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	<title>Economia Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Economia Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Escalas de abate e exportações devem ditar ritmo do mercado do boi gordo nesta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Safras & Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frigoríficos de maior porte conseguem ampliar escalas, enquanto unidades menores ainda apresentam maior necessidade de compra de animais O mercado do boi gordo inicia a semana com atenção voltada principalmente para dois fatores: o avanço das escalas de abate dos frigoríficos e o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina. Essas variáveis devem continuar influenciando [&#8230;]</p>
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<p><em>Frigoríficos de maior porte conseguem ampliar escalas, enquanto unidades menores ainda apresentam maior necessidade de compra de animais</em></p>



<p>O mercado do boi gordo inicia a semana com atenção voltada principalmente para dois fatores: o avanço das escalas de abate dos frigoríficos e o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina. Essas variáveis devem continuar influenciando a formação dos preços da arroba no curto prazo.</p>



<p>De acordo com análise da <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=safras+%26+Mercado">Safras &amp; Mercado</a>, frigoríficos de maior porte encontram melhores condições para alongar suas escalas de abate, diante da expectativa de maior oferta de animais provenientes de contratos de parceria ao longo de agosto. Por outro lado, unidades de menor porte seguem com escalas mais curtas e, consequentemente, maior necessidade de aquisição de animais no mercado.</p>



<p>Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, a evolução das escalas e o ritmo semanal dos embarques brasileiros permanecem entre os principais indicadores para a definição da tendência dos preços nas próximas negociações.</p>



<p>Nas principais praças pecuárias acompanhadas pela consultoria, São Paulo registrou referência média de R$ 351,50 por arroba, na modalidade a prazo. Em Goiás, estado vizinho ao Tocantins e importante referência regional, a média ficou em R$ 336,46. Minas Gerais apresentou R$ 337,12 por arroba.</p>



<p>Em Mato Grosso do Sul, a indicação chegou a R$ 343,05 por arroba, enquanto Mato Grosso registrou média de R$ 332,73.</p>



<p><strong>Mercado atacadista segue firme</strong></p>



<p>No atacado, os preços da carne bovina permanecem firmes, mas a expectativa é de desaceleração na reposição ao longo dos próximos dias. O movimento ocorre após a concentração do consumo no início do mês, impulsionada pela entrada dos salários e pelas compras relacionadas ao Dia dos Pais.</p>



<p>A competitividade diante de outras proteínas também entra no radar. A diferença de preços em relação à carne de frango pode limitar novas altas da carne bovina caso o consumo não ganhe força.</p>



<p>Entre os cortes acompanhados, o quarto dianteiro permanece cotado a R$ 21,50 por quilo, enquanto a ponta de agulha está em R$ 20 por quilo. Já o quarto traseiro segue negociado a R$ 27 por quilo.</p>



<p><strong>Dólar fecha acima de R$ 5,11</strong></p>



<p>O câmbio também permanece como um componente importante para o setor exportador. Nesta segunda-feira (10), o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, cotado a R$ 5,1113 para venda e R$ 5,1093 para compra.</p>



<p>Ao longo do pregão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,0832 e R$ 5,1197.</p>



<p>Para os próximos dias, o comportamento das escalas dos frigoríficos, a necessidade de compra das indústrias e o desempenho das exportações devem continuar no centro das atenções do mercado pecuário.</p>



<p></p>
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		<title>Cesta básica fica 7,38% mais barata em Palmas e registra quarta maior queda entre as capitais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cesta-basica-fica-738-mais-barata-em-palmas-e-registra-quarta-maior-queda-entre-as-capitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Palmas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capital tocantinense ficou atrás apenas de Natal, Maceió e Belo Horizonte na redução do custo dos alimentos básicos em julho, segundo levantamento da Conab e do Dieese O custo da cesta básica apresentou queda de 7,38% em Palmas no mês de julho, na comparação com junho de 2026. O resultado colocou a capital tocantinense entre [&#8230;]</p>
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<p><em>Capital tocantinense ficou atrás apenas de Natal, Maceió e Belo Horizonte na redução do custo dos alimentos básicos em julho, segundo levantamento da Conab e do Dieese</em></p>



