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	<title>DNIT Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>DNIT Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Estado autoriza balsa emergencial para garantir mobilidade entre Pedro Afonso e Tupirama</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estado-autoriza-balsa-emergencial-para-garantir-mobilidade-entre-pedro-afonso-e-tupirama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serviço funcionará no trecho da rodovia TO-010, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama A Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (ATR), publicou, nesta sexta-feira, 22, no Diário Oficial do Estado (DOE), autorização emergencial para que a empresa Pipes Empreendimentos Ltda. opere o serviço de travessia hidroviária intermunicipal entre Pedro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br><em>Serviço funcionará no trecho da rodovia TO-010, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama</em></p>



<p>A Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (ATR), publicou, nesta sexta-feira, 22, no Diário Oficial do Estado (DOE), autorização emergencial para que a empresa Pipes Empreendimentos Ltda. opere o serviço de travessia hidroviária intermunicipal entre Pedro Afonso e Tupirama. A medida terá validade enquanto perdurar a interrupção total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, determinada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A empresa autorizada deverá operar a embarcação “ATR 250”, registrada na Capitania dos Portos e vinculada ao DNIT.&nbsp;</p>



<p>O serviço funcionará no trecho da rodovia TO-010, entre os municípios de <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Pedro+Afonso"><strong>Pedro Afonso e Tupirama</strong></a>. A empresa será a  responsável integral pela operação da travessia, incluindo a manutenção da embarcação, a regularidade documental, a segurança dos usuários e o cumprimento das normas da Marinha. <br><br>A interdição ocorreu após o DNIT ter identificado o agravamento de fissuras, surgimento de novas trincas e sinais de subsidência na estrutura da ponte, comprometendo a mobilidade entre os municípios e o transporte de passageiros, veículos e cargas na região. <br><br>O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, afirmou que o Estado acompanha de forma permanente a situação da travessia entre Pedro Afonso e Tupiratins e que a autorização emergencial busca garantir segurança e mobilidade à população afetada. “Desde o primeiro momento em que fomos informados sobre a situação da ponte, determinamos que todos os órgãos do Governo atuassem de forma rápida para minimizar os impactos à população. A autorização emergencial da travessia hidroviária garante o direito de ir e vir das famílias, mantém o transporte de mercadorias e assegura que os serviços essenciais continuem funcionando na região. Nossa prioridade é proteger vidas e garantir segurança aos tocantinenses”, frisou. <br><br>A ATR esteve na ponte e está coordenando medidas emergenciais para garantir a travessia provisória da população entre os municípios. O presidente da ATR, Tom Lyra, destaca que o órgão atuará no sentido de fiscalizar e proteger o cidadão tocantinense. “Por determinação do governador Wanderlei Barbosa, equipes do Governo do Estado atuam na região para assegurar o deslocamento da população de forma segura. Estivemos reunidos com a Associação dos Barqueiros para garantir o deslocamento dos estudantes e a empresa Pipes irá viabilizar a travessia e a balsa. Juntos iremos amenizar os impactos que foram gerados após a interdição da ponte”, afirmou.<br><br>Desde quarta-feira, 20, o governador Wanderlei Barbosa, por meio da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto),  já havia adotado medidas emergenciais para garantir a mobilidade e o atendimento à população após a interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235,  localizada no KM 163,89, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama. Entre as ações determinadas pelo chefe do Executivo estadual estão a mobilização de embarcações para auxiliar na travessia da população e a manutenção das rodovias alternativas utilizadas no acesso à região.<br><br><strong>Rotas Alternativas<br></strong><br>Como alternativa, o DNIT definiu um novo trajeto para circulação entre os municípios: seguir pela <strong>BR-153 até Guaraí</strong>, acessar a <strong>TO-239 em direção a Tupiratins</strong>, realizar a <strong>travessia por balsa até Itaperatins</strong>, seguir pela <strong>TO-239 passando por Itacajá</strong>, continuar pela <strong>BR-010 até Santa Maria do Tocantins</strong> e acessar a <strong>TO-010 no sentido de Pedro Afonso</strong>. <br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="733" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a.webp 573w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a-300x220.webp 300w" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a.webp" alt=""><br><em>(Foto: DNIT).</em></p>



<p><strong>Mobilidade e serviços essenciais já sentem reflexos</strong></p>



<p>Os efeitos da interdição já começam a aparecer na rotina da população. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram pacientes sendo transportados em pequenas embarcações improvisadas para cruzar o Rio Tocantins.</p>


<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DYnRoCDO3Cn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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</blockquote>
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<p><strong>Agro teme aumento de custos e atraso na próxima safra</strong></p>



<p>Para o setor produtivo, a principal preocupação está nos impactos sobre logística, abastecimento e competitividade.<br><br><img decoding="async" width="1000" height="666" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1.webp 1280w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-1024x682.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-1140x760.webp 1140w"><br><em>Simone Sandri, Presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso</em></p>



<p>A presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso, Simone Sandri, afirma que os efeitos já atingem produtores, trabalhadores e empresas que dependem da travessia.</p>



<p><em>“A interdição da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, que liga os municípios de Tupirama e Pedro Afonso, representa um duro golpe para toda a região. Os prejuízos já começam a ser sentidos diretamente pela população, pelos produtores rurais, transportadores, comerciantes e trabalhadores que dependem diariamente dessa ligação. O desvio imposto aumenta significativamente as distâncias, eleva os custos logísticos, atrasa o transporte de insumos e o escoamento da produção agrícola, além de comprometer o abastecimento e a mobilidade regional”, afirma.</em></p>



<p>Ela também destaca que a estrutura é estratégica para o agronegócio regional.</p>



<p><em>“A ponte é considerada estratégica para o agronegócio tocantinense, especialmente para o escoamento de grãos, transporte de defensivos, fertilizantes, máquinas agrícolas e circulação de trabalhadores do setor produtivo. Sua paralisação afeta diretamente a economia regional e coloca em risco a competitividade do agro no Médio Norte do Tocantins”, completa.</em></p>



<p><strong>FAET e entidades rurais pedem resposta rápida</strong></p>



<p>Em nota, o Sistema FAET/SENAR e o Sindicato Rural de Pedro Afonso afirmaram que compreendem a necessidade da interdição por segurança, mas alertam para os impactos em um período importante para o escoamento da safra.</p>



<p>Segundo as entidades,&nbsp;<strong>mais de 100 carretas utilizam diariamente a travessia para transporte de grãos, insumos e mercadorias</strong>. A FAET informou ainda que acionou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para acompanhar o caso e buscar medidas emergenciais junto ao Governo Federal.</p>



