No milho, a estimativa total das três safras ficou em 140,46 milhões de toneladas. A primeira safra, com colheita em 87,7% da área, deve alcançar 29,34 milhões de toneladas, avanço de 17,7% em relação ao mesmo período de 2024/25. A produtividade foi projetada em 7.110 quilos por hectare, alta de 7,6% e novo recorde da série histórica da Companhia para a primeira safra. Para a segunda safra, a expectativa é de 107,87 milhões de toneladas, enquanto a terceira foi estimada em 3,26 milhões de toneladas.</p>



<p>Entre outras culturas, o algodão teve produção prevista em 3,98 milhões de toneladas, queda de 2,5% ante 2024/25, influenciada por menor área semeada. O sorgo foi estimado em 7,62 milhões de toneladas, alta de 24,9% sobre a safra passada. Já o arroz deve somar 11,08 milhões de toneladas, recuo de 13,2%, enquanto o feijão foi projetado em 3,05 milhões de toneladas, baixa de 0,5%. No trigo, a semeadura atingia 45,3% da área prevista, e a produção foi estimada em 6,30 milhões de toneladas, 20% abaixo de 2025.</p>



<p>A Conab informou que, mesmo com a expectativa de menor produção de arroz e feijão, a estimativa atual garante o abastecimento do mercado interno. O material divulgado não detalha impactos econômicos adicionais para produtores por cultura além dos dados de área, produtividade e produção.</p>



<p><em>Por Estadão Conteúdo.</em></p>
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		<item>
		<title>Comissão de Agricultura aprova audiência pública para debater restrição da União Europeia a produtos de origem animal do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Restrição]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Requerimento apresentado por Zucco busca esclarecer impactos econômicos da medida e cobrar informações sobre as ações adotadas pelo governo federal para reverter a decisão europeia A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), requerimento de autoria do deputado federal Zucco (PL-RS) para a realização de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Requerimento apresentado por Zucco busca esclarecer impactos econômicos da medida e cobrar informações sobre as ações adotadas pelo governo federal para reverter a decisão europeia</em></p>



<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), requerimento de autoria do deputado federal Zucco (PL-RS) para a realização de audiência pública destinada a debater os impactos da decisão da União Europeia de restringir a importação de determinados produtos brasileiros de origem animal. A proposta prevê a participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, de entidades do setor produtivo, especialistas em rastreabilidade e defesa agropecuária, além de representantes das cadeias exportadoras afetadas pela medida. Ainda não há data definida para a realização da audiência.</p>



<p>Segundo Zucco, o objetivo é garantir transparência sobre os fatores que levaram à decisão europeia e compreender quais providências estão sendo adotadas pelo governo federal para restabelecer a normalidade das exportações brasileiras. “Estamos falando de uma questão que afeta diretamente produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, frigoríficos e milhares de trabalhadores brasileiros. É fundamental que esta Comissão obtenha todas as informações necessárias para entender o que levou a essa restrição e quais medidas estão sendo adotadas para proteger um dos setores mais importantes da economia nacional”, afirmou.</p>



<p>A decisão da União Europeia atinge produtos como carne bovina, carne de aves, mel, ovos, pescados, equídeos e tripas, em razão de exigências relacionadas à rastreabilidade e ao controle sanitário da produção animal. Zucco destacou que a principal preocupação é compreender se o Brasil cumpriu todas as exigências estabelecidas pelas autoridades europeias. “Segundo informações divulgadas por entidades do setor, as regras que fundamentam essa restrição foram publicadas pela União Europeia ainda em 2023 e o marco operacional passou a vigorar em outubro de 2024. Por isso, precisamos esclarecer se todas as medidas necessárias foram adotadas dentro dos prazos e se o Estado brasileiro dispõe da estrutura adequada para atender às exigências dos mercados internacionais”, ressaltou.</p>