<p>O custo da cesta básica apresentou <strong>queda de 7,38% em Palmas no mês de julho</strong>, na comparação com junho de 2026. O resultado colocou a capital tocantinense entre as cidades com as maiores reduções do país, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>



<p>Entre as 27 capitais pesquisadas, Palmas registrou a <strong>quarta maior queda</strong>, atrás apenas de Natal (-7,95%), Maceió (-7,87%) e Belo Horizonte (-7,44%). Na sequência aparece o Rio de Janeiro, com redução de 7,12%.</p>



<p>No cenário nacional, o preço do conjunto dos alimentos básicos caiu em <strong>26 das 27 capitais</strong> analisadas. São Luís foi a única cidade a apresentar aumento no período, com variação de 0,3%.</p>



<p>A pesquisa considera os preços de produtos que fazem parte da alimentação básica dos brasileiros. Entre os itens que contribuíram para o cenário de redução em grande parte do país estão batata, tomate, café e açúcar.</p>



<p><strong>Maior oferta ajuda a reduzir preços</strong></p>



<p>O tomate ficou mais barato em 26 capitais. Segundo o levantamento, a maior produtividade e o período de safra em diferentes regiões aumentaram a disponibilidade do produto no mercado e contribuíram para a redução dos preços no varejo.</p>



<p>A batata também apresentou quedas expressivas nas capitais onde integra a cesta pesquisada. A intensificação da safra de inverno e a melhora da produtividade ampliaram a oferta do alimento.</p>



<p>O açúcar, por sua vez, apresentou redução de preço em 20 capitais. Conforme a pesquisa, o maior volume de cana-de-açúcar colhido está entre os fatores que ajudam a explicar o comportamento dos preços.</p>



<p><strong>Café ficou mais caro em Palmas</strong></p>



<p>Apesar da redução no custo total da cesta básica, nem todos os produtos ficaram mais baratos na capital tocantinense. O <strong>café em pó subiu 0,73% em Palmas</strong> entre junho e julho.</p>



<p>A Capital foi uma das quatro pesquisadas onde o produto apresentou aumento. Também houve alta no Rio de Janeiro (0,74%), Goiânia (0,68%) e Recife (0,29%). Nas demais, predominou a redução, registrada em 23 capitais.</p>



<p>De acordo com a pesquisa, preocupações relacionadas ao clima, ao atraso na colheita da safra brasileira 2026/2027 e à qualidade dos grãos contribuíram para sustentar os aumentos registrados em algumas cidades.</p>



<p><strong>Carne, feijão e leite têm comportamentos diferentes pelo país</strong></p>



<p>A carne bovina de primeira apresentou queda de preço em 14 capitais e aumento em outras 12, enquanto Porto Alegre registrou estabilidade. A oferta mais restrita de animais prontos para o abate e o desempenho das exportações estão entre os fatores que influenciaram as cotações no mercado interno.</p>



<p>O feijão ficou mais caro em 17 capitais e apresentou redução em outras dez. Segundo o levantamento, as diferenças estão relacionadas, entre outros fatores, à maior disponibilidade do feijão-carioca com o avanço da colheita e à oferta mais restrita do feijão-preto.</p>



<p>Já o leite apresentou aumento em 21 capitais. As baixas temperaturas no campo afetaram o ritmo de produção da matéria-prima e contribuíram para sustentar os preços do leite UHT.</p>



<p><strong>Pesquisa acompanha preços nas 27 capitais</strong></p>



<p>A Conab e o Dieese mantêm, desde 2024, uma parceria para acompanhar os preços da cesta básica e contribuir com informações para as políticas nacionais de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento Alimentar.</p>



<p>A coleta, que anteriormente abrangia 17 capitais, foi ampliada para <strong>todas as 27 capitais brasileiras</strong>, com os resultados da nova abrangência sendo divulgados desde agosto de 2025.</p>