<p><strong>COAPA alerta para exportação e aumento do frete</strong></p>



<p>Com sede em Pedro Afonso e atuação em 21 municípios, a COAPA avalia que o bloqueio afeta diretamente a competitividade da produção regional.<br><br><img decoding="async" width="1000" height="1265" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38.webp 1265w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-237x300.webp 237w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-810x1024.webp 810w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-768x971.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-1214x1536.webp 1214w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-750x949.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-1140x1442.webp 1140w"><br><em>Presidente da Coapa, Ricardo Khouri.</em></p>



<p>Para o presidente da cooperativa, Ricardo Khouri, existe preocupação imediata com os grãos armazenados na margem direita do Rio Tocantins que ainda precisam seguir até Palmeirante para embarque ferroviário com destino à exportação.</p>



<p><em>“Essas empresas que compram nossa produção trabalham com uma cadeia logística muito bem dimensionada e, diante de um gargalo tão sério como esse, existe o risco de renegociação e desvalorização do produto produzido aqui na região, porque aumenta o custo para ele chegar ao mercado consumidor”, afirma.</em></p>



<p>Khouri também alerta para impactos na próxima safra.</p>



<p><em>“Dificulta a chegada dos insumos para a próxima safra de verão. Fertilizantes, sementes e produtos químicos dependem dessa logística. O que a gente espera é que sejam colocadas balsas capazes de transportar grandes caminhões o mais rápido possível”, destaca.</em></p>



<p>Segundo a estimativa da cooperativa, o novo trajeto adiciona cerca de 120 a 130 quilômetros ao percurso e pode elevar o custo logístico entre R$ 8 e R$ 10 por tonelada transportada.<br><br><em>Com informações da Secom do Governo do Tocantins. </em></p>
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		<title>Bloqueio de ponte entre Pedro Afonso e Tupirama preocupa produtores e pode afetar escoamento agrícola na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Coapa]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Afonso]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato rural de Pedro Afonso]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tupirama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interdição altera logística e amplia preocupação no Médio Norte A interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235/TO, entre Pedro Afonso e Tupirama, realizada na última quarta-feira, 20 de maio, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), acendeu um alerta entre produtores rurais, transportadores e moradores da região. Segundo o DNIT, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Interdição altera logística e amplia preocupação no Médio Norte</em></p>



<p>A interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235/TO, entre Pedro Afonso e Tupirama, realizada na última <strong>quarta-feira, 20 de maio</strong>, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), acendeu um alerta entre produtores rurais, transportadores e moradores da região.</p>



<p>Segundo o DNIT, a decisão foi tomada de forma preventiva após vistoria técnica identificar manifestações estruturais que exigem avaliação aprofundada. O órgão informou que ainda realiza estudos e inspeções para definir as causas e as medidas necessárias para recuperação da estrutura.</p>



<p>Como alternativa, o DNIT definiu um novo trajeto para circulação entre os municípios: seguir pela <strong>BR-153 até Guaraí</strong>, acessar a <strong>TO-239 em direção a Tupiratins</strong>, realizar a <strong>travessia por balsa até Itaperatins</strong>, seguir pela <strong>TO-239 passando por Itacajá</strong>, continuar pela <strong>BR-010 até Santa Maria do Tocantins</strong> e acessar a <strong>TO-010 no sentido de Pedro Afonso</strong>. O órgão também informou que estuda ampliar a operação de balsas para reduzir os impactos.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="733" class="wp-image-23718" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a.webp 573w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a-300x220.webp 300w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>(Foto: DNIT).</em></p>



<p><strong>Mobilidade e serviços essenciais já sentem reflexos</strong></p>



<p>Os efeitos da interdição já começam a aparecer na rotina da população. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram pacientes sendo transportados em pequenas embarcações improvisadas para cruzar o Rio Tocantins.</p>


<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DYnRoCDO3Cn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DYnRoCDO3Cn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Um post compartilhado por Tocantins Rural / Notícias &amp; Agro (@tocantinsrural)</a></p>
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<p>Diante da situação, o governador Wanderlei Barbosa determinou medidas emergenciais para apoiar a região, entre elas a mobilização de embarcações e manutenção das rotas alternativas.</p>



<p>Segundo o Governo do Estado, equipes da Ageto já iniciaram trabalhos nas estradas utilizadas como desvio para evitar o isolamento de moradores de Pedro Afonso, Tupirama, Bom Jesus do Tocantins e municípios vizinhos.</p>



<p><strong>Agro teme aumento de custos e atraso na próxima safra</strong></p>



<p>Para o setor produtivo, a principal preocupação está nos impactos sobre logística, abastecimento e competitividade.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="666" class="wp-image-23716" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1.webp 1280w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-1024x682.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-1140x760.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>Simone Sandri, Presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso</em></p>



<p>A presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso, Simone Sandri, afirma que os efeitos já atingem produtores, trabalhadores e empresas que dependem da travessia.</p>



<p><em>“A interdição da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, que liga os municípios de Tupirama e Pedro Afonso, representa um duro golpe para toda a região. Os prejuízos já começam a ser sentidos diretamente pela população, pelos produtores rurais, transportadores, comerciantes e trabalhadores que dependem diariamente dessa ligação. O desvio imposto aumenta significativamente as distâncias, eleva os custos logísticos, atrasa o transporte de insumos e o escoamento da produção agrícola, além de comprometer o abastecimento e a mobilidade regional”, afirma.</em></p>



<p>Ela também destaca que a estrutura é estratégica para o agronegócio regional.</p>



<p><em>“A ponte é considerada estratégica para o agronegócio tocantinense, especialmente para o escoamento de grãos, transporte de defensivos, fertilizantes, máquinas agrícolas e circulação de trabalhadores do setor produtivo. Sua paralisação afeta diretamente a economia regional e coloca em risco a competitividade do agro no Médio Norte do Tocantins”, completa.</em></p>



<p><strong>FAET e entidades rurais pedem resposta rápida</strong></p>



<p>Em nota, o Sistema FAET/SENAR e o Sindicato Rural de Pedro Afonso afirmaram que compreendem a necessidade da interdição por segurança, mas alertam para os impactos em um período importante para o escoamento da safra.</p>



<p>Segundo as entidades, <strong>mais de 100 carretas utilizam diariamente a travessia para transporte de grãos, insumos e mercadorias</strong>. A FAET informou ainda que acionou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para acompanhar o caso e buscar medidas emergenciais junto ao Governo Federal.</p>



<p><strong>COAPA alerta para exportação e aumento do frete</strong></p>



<p>Com sede em Pedro Afonso e atuação em 21 municípios, a COAPA avalia que o bloqueio afeta diretamente a competitividade da produção regional.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1265" class="wp-image-23717" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38.webp 1265w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-237x300.webp 237w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-810x1024.webp 810w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-768x971.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-1214x1536.webp 1214w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-750x949.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-1140x1442.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>Presidente da Coapa, Ricardo Khouri. </em></p>