<p>O parlamentar também defendeu que a audiência avalie a capacidade operacional dos órgãos responsáveis pela defesa agropecuária e pela certificação sanitária. “Precisamos saber se há estrutura suficiente, se existe número adequado de auditores fiscais agropecuários e se os mecanismos de rastreabilidade estão plenamente preparados para atender às exigências de mercados tão rigorosos quanto a União Europeia. O produtor rural brasileiro faz sua parte todos os dias e o país não pode correr o risco de perder mercados estratégicos por falhas que poderiam ser evitadas”, afirmou.</p>



<p>Para Zucco, a audiência pública será uma oportunidade para o Parlamento exercer seu papel fiscalizador e contribuir para o fortalecimento da defesa agropecuária nacional. “Não se trata de buscar culpados antecipadamente. Trata-se de buscar respostas e soluções. O Brasil construiu ao longo de décadas uma posição de liderança mundial na produção e exportação de alimentos. Precisamos preservar essa credibilidade, fortalecer nossos sistemas de defesa agropecuária e garantir segurança para quem produz, investe e gera riqueza no campo”, concluiu.</p>



<p><em>Por Apolos Neto. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprovação da PL da renegociação de dívidas rurais é celebrada pelo agro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/aprovacao-da-pl-da-renegociacao-de-dividas-rurais-e-celebrada-pelo-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação do Projeto de Lei 5.122/2023 pelo Senado Federal nesta quarta-feira (10) foi recebida com entusiasmo por entidades do agronegócio e parlamentares ligados ao setor, mas gerou preocupação dentro do governo federal. Enquanto produtores e representantes da agropecuária comemoram o avanço da proposta que cria mecanismos para renegociar dívidas rurais, o Ministério da Fazenda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A aprovação do Projeto de Lei 5.122/2023 pelo Senado Federal nesta quarta-feira (10) foi recebida com entusiasmo por entidades do agronegócio e parlamentares ligados ao setor, mas gerou preocupação dentro do governo federal.</p>



<p>Enquanto produtores e representantes da agropecuária comemoram o avanço da proposta que cria mecanismos para renegociar dívidas rurais, o Ministério da Fazenda avalia que a medida pode gerar um impacto de até R$ 140 bilhões aos cofres públicos nos próximos anos.</p>



<p>O texto, que agora retorna para análise da Câmara dos Deputados, prevê a criação de uma linha especial de financiamento com recursos do Fundo Social do Pré-Sal para permitir a quitação e o alongamento de débitos de produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos ou por impactos econômicos decorrentes de crises internacionais.</p>



<p>Entre as condições previstas estão juros subsidiados entre 3,5% e 7,5% ao ano, prazo de pagamento de até 10 anos, com três anos de carência, além de limite de até R$ 10 milhões por produtor e R$ 50 milhões para cooperativas e associações.<br><br><strong>Agro comemora avanço da proposta<br></strong><br>A aprovação foi celebrada por entidades representativas do setor. O presidente do Sistema Faep ( Federação da Agricultura do Estado do Paraná), Ágide Meneguette, classificou o projeto como “uma luz no fim do túnel” para produtores que enfrentam dificuldades financeiras após sucessivas perdas climáticas.</p>



<p>“O PL trará fôlego e condições para a continuidade da produção de alimento. Por isso, precisa avançar”, afirmou. Segundo a entidade, o Paraná registrava R$ 10,8 bilhões em endividamento rural no início deste ano, enquanto os saldos problemáticos de crédito rural no país somavam R$ 153,6 bilhões.</p>



<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) também comemorou a aprovação. O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a proposta representa uma vitória importante para os produtores.</p>



<p>“Uma vitória extremamente importante da possibilidade de renegociar as dívidas dos produtores rurais. São 10 anos para pagar e mais três anos de carência”, declarou.</p>



<p>Durante a votação, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) argumentou que a agricultura enfrenta um cenário desafiador, marcado por preços mais baixos das commodities, juros elevados, valorização do real frente ao dólar e perdas provocadas por eventos climáticos, especialmente no Rio Grande do Sul.</p>



<p>O governador gaúcho Eduardo Leite (PSD) também elogiou o texto aprovado. Segundo ele, o relatório incorporou demandas tanto dos produtores quanto do Ministério da Fazenda, ao estabelecer critérios mais restritivos para acesso ao benefício, como a comprovação de perdas em duas safras e o limite de enquadramento de até R$ 10 milhões por produtor.</p>