<p><em>Com informações da Conab.</em></p>
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		<title>Crédito do BNDES para o agro alcança recorde de R$ 24,8 bilhões no primeiro semestre de 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/credito-do-bndes-para-o-agro-alcanca-recorde-de-r-248-bilhoes-no-primeiro-semestre-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovações cresceram 46% em relação ao mesmo período do ano passado; operações destinadas ao setor por meio de cooperativas de crédito somaram R$ 10,3 bilhões O crédito aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o setor agropecuário atingiu R$ 24,8 bilhões no primeiro semestre de 2026, maior volume já registrado pela [&#8230;]</p>
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<p><em>Aprovações cresceram 46% em relação ao mesmo período do ano passado; operações destinadas ao setor por meio de cooperativas de crédito somaram R$ 10,3 bilhões</em></p>



<p>O crédito aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o setor agropecuário atingiu <strong>R$ 24,8 bilhões no primeiro semestre de 2026</strong>, maior volume já registrado pela instituição para o período.</p>



<p>O resultado representa crescimento de <strong>46% em relação aos R$ 17 bilhões</strong> aprovados entre janeiro e junho de 2025. Na comparação com o primeiro semestre de 2022, quando foram destinados R$ 4,7 bilhões ao setor, o avanço chega a <strong>430%</strong>.</p>



<p>Os recursos disponibilizados pelo BNDES atendem diferentes demandas do agronegócio brasileiro, incluindo investimentos nas propriedades e empresas, capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos voltados à ampliação da capacidade de armazenagem.</p>



<p>Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a instituição também vem ampliando sua participação no financiamento das atividades agropecuárias por meio do Plano Safra.</p>



<p>“O BNDES tem sido um dos principais parceiros do setor agropecuário brasileiro, com apoio ao crédito para investimentos, capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e para ampliar a capacidade de armazenagem. Além disso, o Banco tem tido orçamentos recordes para o Plano Safra. Este ano, será de R$ 72 bilhões”, afirmou.</p>



<p>Os dados fazem parte do balanço do primeiro semestre de 2026 do BNDES, cuja apresentação está prevista para esta quarta-feira (12).</p>



<p><strong>Cooperativas de crédito movimentam R$ 10,3 bilhões</strong></p>



<p>As operações destinadas ao setor agropecuário por meio das <strong>cooperativas de crédito</strong> também registraram crescimento no primeiro semestre. Entre janeiro e junho, as aprovações chegaram a <strong>R$ 10,3 bilhões</strong>, alta de 34% na comparação com o mesmo período de 2025.</p>



<p>Em relação ao primeiro semestre de 2022, o crescimento acumulado é de <strong>668%</strong>.</p>



<p>As cooperativas têm papel relevante na distribuição dos recursos, especialmente em pequenos municípios e regiões rurais onde a presença das instituições financeiras tradicionais é mais restrita.</p>



<p>De acordo com Mercadante, ampliar a atuação por meio dessas instituições integra a estratégia do BNDES para facilitar o acesso ao financiamento em diferentes regiões do país.</p>



<p>“O fomento às cooperativas tem sido um eixo estratégico do BNDES, pois essas cooperativas de crédito cumprem um papel estratégico na democratização do acesso ao crédito no Brasil. Estão presentes onde muitas vezes o sistema financeiro tradicional não chega, especialmente em pequenos municípios e regiões rurais”, destacou.</p>



<p>Além do financiamento ao setor agropecuário, as cooperativas contribuem para ampliar o acesso ao crédito de micro, pequenas e médias empresas e para estimular atividades econômicas, geração de emprego e renda nos municípios onde estão presentes.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupo com atuação na pecuária entra em recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 53,2 milhões no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/grupo-com-atuacao-na-pecuaria-entra-em-recuperacao-judicial-para-renegociar-divida-de-r-532-milhoes-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão envolve núcleo familiar que atua há cerca de 20 anos em Dois Irmãos do Tocantins e estabelece período de proteção para reorganização financeira A Justiça do Tocantins deferiu o processamento da recuperação judicial do Grupo Santos, núcleo econômico familiar ligado à pecuária de corte em Dois Irmãos do Tocantins. O grupo declarou dívidas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Decisão envolve núcleo familiar que atua há cerca de 20 anos em Dois Irmãos do Tocantins e estabelece período de proteção para reorganização financeira</em></p>