<p>Para o presidente da cooperativa, Ricardo Khouri, existe preocupação imediata com os grãos armazenados na margem direita do Rio Tocantins que ainda precisam seguir até Palmeirante para embarque ferroviário com destino à exportação.</p>



<p><em>“Essas empresas que compram nossa produção trabalham com uma cadeia logística muito bem dimensionada e, diante de um gargalo tão sério como esse, existe o risco de renegociação e desvalorização do produto produzido aqui na região, porque aumenta o custo para ele chegar ao mercado consumidor”, afirma.</em></p>



<p>Khouri também alerta para impactos na próxima safra.</p>



<p><em>“Dificulta a chegada dos insumos para a próxima safra de verão. Fertilizantes, sementes e produtos químicos dependem dessa logística. O que a gente espera é que sejam colocadas balsas capazes de transportar grandes caminhões o mais rápido possível”, destaca.</em></p>



<p>Segundo a estimativa da cooperativa, o novo trajeto adiciona cerca de 120 a 130 quilômetros ao percurso e pode elevar o custo logístico entre R$ 8 e R$ 10 por tonelada transportada.</p>



<p></p>
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		<title>Após bloqueio de ponte entre Pedro Afonso e Tupirama, Estado garante rotas alternativas e travessias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Afonso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, determinou nesta quarta-feira, 20, a adoção de medidas emergenciais para garantir a mobilidade e o atendimento à população após a interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, localizada na BR-235/TO, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama. O bloqueio foi realizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de [&#8230;]</p>
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<p>O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, determinou nesta quarta-feira, 20, a adoção de medidas emergenciais para garantir a mobilidade e o atendimento à população após a interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, localizada na BR-235/TO, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama. O bloqueio foi realizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).</p>



<p>Entre as ações anunciadas pelo Governo do Tocantins estão a mobilização de embarcações para auxiliar na travessia da população e a manutenção das rodovias alternativas utilizadas no acesso à região.</p>



<p>Em vídeo divulgado nas redes sociais, o governador Wanderlei Barbosa informou que autorizou o presidente da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), Túlio Labre, a adotar as providências necessárias para reduzir os impactos causados pela interrupção do tráfego na ponte.</p>



<p>“Estou autorizando o presidente da Ageto, Túlio Labre, para que ele consiga, o mais rapidamente possível, embarcações para auxiliar a população de Pedro Afonso, a população de Tupirama, também de Bom Jesus. Nós sabemos que esses dias serão difíceis, porque ali a mobilidade é grande, indo e voltando nas duas direções, e vamos também melhorar a estrada que liga Tocantínia. É um socorro imediato que nós vamos fazer”, destacou o governador.</p>



<p>O chefe do Executivo estadual também reforçou que o Estado atuará para garantir trafegabilidade nas rotas alternativas e minimizar os transtornos enfrentados pelos moradores da região.</p>



<p>O presidente da Ageto, Túlio Labre, informou que as equipes já iniciaram os trabalhos para manutenção das vias alternativas.</p>



<p>“Já acionamos as empresas para iniciar melhorias nas vias que dão acesso a Pedro Afonso e garantir trafegabilidade aos moradores de toda a região, para que ninguém fique isolado”, afirmou.</p>



<p><strong>Rotas alternativas</strong></p>



<p>Motoristas que precisam se deslocar entre Pedro Afonso e Tupirama devem seguir pela BR-153 até Guaraí, acessar a TO-239 em direção a Tupiratins e realizar a travessia por balsa até Itapiratins. Em seguida, o trajeto continua pela TO-239, passando por Itacajá, depois pela BR-010 até o entroncamento de Santa Maria do Tocantins, com acesso final pela TO-010 no sentido de Pedro Afonso.</p>



<p>A interdição preventiva da ponte ocorreu após equipes técnicas identificarem agravamento de fissuras, surgimento de novas trincas e subsidência na estrutura. O bloqueio foi realizado em caráter preventivo para garantir a segurança dos usuários da via.</p>



<p>O Governo do Tocantins segue acompanhando a situação e prestando apoio às comunidades afetadas, enquanto são realizados os estudos técnicos e as avaliações necessárias sobre a estrutura da ponte.<br><br><em>Por Leydiane Lima/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Obras da ponte que liga Maranhão e Tocantins avançam e chegam a 75% de execução, segundo DNIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As obras de reconstrução da ponte Juscelino Kubitscheck, que liga o Maranhão ao Tocantins, estão com 75% dos serviços executados e finalizados, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT). A ponte caiu em dezembro de 2024 e a previsão é que a obra seja entregue até o fim de 2025. A ponte sobre o Rio [&#8230;]</p>
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<p>As obras de reconstrução da ponte Juscelino Kubitscheck, que liga o Maranhão ao Tocantins,<strong> estão com 75% dos serviços executados e finalizados</strong>, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT). A ponte caiu em dezembro de 2024 e a previsão é que a obra seja entregue até o fim de 2025.</p>



<p>A ponte sobre o Rio Tocantins liga os municípios de Estreito (MA) e Aguiarnopólis (TO) e faz parte de um trecho da BR-226. O investimento do Governo Federal para a reconstrução da estrutura é de R$ 171,1 milhões.</p>



<p>A estrutura que fará a travessia do Rio Tocantins&nbsp;terá 630 metros de extensão,&nbsp;19 metros de largura&nbsp;e um&nbsp;vão livre de 154 metros. Essa nova estrutura deverá receber um&nbsp;sistema de monitoramento de deformações e vibrações.</p>



<p>De acordo com o DNIT, a ponte terá duas faixas de rolamento de 3,6 metros cada, dois acostamentos com três metros cada, barreiras de proteção do tipo New Jersey, dois passeios para pedestres e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p>O acidente causou a morte de 14 pessoas e até hoje,&nbsp;<strong>três seguem desaparecidas</strong>, segundo a Marinha do Brasil. São elas&nbsp;<strong>Salmon Alves Santos</strong>, de 65 anos;&nbsp;<strong>Felipe Giuvannuci Ribeiro</strong>, 10 anos, e<strong>&nbsp;Gessimar Ferreira da Costa</strong>, de 38 anos.</p>



<p>Um laudo da Polícia Federal apontou que a <strong>ponte desabou por conta da deformação do vão central</strong>, causado pelo <strong>excesso de peso dos veículos</strong>.</p>



<p><strong>Detalhes da nova estrutura</strong></p>



<p>Após o desabamento da ponte, o que sobrou da estrutura foi implodido em 2 de fevereiro e, logo depois, as obras foram iniciadas no local. Foram usados mais de 250 kilos de explosivos.</p>