<p><strong>Fazenda vê risco fiscal<br></strong><br>Do lado do governo, porém, o clima é de cautela. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que uma análise preliminar da equipe econômica aponta potencial impacto de aproximadamente R$ 140 bilhões ao Tesouro Nacional.</p>



<p>Segundo Durigan, a estimativa considera um universo de cerca de R$ 200 bilhões em operações passíveis de enquadramento na proposta, com custo equivalente a 70% desse valor para os cofres públicos. O secretário ressaltou, entretanto, que o cálculo foi realizado antes da análise detalhada da versão final aprovada pelos senadores.</p>



<p>A equipe econômica defendia uma solução mais focalizada, direcionada apenas a produtores com perdas comprovadas e efetiva incapacidade de pagamento, especialmente em decorrência de eventos climáticos extremos.</p>



<p>Mesmo após negociações entre representantes da Fazenda, integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária e o relator da proposta, senador Renan Calheiros (MDB-AL), não houve consenso sobre o texto final.</p>



<p><strong>Próximo passo<br></strong><br>Com a aprovação no Senado, o projeto retorna à Câmara dos Deputados para análise das alterações promovidas pelos senadores. A expectativa da bancada ruralista é acelerar a tramitação para que as novas regras possam entrar em vigor ainda em 2026.</p>



<p>O debate, no entanto, deve continuar marcado pela disputa entre a necessidade de socorro financeiro a produtores afetados por sucessivas crises climáticas e a preocupação do governo com os impactos fiscais da medida.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Distribuição de 60 mil toneladas de calcário beneficia agricultores familiares em todo o Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Nacional da Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CAF]]></category>
		<category><![CDATA[Calcário]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa executada pela Seagro contribui para melhorar a qualidade do solo, aumentar a produtividade agrícola e promover o desenvolvimento da agricultura familiar no Tocantins. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), vem fortalecendo a agricultura familiar com a distribuição de aproximadamente 60 mil toneladas de calcário para pequenos produtores rurais em diversas regiões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa executada pela Seagro contribui para melhorar a qualidade do solo, aumentar a produtividade agrícola e promover o desenvolvimento da agricultura familiar no Tocantins.</em><br><br>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), vem fortalecendo a agricultura familiar com a distribuição de aproximadamente 60 mil toneladas de calcário para pequenos produtores rurais em diversas regiões do estado, desde a criação do programa em 2023. A iniciativa integra as políticas públicas voltadas ao aumento da produtividade agrícola, recuperação da fertilidade dos solos e fortalecimento da produção de alimentos.</p>



<p>O programa atende agricultores familiares com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo e tem como objetivo corrigir a acidez dos solos, uma das principais limitações para o desenvolvimento das atividades agrícolas em áreas do Cerrado tocantinense.</p>



<p>A correção da fertilidade do solo é considerada uma das práticas mais eficientes para ampliar a produtividade das lavouras. Com a aplicação do calcário, os produtores passam a contar com melhores condições para absorção de nutrientes pelas plantas, aumentando a eficiência da produção sem a necessidade de ampliar as áreas cultivadas.</p>



<p><strong>Produzir mais e melhor</strong></p>



<p>Ao investir na correção dos solos, o Governo do Tocantins contribui diretamente para o aumento da produtividade agrícola, da renda das famílias rurais e da sustentabilidade da produção.</p>



<p>Os benefícios da ação permanecem por vários anos, permitindo que os agricultores obtenham melhores resultados em suas propriedades, reduzam custos de produção e fortaleçam sua participação nos mercados locais e regionais.</p>



<p><strong>Agricultura familiar fortalecida</strong></p>



<p>O Tocantins possui cerca de 45 mil agricultores familiares, responsáveis por uma parcela significativa da produção de alimentos consumidos no estado. Para muitos desses produtores, o acesso aos insumos necessários para a melhoria da fertilidade do solo ainda representa um desafio.</p>