<p>A Justiça do Tocantins deferiu o processamento da recuperação judicial do Grupo Santos, núcleo econômico familiar ligado à pecuária de corte em Dois Irmãos do Tocantins. O grupo declarou dívidas de R$ 53,27 milhões e terá um período de proteção contra ações de execução enquanto trabalha na reestruturação das obrigações financeiras.</p>



<p>As informações foram divulgadas pelo <strong><a href="https://www.moneytimes.com.br/grupo-do-agro-com-25-fazendas-entra-em-recuperacao-judicial-para-renegociar-divida-de-r-53-milhoes-pads/">Money Times</a></strong>, com base em decisão assinada pelo juiz Ricardo Gagliardi, da 1ª Escrivania Cível de Miranorte.</p>



<p>Segundo a publicação, o grupo é formado por dois produtores rurais, pessoas físicas, e duas empresas pertencentes à mesma família, que desenvolvem atividades integradas há aproximadamente duas décadas. A decisão judicial considerou a existência de operações compartilhadas, incluindo propriedades, rebanhos e maquinários, permitindo que ativos e passivos sejam tratados conjuntamente no processo de recuperação.</p>



<p><strong>Grupo aponta fatores que contribuíram para crise financeira</strong></p>



<p>No pedido apresentado à Justiça, os produtores atribuíram as dificuldades financeiras a uma série de fatores que afetaram a atividade rural nos últimos anos.</p>



<p>Entre os pontos apresentados estão demora em processos de licenciamento ambiental, restrições relacionadas à Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão, atrasos na liberação de crédito rural, aumento dos custos de produção durante a pandemia de Covid-19, encarecimento de fertilizantes e combustíveis, alta dos juros, maior dificuldade de acesso ao financiamento rural, eventos climáticos adversos e embargos administrativos envolvendo algumas propriedades.</p>



<p>Apesar do endividamento, a defesa sustenta que a atividade continua economicamente viável e mantém capacidade de gerar receitas. A recuperação judicial seria, nesse contexto, uma alternativa para reorganizar o fluxo de caixa e renegociar as obrigações com os credores.</p>



<p><strong>Fazendas e rebanhos são considerados essenciais</strong></p>



<p>Ainda conforme as informações publicadas, a decisão reconheceu como essenciais à manutenção das atividades 27 imóveis rurais, dos quais 25 são fazendas.</p>



<p>Entre as propriedades mencionadas estão Estrela do Norte, Santo Antônio, São José, Pedra Preta e São Tomé, além do Rancho Estrela do Norte e da Agropecuária Estrela do Norte.</p>



<p>Também foram incluídos na proteção bens diretamente relacionados à produção, como rebanhos de bovinos, equinos, muares, caprinos, ovinos e aves, além de benfeitorias e máquinas agrícolas.</p>



<p>Com o reconhecimento da essencialidade, esses ativos ficam protegidos durante o período estabelecido pela legislação para permitir a continuidade das atividades produtivas. Imóveis urbanos e bens de uso pessoal, por outro lado, não receberam automaticamente a mesma classificação e poderão depender de análise individual da Justiça.</p>



<p><strong>Recuperação suspende execuções por 180 dias</strong></p>



<p>A decisão estabelece a suspensão, pelo prazo de 180 dias, das ações e execuções contra os devedores, período conhecido como <em>stay period</em>. Nesse intervalo, medidas de bloqueio, penhora e outras formas de constrição sobre os bens abrangidos pela recuperação ficam suspensas, nos termos determinados pelo processo.</p>



<p>O período deverá ser utilizado para a elaboração e apresentação do plano de recuperação judicial e para as negociações com os credores, com o objetivo de reorganizar o passivo e preservar a continuidade das atividades econômicas.</p>