<p>A estrutura está sendo construída com o método de balanço sucessivo. A técnica é utilizada para construir pontes e viadutos de grandes vãos, especialmente, quando não é possível usar escoramentos convencionais apoiados no solo.</p>



<p>Com isso, a estrutura está sendo executada em segmentos que são concretados ou pré-moldados e avançam em balanço. Eles são colocados um atrás do outro a partir de um ou mais pilares. Em setembro, foram colocados todas as 24 fundações e os 26 pilares da ponte.</p>



<p>As 45 vigas pré-moldadas que vão compor a nova Obra de Arte Especial (OAE) também foram concluídas e a montagem de cinco das nove lajes foram concretadas.</p>



<p>Ao todo, mais de 500 profissionais se revezam em dois turnos, somando quase 24 horas de trabalho, inclusive aos domingos e feriados, para entregar a estrutura no prazo.</p>



<p><strong>O acidente</strong><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>O acidente aconteceu na ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os estados de Maranhão e Tocantins no dia 22 de dezembro de 2024.</p>



<p>A estrutura foi construída na década de 1960, tem 533 metros de extensão e liga as cidades de Estreito, no Maranhão, e Aguiarnópolis, no Tocantins, pela BR-226.</p>



<p>O laudo final que aponta as causas do desabamento aponta que a ponte desabou por conta da deformação do vão central,<strong> causada pelo excesso de peso dos veículos</strong>. O processo de colapso durou entre 15 segundos. O vão central caiu em menos de um segundo.</p>



<p>A perícia da Polícia Federal durou mais de sete meses. Os peritos usaram drones, scanners a laser e modelagem 3D para reconstruir a cena do colapso.</p>



<p>Dos veículos que caíram no rio estavam carretas carregadas de defensivos agrícolas e ácido sulfúrico. O processo de retirada desses materiais ainda não foi finalizado.</p>



<p><em>Por g1 MA. </em></p>
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		<title>Ponte de R$ 200 milhões entre Tocantins e Pará deve ser concluída em 2025, afirma DNIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 12:19:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conclusão da ponte que vai ligar o Tocantins e o Pará pelos municípios de Xambioá e São Geraldo ainda não tem data para entrega. Mas, a promessa, segundo o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabrício de Oliveira Galvão, é que a estrutura sobre o Rio Araguaia seja liberada ainda em 2025. A [&#8230;]</p>
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<p>A conclusão da ponte que vai ligar o Tocantins e o Pará pelos municípios de Xambioá e São Geraldo ainda não tem data para entrega. Mas, a promessa, segundo o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabrício de Oliveira Galvão, é que a estrutura sobre o Rio Araguaia seja liberada ainda em 2025.</p>



<p>A declaração foi dada em evento no Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, nesta quarta-feira (27), durante assinatura do termo de federalização da TO-050, entre Palmas e Silvanópolis. A ponte, no norte do Tocantins, está quase pronta, mas ainda depende da construção de cabeceiras.</p>



<p>&#8220;Hoje a gente inicia as obras de encabeçamento da ponte de Xambioá. Próxima quinzena de setembro a gente vai iniciar as obras de bueiros, contenção em gabião para iniciar aquela obra [&#8230;]. Então a gente efetivou a desapropriação, negociou judicialmente com as famílias, fez um projeto de desapropriação, licitou, contratou, e hoje estamos iniciando para, ainda esse ano, voltar ao estado do Tocantins e liberar a ponte de Xambioá&#8221;, comentou o diretor-geral.</p>



<p>O DNIT comentou que a construção dos aterros da ponte<strong>&nbsp;está prevista para começar em setembro</strong>&nbsp;e que essa é uma &#8220;etapa fundamental para o avanço da obra&#8221;, o que garantirá o início da operação ainda este ano.</p>



<p>&#8220;Na próxima quinzena de setembro, a gente vai começar as obras de bueiros, contenção em gabião para dar continuidade àquela obra&#8221;, complementou Fabrício Galvão.</p>



<p>Um dos desafios para o andamento da obra foi a desapropriação de moradores nas proximidades da ponte. &#8220;Nós tínhamos os últimos pilares da ponte que sequer tinham desapropriação, eles precisaram remover 12 casas para a conclusão da ponte&#8221;, explicou o diretor-geral.</p>



<p><strong>Detalhes da ponte</strong></p>



<p>A ponte terá 1.724 metros de extensão e a expectativa é que mais de 1,5 milhão de pessoas sejam beneficiadas. O Consórcio A. Gaspar/Arteleste/V. Garambone é o responsável pela construção.</p>



<p>Segundo a Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal, os acessos à ponte sobre o Rio Araguaia terão extensão de 2.010 metros, sendo 310 metros no lado do Pará e 1.700 metros no lado do Tocantins.</p>



<p>Os acessos serão feitos com plataforma de 12 metros de largura de pista e acostamento e calçadas com 1,50 metro de largura para cada lado. Esses acessos também contarão com a implantação de vias marginais à rodovia.</p>



<p>O contrato para a obra da ponte, que faz parte da BR-153, foi assinado desde 2017, no governo Temer. A primeira previsão para o início da construção era 2018 com estimativa de três anos para a entrega. Mas a obra foi alvo de disputa judicial e a ordem de serviço só foi assinada pelo DNIT em 2020.</p>



<p>O valor da construção também sofreu alterações ao longo dos anos. Quando anunciada pelo governo Temer, a obra estava orçada em R$ 132 milhões. Quase três anos depois, a ordem de serviço previa os custos com o projeto em R$ 157 milhões. Agora, segundo o DNIT, os valores somados de ponte e acessos devem ultrapassar R$ 232,8 milhões.<br><br><em>Por Patricia Lauris, Aurora Fernandes, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Sem acessos, ponte de R$ 200 milhões entre Tocantins e Pará continua sem previsão de entrega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Acessos]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão de entrega]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção da ponte que liga os estados do Tocantins e Pará pelos municípios de Xambioá e São Geraldo, sobre o Rio Araguaia, ainda não foi concluída por falta dos acessos à estrutura. Essa etapa depende de desapropriações na região onde a ponte foi construída. O contrato para a obra da ponte foi assinado em 2017, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A construção da ponte que liga os estados do Tocantins e Pará pelos municípios de Xambioá e São Geraldo, sobre o Rio Araguaia, ainda não foi concluída por falta dos acessos à estrutura. Essa etapa depende de desapropriações na região onde a ponte foi construída.</p>