<p>Nesse contexto, a distribuição de calcário se consolida como uma política pública estratégica, garantindo acesso a uma tecnologia fundamental para o desenvolvimento da atividade agrícola e a segurança alimentar das famílias tocantinenses.</p>



<p>O diretor de Agricultura Familiar, da Seagro, Adenieux Rosa Santana, destaca que a iniciativa tem papel fundamental na promoção do desenvolvimento rural sustentável. “Os interessados podem procurar o escritório local do Ruraltins ou diretamente a Seagro para obter orientações e solicitar acesso ao benefício. Nosso objetivo é garantir que essa política pública alcance quem realmente produz e vive da agricultura familiar no Tocantins”, ressaltou o diretor.</p>



<p><strong>Desenvolvimento regional</strong></p>



<p>Além dos ganhos dentro das propriedades rurais, o programa gera impactos positivos nas economias locais. O aumento da produção agrícola fortalece a circulação de renda nos municípios, estimula a geração de empregos e amplia as oportunidades de comercialização para os agricultores familiares.</p>



<p>A iniciativa também contribui para o abastecimento dos mercados locais e o fortalecimento de programas de compras institucionais, ampliando as oportunidades de geração de renda aos pequenos produtores.</p>



<p><strong>Resultados que permanecem no campo</strong></p>



<p>Cerca de 60 mil toneladas de calcário já foram distribuídos pelo Governo do Tocantins desde a criação do programa em 2023, alcançando agricultores familiares em todas as regiões do estado. A iniciativa tem contribuído para a recuperação da fertilidade dos solos, ampliando a produtividade das propriedades rurais e fortalecendo a produção de alimentos. Além dos ganhos imediatos na lavoura, a correção do solo proporciona benefícios duradouros, permitindo que os produtores obtenham melhores resultados produtivos ao longo dos anos.<br><br>Por </p>
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		<title>1º FAST: Evento debate tecnologias de baixo carbono e caminhos para fortalecer a agropecuária tocantinense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[1º Fórum de Agricultura Sustentável do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[baixo carbono]]></category>
		<category><![CDATA[fast]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores, pesquisadores, estudantes, instituições e agentes financeiros participaram de debates sobre inovação, aumento da produtividade e adoção de tecnologias sustentáveis no campo. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), participou nesta quarta-feira, 10, do 1º Fórum de Agricultura Sustentável do Tocantins, realizado em Palmas. O encontro reuniu cerca de 170 participantes entre produtores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Produtores, pesquisadores, estudantes, instituições e agentes financeiros participaram de debates sobre inovação, aumento da produtividade e adoção de tecnologias sustentáveis no campo.</em><br><br>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), participou nesta quarta-feira, 10, do 1º Fórum de Agricultura Sustentável do Tocantins, realizado em Palmas. O encontro reuniu cerca de 170 participantes entre produtores rurais, pesquisadores, estudantes, representantes de instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil e agentes financeiros para discutir estratégias voltadas ao fortalecimento da produção sustentável no estado.</p>



<p>Promovido em parceria com o Fórum Agricultura Sustentável do Tocantins (Fast), produtores rurais e instituições ligadas ao setor agropecuário, o evento ocorreu no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e abordou temas relacionados ao aumento da produtividade, à adoção de tecnologias de baixo carbono e ao desenvolvimento sustentável do agronegócio tocantinense.</p>



<p>Na abertura do evento, o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, destacou a importância da integração entre os diferentes segmentos para ampliar os avanços da agropecuária estadual. “Para alcançarmos novos avanços e ampliarmos ainda mais os resultados da agropecuária tocantinense, é necessário conectar pessoas, compartilhar conhecimento e transformar a produção por meio da adoção de novas práticas e tecnologias sustentáveis. O Tocantins tem avançado de forma consistente e continuará investindo em ações que conciliem produtividade, conservação ambiental e desenvolvimento econômico”, ressaltou.</p>



<p><strong>Plano ABC+ e metas para 2030</strong></p>



<p>Abrindo a programação técnica, a gerente do Plano ABC+ no Tocantins, Marla Guedes, apresentou os avanços alcançados pelo Estado e as metas previstas até 2030.</p>