<p>Em declaração reproduzida pelo <a href="https://www.moneytimes.com.br/grupo-do-agro-com-25-fazendas-entra-em-recuperacao-judicial-para-renegociar-divida-de-r-53-milhoes-pads/"><strong>Money Times</strong>,</a> o advogado Antônio Frange Júnior, do escritório Frange Advogados, responsável pela representação do grupo, afirmou que a decisão reforça a viabilidade da atividade produtiva e que a recuperação judicial permitirá buscar uma reorganização das dívidas de forma sustentável.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo mostra que processar soja gera quase quatro vezes mais valor do que exportar grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estudo-mostra-que-processar-soja-gera-quase-quatro-vezes-mais-valor-do-que-exportar-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Safra recorde e avanço da agroindústria impulsionam cadeia da soja em 2026 e reforçam importância da industrialização para estados como o Tocantins A expectativa de uma safra recorde de soja em 2025/2026 deve impulsionar não apenas a produção brasileira, mas também a geração de valor ao longo da cadeia produtiva. Estudo do Centro de Estudos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Safra recorde e avanço da agroindústria impulsionam cadeia da soja em 2026 e reforçam importância da industrialização para estados como o Tocantins</em></p>



<p>A expectativa de uma safra recorde de soja em 2025/2026 deve impulsionar não apenas a produção brasileira, mas também a geração de valor ao longo da cadeia produtiva. Estudo do <a href="https://cepea.org.br/br">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP)</a>, elaborado em parceria com a <a href="https://tocantinsrural.com.br/industria-brasileira-caminha-para-recorde-no-esmagamento-de-soja-em-2026/">Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove)</a>, projeta crescimento de <strong>6,87% no <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=pib">Produto Interno Bruto (PIB)</a> da cadeia da <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=soja">soja </a>e do biodiesel em 2026</strong>, resultado da combinação entre a safra recorde brasileira e a intensificação do processamento do grão pela indústria.</p>



<p>Segundo o levantamento, a cadeia deverá representar <strong>21,2% do PIB do agronegócio brasileiro</strong> e <strong>4,8% do PIB nacional</strong> neste ano. A projeção é sustentada pela safra recorde estimada em <strong>180,56 milhões de toneladas de soja</strong>, favorecida pela expansão da área cultivada, ganhos de produtividade e condições climáticas favoráveis.</p>



<p>Os dados mostram crescimento em todos os segmentos da cadeia. O setor de insumos deve avançar <strong>2,57%</strong>, enquanto a produção de soja tem projeção de alta de <strong>7,26%</strong>. Já a agroindústria deverá crescer <strong>7,74%</strong>, impulsionada pela maior oferta de matéria-prima e pela demanda por derivados como óleo, farelo e biodiesel. Entre os destaques está o biodiesel, com expectativa de expansão de <strong>10,93%</strong>, reflexo da maior demanda após a adoção da mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15), em vigor desde agosto de 2025.</p>



<p><strong>Processamento amplia geração de valor</strong></p>



<p>O estudo destaca que o processamento da soja representa um dos principais fatores para ampliar o retorno econômico da cadeia produtiva. Segundo o Cepea e a Abiove, cada tonelada de soja produzida e processada gera <strong>R$ 6.710 em PIB</strong>, valor <strong>3,84 vezes superior</strong> ao gerado pela soja produzida e exportada diretamente, estimado em <strong>R$ 1.747 por tonelada</strong>.</p>



<p>Além de aumentar a geração de riqueza para a economia, a industrialização impulsiona atividades como transporte, armazenagem, comercialização e logística. A expectativa é que o segmento de agrosserviços cresça <strong>6,89%</strong> em 2026, acompanhando o avanço da produção e do processamento do grão.</p>



<p><strong>Tocantins amplia produção e busca agregar valor aos grãos</strong></p>