<p>O contrato para a obra da ponte foi assinado em 2017, no governo Temer.&nbsp;Nesse período, o custo da estrutura saltou de R$ 132 milhões para R$ 204,2 milhões, sem contar os R$ 28,6 milhões que devem ser investidos apenas nos acessos.</p>



<p>A travessia entre os dois estados faz parte da BR-153 e devia ter sido entregue há mais de dois anos. Quem avista a estrutura de longe vê a ponte quase pronta. Os acessos serão construídos do km 151,56 da rodovia ao km 151,87 do lado do Pará, e do km 1,20 ao km 2,90 do lado do Tocantins.</p>



<p>De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT),&nbsp;<strong>a entrega deve acontecer no segundo semestre de 2025, mas a data certa não foi informada.</strong>&nbsp;Isso porque ainda será preciso concluir processos de desapropriação de moradores do lado do Pará.</p>



<p>No Tocantins, o DNIT informou que todos os processos foram concluídos no primeiro semestre deste ano. Mas no estado vizinho ainda vão ocorrer as primeiras audiências de conciliação, agendadas para os dias 6 e 7 de agosto deste ano.</p>



<p><strong>Acidente com a estrutura</strong></p>



<p>Até o momento, a estrutura avaliada em R$ 204,2 milhões está 95% pronta, dependendo apenas da construção dos acessos. O investimento para esta etapa final é de aproximadamente R$ 28,6 milhões.</p>



<p>Enquanto a obra não é entregue para uso dos motoristas, a travessia pelo Rio Araguaia segue sendo feita por balsas operadas pela empresa Pipes Empreendimentos LTDA. Na segunda-feira (14), uma das embarcações colidiu com um pilar da ponte em construção.</p>



<p>A balsa estava carregada com ônibus e caminhões e, de acordo com a Pipes, a força dos ventos somada à altura dos veículos empurrou a balsa contra um dos pilares, causando a colisão. O incidente causou danos à embarcação, mas não houve prejuízos à ponte e nem deixou feridos.</p>



<p>Um rebocador, segundo a Pipes, fez o resgate da balsa. A empresa afirmou ainda que um dos problemas enfrentados pelas embarcações é o estreitamento do canal da travessia próximo à ponte, causado pela estiagem. A Pipes destacou que esse fato aumenta os &#8220;desafios operacionais&#8221; na travessia dos veículos&nbsp;<em>(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<p>A Pipes ainda comentou que a Capitania dos Portos de Palmas determinou a retirada da embarcação de tráfego até a conclusão da perícia. Mas a situação tem gerado filas na travessia, tanto no lado do Tocantins quanto no lado do Pará.</p>



<p>A Marinha informou que assim que tomou conhecimento do acidente enviou uma equipe de perícia para o trecho. Foram colhidas provas testemunhal, pericial e documental e a liberação da embarcação só deve acontecer após conclusão de um inquérito, no prazo de 90 dias&nbsp;<em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/DLqjYUmBnt2UhbSHu5HdZHfDthk=/0x0:1300x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/A/B/jOGRjHS5ClQEyo15ibCQ/foto-e-montagem-vertical-8-.png" alt="Fila de veículos para pegar a balsa, segundo a Pipes — Foto: Divulgação/Pipes"/></figure>



<p><em>Fila de veículos para pegar a balsa, segundo a Pipes — Foto: Divulgação/Pipes</em></p>



<p><strong>Detalhes da ponte</strong></p>



<p>A ponte terá 1.724 metros de extensão e a expectativa é que mais de 1,5 milhão de pessoas sejam beneficiadas. O Consórcio A. Gaspar/Arteleste/V. Garambone é o responsável pela construção.</p>



<p>Segundo a Secretaria de Comunicação Social do governo federal, os acessos à ponte sobre o Rio Araguaia terão extensão de 2.010 metros, sendo 310 metros no lado do Pará e 1.700 metros no lado do Tocantins.</p>



<p>Os acessos serão feitos com plataforma de 12 metros de largura de pista e acostamento e calçadas com 1,50 metro de largura para cada lado. Esses acessos também contarão com a implantação de vias marginais à rodovia.</p>



<p>O contrato para a obra da ponte foi assinado desde 2017, no governo Temer. A primeira previsão para o início da construção era 2018 com estimativa de três anos para a entrega. Mas a obra foi alvo de disputa judicial e a ordem de serviço só foi assinada pelo DNIT em 2020.</p>



<p>O valor da construção também sofreu alterações ao longo dos anos. Quando anunciada pelo governo Temer, a obra estava orçada em R$ 132 milhões. Quase três anos depois, a ordem de serviço previa os custos com o projeto em R$ 157 milhões. Agora, segundo o DNIT, os valores somados de ponte e acessos devem ultrapassar R$ 232,8 milhões.</p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O DNIT informa que a obra em questão se refere à ponte rodoviária sobre o Rio Araguaia, localizada na rodovia BR-153/PA/TO, entre as cidades de Xambioá/TO e São Geraldo/PA. Em 2023, o DNIT contratou os serviços de encabeçamento da ponte. Desde então, estão em curso os processos de desapropriação necessários, conduzidos por meio de conciliações judiciais.</em></p>



<p><em>As desapropriações no lado do estado do Tocantins foram concluídas no primeiro semestre de 2025. No lado do estado do Pará, as primeiras audiências de conciliação estão agendadas para os dias 6 e 7 de agosto deste ano.</em></p>



<p><em>O DNIT reforça que está empenhado na conclusão das obras e trabalha para garantir a funcionalidade da ponte ainda em 2025.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota da Pipes</strong></p>



<p><em>A *PIPES*, empresa responsável pela travessia de balsas, informa que, infelizmente, houve uma falha mecânica em uma de nossas embarcações. Segue o relato detalhado do ocorrido:</em></p>



<p><em>1. *Problema Técnico no Rebocador*:</em></p>



<p><em>A correia do motor do rebocador rompeu, causando danos à hélice do radiador. Diante disso, a empresa imediatamente deslocou outro rebocador para realizar o socorro da embarcação.</em></p>



<p><em>2. *Incidente com a Balsa*:</em></p>



<p><em>A balsa estava carregada com ônibus e caminhões. A altura dos caminhões, somada aos ventos fortes registrados no momento, acabou empurrando a balsa contra um dos pilares da ponte antes que o auxílio chegasse ao local.</em></p>



<p><em>3. *Impacto no Pilar da Ponte*:</em></p>



<p><em>Após inspeções preliminares, foi constatado que *não houve avarias no pilar da ponte*, garantindo sua integridade estrutural. Ressaltamos, no entanto, que o canal de navegação, localizado próximo à ponte, é o único disponível e, devido à estiagem, está cada dia mais estreito, aumentando os desafios operacionais.</em></p>