<p>Segundo ela, o Tocantins vem consolidando resultados importantes na adoção de práticas sustentáveis de produção agropecuária. “Já avançamos muito, mas ainda temos metas importantes a cumprir até 2030. Contamos com a atuação do Grupo Gestor Estadual ABC+ Tocantins, formado por representantes de 28 instituições, e temos o desafio de alcançar mais de 3 milhões de hectares em sistemas produtivos sustentáveis”, destacou.<br><br><strong>Integração lavoura-pecuária</strong><br><br>Representando a Associação de Criadores do Pará (Acripará), o produtor Mauro Lúcio apresentou experiências sobre os benefícios da Integração Lavoura-Pecuária (ILP), sistema que integra agricultura e pecuária em uma mesma área produtiva. “A Integração Lavoura-Pecuária traz diversos benefícios, especialmente em relação à rentabilidade. O sistema permite maior utilização de tecnologias, melhora a fertilidade do solo e contribui para a recuperação de áreas degradadas, tornando a produção mais eficiente e sustentável”, afirmou.<br><br><strong>Agricultura regenerativa</strong><br><br>O coordenador técnico do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (Gaas), Pablo Hardoim, abordou os benefícios das práticas regenerativas para a segurança alimentar e a saúde do solo. “O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, mas ainda precisa fortalecer a comunicação sobre a sustentabilidade da sua produção. A agricultura regenerativa permite produzir alimentos mais resilientes às mudanças climáticas, reduzir custos, utilizar os recursos de forma mais eficiente e aumentar a produtividade das propriedades rurais”, explicou.</p>



<p><strong>Investimentos para o agro sustentável</strong></p>



<p>O fórum também contou com a participação de representantes de instituições financeiras e empresas voltadas ao financiamento da produção sustentável.</p>



<p>Representando a SIM Finance, Rafael Arruda apresentou linhas de crédito destinadas a produtores que adotam práticas sustentáveis. “Nossa participação tem como objetivo mostrar alternativas de financiamento para apoiar produtores comprometidos com a sustentabilidade. Atualmente contamos com linhas específicas para o Cerrado, destinadas a produtores que atendam critérios ambientais e adotem boas práticas produtivas”, destacou.<br><br><strong>Programação</strong><br><br>A programação foi organizada em quatro painéis temáticos voltados à produção sustentável e às oportunidades para o agronegócio tocantinense: práticas de baixo carbono para produtividade e resiliência climática; benefícios das práticas regenerativas para segurança alimentar e saúde do solo; impacto da vegetação nativa na rentabilidade e regularização da agropecuária; e mecanismos financeiros voltados às práticas regenerativas e de baixo carbono.</p>



<p>As atividades ocorreram nos períodos da manhã e da tarde, reunindo especialistas e representantes do setor para discutir soluções voltadas ao desenvolvimento sustentável da agropecuária no Tocantins.<br><br><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins<br></em><br></p>
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		<item>
		<title>Tocantins consolida diversificação agrícola com avanço das culturas de segunda safra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-consolida-diversificacao-agricola-com-avanco-das-culturas-de-segunda-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[feijão-mungo]]></category>
		<category><![CDATA[Gergelim]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safrinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Conab indicam cenário favorável para as culturas de segunda safra no estado, impulsionando a diversificação produtiva, ampliando oportunidades de exportação e fortalecendo a geração de renda no campo. O Tocantins iniciou a colheita das culturas de segunda safra com perspectivas positivas para o setor agropecuário. Milho, gergelim e feijão-mungo vêm consolidando sua importância [&#8230;]</p>
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<p><em>Dados da Conab indicam cenário favorável para as culturas de segunda safra no estado, impulsionando a diversificação produtiva, ampliando oportunidades de exportação e fortalecendo a geração de renda no campo.</em></p>



<p>O Tocantins iniciou a colheita das culturas de segunda safra com perspectivas positivas para o setor agropecuário. Milho, gergelim e feijão-mungo vêm consolidando sua importância nos sistemas produtivos estaduais, ampliando a diversificação agrícola, fortalecendo as exportações e contribuindo para a geração de renda no campo.</p>