<p>O Tocantins também acompanha esse cenário de expansão da cadeia da soja. De acordo com o <strong><a href="https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/safra-de-graos/boletim-da-safra-de-graos">10º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2025/2026</a></strong>, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estado deverá colher <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/safra-de-graos-deve-superar-96-milhoes-de-toneladas-e-reforca-novo-perfil-do-agricultor-empreendedor-no-tocantins/">9,88 milhões de toneladas de grãos</a></strong>, crescimento de <strong>7,8%</strong> em relação à safra anterior. Os números reforçam o crescimento da produção agrícola estadual e ampliam o potencial para investimentos em armazenagem, processamento e agregação de valor à produção.</p>



<p>Esse cenário converge com a análise do relatório <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/safra-de-graos-deve-superar-96-milhoes-de-toneladas-e-reforca-novo-perfil-do-agricultor-empreendedor-no-tocantins/">&#8220;Tendências do Agronegócio no Tocantins – Panorama por Cadeia Produtiva e Análise Regional – Horizonte 2026–2031&#8221;</a></strong>, elaborado pelo <strong><a href="https://to.loja.sebrae.com.br/">Sebrae Tocantins</a></strong>. Segundo o estudo, embora <strong>99% das exportações do estado estejam ligadas ao agronegócio</strong>, grande parte desse volume ainda é comercializada na forma de commodities. O documento aponta o fortalecimento da agroindustrialização, do processamento de grãos e da produção de biodiesel como estratégias para aumentar a competitividade, gerar empregos e ampliar a renda dentro do próprio estado.</p>



<p>Nesse contexto, o levantamento do Cepea e da Abiove reforça a importância dessa estratégia ao demonstrar que <strong>cada tonelada de soja produzida e processada gera R$ 6.710 em PIB</strong>, valor <strong>3,84 vezes superior</strong> ao gerado pela soja exportada diretamente, estimado em <strong>R$ 1.747 por tonelada</strong>.</p>



<p>Com a expansão da produção agrícola, os investimentos em infraestrutura logística, como a Ferrovia Norte-Sul e a futura Hidrovia Tocantins-Araguaia, aliados ao fortalecimento da agroindústria, podem ampliar a capacidade do Tocantins de agregar valor à produção antes que ela seja destinada aos mercados nacional e internacional.</p>



<p><strong>Empregos e exportações seguem em alta</strong></p>



<p>O fortalecimento da cadeia também se reflete no mercado de trabalho. No primeiro trimestre de 2026, a soja e o biodiesel empregaram <strong>2,54 milhões de trabalhadores</strong>, alta de <strong>3,29%</strong> em relação ao mesmo período do ano anterior. O maior crescimento foi registrado na agroindústria, com avanço de <strong>9,23%</strong>, especialmente nas atividades de esmagamento e refino da soja.</p>



<p>No comércio exterior, as exportações da cadeia totalizaram <strong>29,6 milhões de toneladas</strong> no primeiro trimestre, crescimento de <strong>5,95%</strong> frente ao mesmo período de 2025. Em receita, os embarques alcançaram <strong>US$ 12,3 bilhões</strong>, alta de <strong>11,8%</strong>, impulsionada tanto pelo maior volume exportado quanto pela valorização dos preços internacionais. Segundo o estudo, a demanda internacional permaneceu aquecida para soja em grão, óleo e farelo, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais desses produtos.</p>
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		<title>Pecuária cresce no primeiro trimestre e ameniza queda do PIB do agronegócio</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pecuaria-cresce-no-primeiro-trimestre-e-ameniza-queda-do-pib-do-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho positivo da agroindústria e dos serviços ligados à atividade sustentou avanço de 0,7%, mesmo com retração do setor agropecuário como um todo Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro registrou queda de 2,01% no primeiro trimestre de 2026, a pecuária seguiu na contramão e manteve crescimento no período. Levantamento do Centro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Desempenho positivo da agroindústria e dos serviços ligados à atividade sustentou avanço de 0,7%, mesmo com retração do setor agropecuário como um todo</em></p>