<p><em>4. *Medidas Tomadas pelas Autoridades*:</em></p>



<p><em>Em razão do ocorrido, o Capitão dos Portos de Palmas &#8211; TO determinou a retirada da embarcação de tráfego até a conclusão da perícia. Essa decisão gerou um *congestionamento significativo nas cidades envolvidas*, o que lamentamos profundamente.</em></p>



<p><em>5. *Compromisso com a Qualidade*:</em></p>



<p><em>A *PIPES* reafirma seu compromisso com a segurança e a qualidade na prestação de seus serviços. Trabalhamos continuamente para evitar falhas como esta, mas, infelizmente, imprevistos podem ocorrer em operações tão complexas.</em></p>



<p><em>Pedimos desculpas pelos transtornos causados e estamos empenhados em resolver a situação o mais breve possível, garantindo a continuidade dos serviços de travessia com a excelência que sempre buscamos.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota da Marinha</strong></p>



<p><em>A Marinha do Brasil (MB), por meio da Capitania Fluvial do Araguaia-Tocantins (CFAT), informa que tomou conhecimento, no dia 14 de julho, da colisão de uma balsa da empresa PIPES com a estrutura da ponte localizada na travessia Xambioá-TO / São Geraldo do Araguaia-PA, no rio Araguaia.</em></p>



<p><em>Diante do fato, a CFAT determinou o envio de uma equipe de peritos até o município de Xambioá, com a finalidade de realizar a perícia na embarcação e no local do ocorrido. O procedimento visa subsidiar a abertura de Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), conforme previsto em Norma da Autoridade Marítima (NORMAM-302), que versa sobre o assunto.</em></p>



<p><em>A referida perícia visa colher as provas testemunhal, pericial e documental na busca da causa determinante e demais circunstâncias relacionadas ao evento. O Inquérito deverá ser concluído, por meio de relatório circunstanciado, no prazo máximo de noventa dias.</em></p>



<p><em>Ademais, ressalta-se que, até o presente momento, a referida balsa foi retirada de tráfego, devendo ser apresentado pela empresa proprietária da embarcação um Certificado de Segurança da Navegação (CSN) válido, a fim de comprovar a manutenção das boas condições de estanqueidade das estruturas e equipamentos.</em></p>



<p><em>A Marinha do Brasil reafirma seu compromisso com a Segurança da Navegação, a Salvaguarda da Vida Humana e a prevenção da poluição hídrica em águas sob jurisdição nacional. A MB permanece à disposição da sociedade por meio do Disque Emergências Marítimas e Fluviais no número 185.</em><br><br><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Nova ponte entre Tocantins e Maranhão atinge 35% de execução, cinco meses após desabamento</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nova-ponte-entre-tocantins-e-maranhao-atinge-35-de-execucao-cinco-meses-apos-desabamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[BR-226]]></category>
		<category><![CDATA[desabamento]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
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		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As obras da nova ponte que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226 chegaram a 35% dos serviços executados, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A antiga estrutura desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortes, três pessoas desaparecidas e uma ferida. A ponte Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira fica [&#8230;]</p>
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<p>As obras da nova ponte que vai ligar o Tocantins e o Maranhão pela BR-226 chegaram a 35% dos serviços executados, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A antiga estrutura desabou em dezembro de 2024 e deixou 14 mortes, três pessoas desaparecidas e uma ferida.</p>



<p>A ponte Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira fica entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro do ano passado. O que restou da ponte foi demolido no dia 2 de fevereiro e logo depois começaram as obras.</p>



<p>Conforme o DNIT, houve a conclusão das fundações e o consócio responsável pela obra executa atualmente os trabalhos da mesoestrutura, com a construção dos pilares e das travessas.</p>



<p>O Departamento destacou também que a área já tem 24 fundações executadas e 18 dos 26 pilares prontos. As equipes ainda realizam a instalação de 45 vigas pré-moldadas. A previsão do projeto é instalar nas próximas etapas 2.088 pré-lajes pré-fabrica, que segundo o DNIT vai agilizar a construção.</p>



<p>Na época da contratação do consórcio responsável pela construção, o DNIT informou que, conforme o projeto, a nova estrutura deverá ter 100 metros a mais que a anterior e um comprimento total de 630 metros, com um vão livre de 154 metros. A previsão de entrega da obra é até o dia 22 de dezembro deste ano. O investimento é de R$ 171,9 milhões do Governo Federal.</p>



<p><strong>Relembre a tragédia</strong></p>



<p>Vereador mostrava situação da ponte e flagrou momento da queda</p>



<p>O vão da ponte caiu no dia 22 de dezembro de 2024, por volta das 14h50. Um vereador de Aguiarnópolis que denunciava a situação precária da estrutura flagrou o momento.</p>



<p>Duas caminhonetes, um carro, três motos e quatro caminhões passavam pelo local na hora e caíram dentro do rio. Três desses caminhões carregavam ácido sulfúrico e agrotóxicos. Uma pessoa sobreviveu, 14 morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Para que a nova ponte seja construída, as partes remanescentes da Juscelino Kubitschek tiveram que ser implodidas. As estruturas receberam 250 kg de explosivos e a ação durou cerca de 15 segundos.<br><br><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Ibama autoriza início das obras do derrocamento no Pedral do Lourenço</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ibama-autoriza-inicio-das-obras-do-derrocamento-no-pedral-do-lourenco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 11:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Derrocamento]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Pedral do Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu nesta segunda-feira (26) a licença ambiental ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para as obras do derrocamento do Pedral do Lourenço, em Itupiranga, no sudeste do Pará. A obra, que tem recursos previstos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), consiste na retirada [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu nesta segunda-feira (26) a licença ambiental ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para as obras do derrocamento do Pedral do Lourenço, em Itupiranga, no sudeste do Pará.</p>



<p>A obra, que tem recursos previstos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), consiste na retirada de rochas submersas, com uso de explosivos, em um trecho no Rio Tocantins para viabilizar a navegabilidade de grandes embarcações.</p>



<p>A intenção é que a obra torne o trecho de cerca de 35 quilômetrôs do rio em Itupiranga navegável o ano todo, mesmo nos períodos de seca, para instalação da hidrovia Araguaia-Tocantins.</p>



<p>O derrocamento é discutido há anos e preocupa ambientalistas e ribeirinhos. Na área do Pedral do Lourenço tem muitas comunidades, incluindo pesqueiras. O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou após a liberação pelo Ibama e informou que considera &#8220;a licença de instalação para a hidrovia Araguaia-Tocantins ilegal&#8221;.</p>



<p>Já o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), se manifestou comemorando a licença: &#8220;Isso posiciona para que consigamos garantir a navegabilidade do rio Tocantins o ano todo e fazer de que o rio navegável de Marabá a Barcarena, impulsionando a economia, gerando emprego e renda&#8221;, disse.</p>