<p>De acordo com o 8º Levantamento da Safra 2025/2026 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as condições climáticas registradas ao longo do ciclo favoreceram o desenvolvimento das culturas de segunda safra, especialmente nas principais regiões produtoras do estado, garantindo boas expectativas de produtividade e produção.</p>



<p>Entre os destaques está o milho segunda safra, que ocupou aproximadamente 441,6 mil hectares, com produção estimada em 2,29 milhões de toneladas, representando mais de 23% de toda a produção estadual de grãos. O cereal segue como uma das principais alternativas econômicas para os produtores após a colheita da soja, consolidando o Tocantins entre os principais polos produtores do Matopiba.</p>



<p>O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, explicou que os resultados da segunda safra refletem a consolidação do Tocantins como uma das principais fronteiras agrícolas do país e demonstram a capacidade dos produtores de ampliar a produção com diversificação e sustentabilidade.</p>



<p>“O nosso estado vive um momento muito positivo no campo. Além do crescimento da produção de grãos, estamos observando o fortalecimento de culturas estratégicas como o milho, o gergelim e o feijão-mungo, que ampliam as oportunidades de mercado para os produtores. Esse avanço é resultado da combinação entre tecnologia, investimento, condições favoráveis de produção e políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor agropecuário”, destacou.</p>



<p>Fred Sodré também ressaltou que a diversificação produtiva contribui para aumentar a competitividade do Estado e gerar novas oportunidades de renda. “Essas culturas fortalecem a economia rural, ampliam as exportações e ajudam a consolidar o Tocantins como um ambiente cada vez mais atrativo para novos investimentos agroindustriais”, completou.</p>



<p><strong>Culturas ganham espaço no mercado</strong></p>



<p>Outra cultura que ganha relevância é o gergelim, cultivado principalmente para atender o mercado internacional. Mesmo com uma leve redução de área nesta safra, o estado deverá produzir cerca de 48,5 mil toneladas, mantendo-se como uma importante fronteira de expansão da cultura no Brasil. O produto tem como principais destinos mercados asiáticos, entre eles China, Índia, Japão, Coreia do Sul e países do Oriente Médio, onde a demanda por alimentos e ingredientes naturais segue crescente.</p>



<p>Já o feijão-mungo, inserido nas estatísticas da segunda safra de feijão, continua ampliando sua participação nas regiões produtoras tocantinenses. A cultura tem despertado interesse crescente dos agricultores devido ao seu ciclo curto, menor custo de produção e elevado potencial de exportação. Grande parte da produção estadual é destinada ao mercado externo, especialmente para países asiáticos, onde o grão é amplamente utilizado na alimentação humana e na indústria de alimentos.</p>



<p><strong>Diversificação e agroindustrialização</strong></p>



<p>O engenheiro agrônomo da Seagro, Thadeu Teixeira Júnior, afirma que as culturas de segunda safra vêm desempenhando papel cada vez mais estratégico para o desenvolvimento agropecuário do estado. “O milho, o gergelim e o feijão-mungo representam muito mais do que alternativas de cultivo após a soja. São culturas que ampliam a renda do produtor, promovem maior eficiência no uso da terra, contribuem para a sustentabilidade dos sistemas produtivos e fortalecem a inserção do Tocantins no mercado internacional. A consolidação dessas culturas demonstra a capacidade do produtor tocantinense em inovar, diversificar e atender diferentes mercados consumidores”, afirmou.</p>



<p>Além disso, o engenheiro agrônomo destacou que o milho deverá ganhar importância ainda maior nos próximos anos em razão dos investimentos em agroindustrialização que estão sendo realizados no estado. “O Tocantins vive um momento importante de transformação econômica. A chegada de novas usinas de etanol de milho criará uma demanda permanente por matéria-prima, agregando valor à produção agrícola local. Além do mercado tradicional de exportação e da cadeia de proteína animal, teremos uma nova fronteira de consumo interno, capaz de estimular investimentos em tecnologia, armazenagem, logística e expansão sustentável da produção, gerando consequentemente milhares de empregos”, ressaltou.</p>