<p>A medida era analisada desde 2014 e o documento com a liberação do Ibama tem validade de cinco anos. A ordem de serviço para início das obras deve ser assinada nos próximos dias.</p>



<p>Entre as condicionantes estão a implementação de 32 planos e programas ambientais, proibição de retirada de vegetação nativa e fauna silvestre e a criação de programas de educação ambiental. O Dnit deve destinar ainda cerca de R$ 4 milhões para compensação ambiental.</p>



<p><strong>Retirada de rochas para hidrovia</strong></p>



<p>O projeto prevê tráfego de embarcações e de comboios na hidrovia Araguaia-Tocantins. Para isso um canal de navegação deve ser criado por meio da dragagem e do derrocamento, que é a retirada ou destruição das rochas submersas com explosivos.</p>



<p>A licença do Ibama é para &#8220;Derrocamento da Via Navegável do Rio Tocantins &#8211; Trecho 2, entre Santa Teresinha do Tauiri (em Itupiranga) e a Ilha do Bogéa, com 35 km de extensão, incluindo a instalação dos canteiros de apoio, industrial<strong>&nbsp;e paiol de explosivos&#8221;</strong>, diz o documento do Ibama com a licença.</p>



<p>Segundo o governo federal, a hidrovia do rio Tocantins se estende por mais de 1.700 quilômetros, entre Peixe (TO) e a Grande Belém, &#8220;mas tem sua capacidade reduzida neste trecho rochoso de aproximadamente 40 quilômetros&#8221; no Pará.</p>



<p>No Pará, o rio tem cerca de 560 quilômetros, desde o município de Marabá, na região sudeste do estado, até a sua foz na Baía do Marajó, onde fica o porto de Vila do Conde, em Barcarena, na região metropolitana de Belém &#8211; que é área portuária de exportações.</p>



<p>A expectativa é ampliar o transporte de grãos e minérios entre o Centro-Oeste e os portos da Grande Belém.</p>



<p>No entanto, segundo o MPF, a licença viola uma decisão anterior, em que se pedia mais documentos para o projeto, incluindo &#8220;apresentação dos estudos do desembarque pesqueiro.</p>



<p>Ainda segundo o MPF, &#8220;a licença de instalação também viola a licença prévia e suas condicionantes emitidas pelo próprio Ibama e viola o direito de povos e comunidades tradicionais à consulta, livre, prévia e informada&#8221;.<br><br>Em abril, o MPF destacou a preocupação de comunidades por causa do risco de impactos da hidrovia. “Existe comunidade tradicional no território do Pedral do Lourenção: nós estamos aqui. O Pedral do Lourenção somos nós. Nós somos o rio e, se mexer com o rio, se destruir o Pedral, eles vão estar destruindo as nossas vidas”, disse a liderança comunitária Eva Moraes.</p>



<p><strong>Entenda</strong></p>



<p>Desde 1995, o poder público tenta aumentar a capacidade de navegação no Rio Tocantins, no sudeste do Pará. O Dnit chegou a desencadear a tramitação simultânea de dois processos diferentes de licenciamento, sendo um no Ibama e outro na Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (Semas).</p>



<p>Em 2009, apesar de a Justiça Federal ter acolhido pedido do MPF e ter impedido o fracionamento ilegal do licenciamento, a Semas emitiu licença prévia para o empreendimento. A licença foi anulada e o processo de licenciamento foi arquivado.</p>



<p>Já em 2013, o Dnit voltou a pedir ao Ibama a autorização para as obras. A nova licença foi concedida em outubro de 2022 e&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/03/10/mpf-recomenda-suspensao-de-licenca-de-obra-em-hidrovia-no-para.ghtml">o MPF recomendou a suspensão</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/EayjWPmiQVQzh5bW3ytTuJi5Mno=/0x0:552x310/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/K/a/y4H2uvQUG9IXS2PeRXaQ/lourenco.jpg" alt="Derrocagem do Pedral do Lourenço preocupa ambietalistas no Pará — Foto: TV Liberal Reprodução"/></figure>



<p><em>Derrocagem do Pedral do Lourenço preocupa ambietalistas no Pará — Foto: TV Liberal Reprodução</em></p>



<p><em>Por g1 Pará. </em></p>
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		<title>Dnit confirma que Rio Tocantins está apto para banho após análises pós-queda da ponte JK</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/dnit-confirma-que-rio-tocantins-esta-apto-para-banho-apos-analises-pos-queda-da-ponte-jk/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 13:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[BANHO]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocanrtins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de praias no rio Tocantins surge o questionamento sobre a qualidade da água no local da queda da Ponte Juscelino Kubitschek, entre Aguiarnópolis e Estreito (MA). Caminhões com agrotóxicos e ácido sulfúrico afundaram durante o desabamento, mas atualmente a água está com parâmetros dentro do previsto pela legislação ambiental, segundo o Departamento Nacional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a proximidade da temporada de praias no rio Tocantins surge o questionamento sobre a qualidade da água no local da queda da Ponte Juscelino Kubitschek, entre Aguiarnópolis e Estreito (MA). Caminhões com agrotóxicos e ácido sulfúrico afundaram durante o desabamento, mas <strong>atualmente a água está com parâmetros dentro do previsto pela legislação ambiental</strong>, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).</p>



<p>A ponte que fica na BR-226 desabou no dia 24 de dezembro de 2024, deixando 17 vítimas. Quatro dos dez veículos que caíram na água estavam carregando toneladas de ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.</p>



<p>Nesta terça-feira (6) o Dnit informou que segue executando o Programa de Monitoramento da Qualidade da Água no rio Tocantins.<strong>&nbsp;Estão previstas cinco campanhas de coleta durante o ano de 2025.</strong>&nbsp;As ações estão previstas para os&nbsp;meses de maio, junho, agosto, outubro e dezembro.</p>



<p>O Departamento explicou que cada campanha terá três coletas realizadas da seguinte forma: uma amostra a jusante, na margem esquerda do rio; uma amostra no eixo do rio; e uma amostra a montante, na margem direita do rio.</p>



<p>Entre os dias 11 de março e 08 de abril de 2025, a 2ª Campanha de Monitoramento Emergencial da Qualidade da Água, realizada pelo DNIT, confirmou que todos os parâmetros da água analisada se mantinham dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.</p>



<p>Com os resultados, o Dnit afirmou que a<strong> população pode utilizar o rio Tocantins para banho</strong> e que está em contato direto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) com relação às análises.</p>



<p><strong>Relembre a tragédia</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/4G7_2gocsVrrNFuv4524wNiK5bw=/0x0:567x317/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/w/Vbq8OkRoipoPKLmCqE2A/ponte-cai.jpg" alt="Ponte que liga Maranhão a Tocantins desabou — Foto: g1"/></figure>



<p><em>Ponte que liga Maranhão a Tocantins desabou — Foto: g1</em></p>



<p>O vão da ponte caiu no dia 22 de dezembro de 2024, por volta das 14h50. Um vereador de Aguiarnópolis que denunciava a situação precária da estrutura flagrou o momento.</p>



<p>Duas caminhonetes, um carro, três motos e quatro caminhões passavam pelo local na hora e caíram dentro do rio. Três desses caminhões carregavam ácido sulfúrico e agrotóxicos. Uma pessoa sobreviveu, 14 morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Para que a nova ponte seja construída, as partes remanescentes da Juscelino Kubitschek tiveram que ser implodidas. As estruturas receberam 250 kg de explosivos e a ação durou cerca de 15 segundos.</p>



<p>A construção da nova ponte entre os estados do Tocantins e do Maranhão alcançou, nos últimos dias, 20% dos trabalhos executados, segundo o Dnit. A previsão é de que a obra seja entregue ainda em 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/17faXK3ES1U6C-qHRVhYOM7eCgw=/0x0:768x432/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/n/E/tpIbN4TFCo6P7ZlNfBtg/3cda269a-e105-4bd2-8513-06882d65c6a8.jpeg" alt="Construção da ponte na BR-226 está em andamento — Foto: Divulgação/Dnit"/></figure>



<p><em>Construção da ponte na BR-226 está em andamento — Foto: Divulgação/Dnit</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota do Dnit</strong></p>



<p><em>O DNIT informa que segue executando o Programa de Monitoramento da Qualidade da Água no rio Tocantins após o acidente na Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA).</em></p>



<p><em>Estão previstas mais 5 (cinco) campanhas de coleta no ano de 2025, nos meses de maio, junho, agosto, outubro e dezembro. Cada campanha vai abranger a quantidade de 03 coletas de amostras sendo:</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>01 amostra a jusante, na margem esquerda do rio.</em></li>



<li><em>01 amostra no eixo do rio.</em></li>



<li><em>01 amostra a montante, na margem direita do rio.</em></li>
</ul>



<p><em>Vale ressaltar que os resultados iniciais já indicavam que os parâmetros medidos estavam dentro dos padrões estabelecidos para rios de Classe II, conforme a Resolução CONAMA nº 357/2005.</em></p>



<p><em>E que entre os dias 11 de março e 08 de abril de 2025, a 2ª Campanha de Monitoramento Emergencial da Qualidade da Água, realizada pelo DNIT, confirmou que todos os parâmetros analisados permaneciam dentro dos limites previstos pela legislação ambiental vigente para rios de Classe II.</em></p>



<p><em>Reafirmamos que, sobre a questão da qualidade da água no Rio Tocantins, o DNIT está em contato direto com o IBAMA e com a ANA e i</em><strong><em>nforma que está tudo dentro dos padrões e que a população pode ter a tranquilidade necessária para utilização do rio pelos banhistas.</em></strong><br><br><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<item>
		<title>Veículos submersos no Rio Tocantins após queda de ponte serão retirados em abril, afirma DNIT</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/veiculos-submersos-no-rio-tocantins-apos-queda-de-ponte-serao-retirados-em-abril-afirma-dnit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 13:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos submersos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços. A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços.</p>



<p>A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), caiu em dezembro de 2024 após o vão central da estrutura ceder. Um homem sobreviveu, 14 pessoas morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Dez veículos, entre carros, motos, caminhonetes e caminhões caíram no rio Tocantins. Dois dos caminhões carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outro 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Segundo o DNIT, a data prevista para a remoção dos veículos foi selecionada considerando a diminuição das chuvas na região e a redução do nível das águas. O departamento afirma que a etapa segue o cronograma de ações para a entrega da nova ponte ainda em 2025.</p>



<p>O DNIT informou que a remoção dos destroços foi finalizada e após a demolição do que sobrou da Ponte JK, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios da nova estrutura do lado do município de Estreito.</p>



<p>Em janeiro desde ano o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que os tanques com ácido sulfúrico no leito do rio apresentaram um pequeno vazamento. Mas a carga derramada teria sido diluída na água e não apresentava grandes preocupações.</p>



<p>Na época, o Ministério da Saúde informou não haver indícios de contaminação da água. Mas o risco de dano ambiental só será totalmente eliminado após a retirada dos tanques. A pasta publicou uma série de recomendações à população e agentes de saúde em caso de contaminação do rio.</p>



<p><strong>Rotas alternativas sobrecarregadas</strong></p>



<p>As rodovias que viraram rotas alternativas estão sofrendo com o grande trânsito de veículos, principalmente os pesados. Moradores e caminhoneiros que passam por Axixá, São Miguel, Sítio Novo e Tocantinópolis reclamam dos problemas causados pelo aumento do movimento. Na vias o asfalto cedeu em menos de um mês.</p>



<p>Questionado sobre as situações das rodovias no norte do Tocantins, o DNIT afirmou que desenvolve ações necessárias para minimizar os impactos aos usuários, inclusive nas rodovias estaduais, por meio de contratações emergenciais e licitações.</p>



<p>Em março, o órgão informou que houve a contratação emergencial para recuperação de um trecho de 82,2 quilômetros na TO-134, do km 26,3 ao 73,3 (47 quilômetros), e na TO-201, do km 0 ao km 35,2. O início das manutenções será em junho de 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.jornaldotocantins.com.br/image/policy:1.3213255:1734971720/image.jpg?&amp;f=default" alt="Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)"/></figure>



<p><em>Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)</em></p>



<p><em>Íntegra da nota do DNIT</em></p>



<p><em>O DNIT informa que a obra de reconstrução da nova ponte sobre o Rio Tocantins, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), na BR-226/MA/TO, segue o cronograma previsto, para entrega no final deste ano.</em></p>



<p><em>A autarquia esclarece que a remoção dos destroços foi finalizada e a retirada dos veículos e cargas submersos está prevista para a segunda quinzena de abril, quando diminui as chuvas na região e uma redução do nível das águas do Rio Tocantins é prevista. A topografia da região influencia na vazão e interfere diretamente na execução dos trabalhos de retirada dos veículos.</em></p>



<p><em>Após a demolição mecanizada dos detritos remanescentes da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira e remoção dos destros, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios do lado do município de Estreito e continuam com os serviços de implantação do canteiro de obras e mobilizações de equipamento e pessoal. As sapatas de fundação serão concretadas in loco e na sequência serão executados os pilares.</em></p>



<p><em>Por Brenda Santos e Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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