<p>O uso da sucessão de culturas, a produção de palhada para o sistema de plantio direto e a integração entre agricultura e pecuária aumentam a eficiência produtiva e favorecem a conservação dos recursos naturais.</p>



<p>Com uma produção total de grãos estimada em 9,94 milhões de toneladas na safra 2025/2026, crescimento superior a 8% em relação ao ciclo anterior, o Tocantins reafirma sua posição como um dos principais produtores de grão do país e demonstra que a diversificação produtiva continuará sendo um dos pilares do desenvolvimento econômico estadual nos próximos anos.<br><br><em>Por Secom Tocantins. </em></p>
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		<title>Engorda de gado: veja o que diz especialista sobre o uso exclusivo da silagem de milho</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/engorda-de-gado-veja-o-que-diz-especialista-sobre-o-uso-exclusivo-da-silagem-de-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[silagem de milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O produtor Roque Zeniar dos Santos, do município de Feliz, localizado na Serra Gaúcha (RS), está planejando fechar o seu gado no cocho e trouxe um questionamento comum na região, onde há uma forte tradição de lavouras. Ele pergunta: é possível obter eficiência produtiva e rentabilidade fornecendo exclusivamente silagem de milho na calha do cocho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O produtor Roque Zeniar dos Santos, do município de Feliz, localizado na Serra Gaúcha (RS), está planejando fechar o seu gado no cocho e trouxe um questionamento comum na região, onde há uma forte tradição de lavouras. Ele pergunta: é possível obter eficiência produtiva e rentabilidade fornecendo exclusivamente silagem de milho na calha do cocho para terminar os animais?</p>



<p>Ao quadro “Giro do Boi Responde”, do programa Giro do Boi, o doutor em zootecnia e consultor Rogério Coan foi categórico ao afirmar que essa prática deve ser evitada. Segundo ele, por melhor que seja a qualidade do volumoso produzido na fazenda, apostar em uma dieta exclusiva de silagem é uma armadilha que resulta em prejuízo financeiro.</p>



<p><strong>A resposta do especialista<br></strong><br>De acordo com Rogério Coan, o erro do pecuarista é acreditar no mito da autossuficiência do volumoso. Muitas vezes, o produtor observa uma silagem de milho de alta qualidade e assume que ela é suficiente para engordar o gado. Essa crença, no entanto, é um equívoco biológico, visto que a silagem sozinha não consegue atender às exigências nutricionais de um animal em alta performance.</p>



<p>Para que um boi atinja um Ganho Médio Diário (GMD) superior a 1,5 kg ou 1,6 kg no confinamento, o rúmen necessita de um equilíbrio adequado entre energia e proteína, o que a silagem isolada não possui. A silagem de milho é predominantemente energética e fibrosa, mas seu teor de proteína é extremamente baixo, variando entre seis e sete por cento de proteína bruta (PB).</p>



<p><strong>Consequências de uma dieta desbalanceada<br></strong><br>Quando o animal consome uma dieta desbalanceada, com excesso de amido proveniente do milho e pouca proteína verdadeira, ocorre um grave erro metabólico. O animal não consegue desenvolver tecido magro e acaba ganhando peso de forma ineficiente, resultando no que os especialistas chamam de “boi sapo” ou “tijolo”. Isso leva a um aumento no tempo de cocho e, consequentemente, ao aumento dos custos da arroba produzida.</p>



<p>Para que Roque Zeniar aproveite ao máximo o milho plantado em sua propriedade, ele deve utilizar a silagem como fonte de fibra e complementá-la com ração concentrada. Rogério Coan orienta que o produtor estruture a mistura com componentes que garantam um equilíbrio nutricional adequado.</p>



<p><strong>Orientação prática para o produtor<br></strong><br>O especialista enfatiza que ter uma boa silagem de milho é um trunfo para reduzir os custos do volumoso, mas que o boi não engorda com saúde e velocidade apenas consumindo silagem. Ele recomenda que os produtores procurem um técnico ou uma fábrica de rações parceira na Serra Gaúcha para desenvolver um concentrado proteico e mineral que complemente a dieta da boiada.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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