<p>Enquanto o <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=pib">Produto Interno Bruto (PIB)</a> do agronegócio brasileiro registrou queda de 2,01% no primeiro trimestre de 2026, a pecuária seguiu na contramão e manteve crescimento no período. Levantamento do <a href="https://cepea.org.br/br/releases/pib-agro-cepea-apos-forte-avanco-em-2025-pib-do-agro-recua-2-no-1-tri.aspx">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP)</a>, realizado em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), aponta que o ramo pecuário avançou <strong>0,70%</strong> entre janeiro e março, impulsionado principalmente pela agroindústria e pelos serviços ligados à cadeia produtiva.</p>



<p>Segundo o estudo, o resultado positivo foi sustentado pelo desempenho da <strong>agroindústria pecuária</strong>, que cresceu <strong>1,93%</strong>, e dos <strong>agrosserviços</strong>, com alta de <strong>1,86%</strong>. A expectativa de aumento da produção pecuária elevou a demanda por transporte, comércio e outras atividades de apoio ao setor, contribuindo para o resultado.</p>



<p>Embora o segmento primário da pecuária tenha registrado retração de <strong>1,77%</strong>, o desempenho das demais etapas da cadeia foi suficiente para manter o crescimento do ramo, diferentemente da agricultura, que encerrou o trimestre com queda de <strong>3,62%</strong>.</p>



<p>De acordo com os pesquisadores do Cepea e da CNA, a retração observada no agronegócio brasileiro foi influenciada principalmente pela expectativa de redução do valor da produção em 2026, reflexo da queda dos preços das commodities. No caso da pecuária, entretanto, a expansão esperada da produção compensou parte desses efeitos, favorecendo os segmentos industriais e de serviços.</p>



<p>O levantamento mostra que o PIB do agronegócio brasileiro está estimado em <strong>R$ 3,13 trilhões</strong>, dos quais <strong>R$ 1,25 trilhão</strong> corresponde às atividades pecuárias. Apesar da desaceleração do setor como um todo, os dados indicam que a cadeia da carne continua desempenhando papel importante na sustentação da economia agropecuária brasileira.</p>



<p><strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/tocantins-registra-alta-de-392-no-rebanho-bovino-e-sobe-para-a-sexta-maior-expansao-do-brasil/">Tocantins acompanha cenário positivo da pecuária</a></strong></p>



<p>O desempenho da pecuária nacional acompanha um momento de expansão da atividade no Tocantins. Entre 2018 e 2024, o rebanho bovino do estado cresceu <strong>39,2%</strong>, o sexto maior avanço do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, o Tocantins reúne <strong>mais de 11 milhões de cabeças de gado</strong>, consolidando-se entre os dez maiores rebanhos bovinos do Brasil.</p>



<p>O crescimento também é observado na produção. Em 2024, o estado registrou recorde histórico de abates, com cerca de <strong>1,3 milhão de bovinos</strong>, e as projeções mais recentes indicam que esse volume poderá superar <strong>1,4 milhão de animais</strong>, o equivalente a aproximadamente <strong>381 mil toneladas de carne</strong>. Desse total, cerca de <strong>33% da produção é destinada ao mercado externo</strong>, evidenciando o fortalecimento da cadeia pecuária e a ampliação da presença da carne tocantinense no comércio internacional.</p>



<p>Nesse contexto, o avanço de 0,70% do ramo pecuário no primeiro trimestre de 2026 reforça a importância da atividade para estados como o Tocantins, onde a expansão da produção tem impulsionado toda a cadeia, desde a indústria frigorífica até os serviços de transporte, armazenagem e comercialização, contribuindo para sustentar o desempenho do setor mesmo em um cenário de pressão sobre os preços das commodities.</p>



<p></p>
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		<title>PIB do agronegócio recua 2% no primeiro trimestre, pressionado pela queda dos preços</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pib-do-agronegocio-recua-2-no-primeiro-trimestre-pressionado-pela-queda-dos-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PIB do agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com expectativa de aumento da produção, redução no valor das commodities impactou o desempenho do setor; pecuária foi a única atividade a registrar crescimento Após encerrar 2025 com crescimento superior a 12%, o agronegócio brasileiro iniciou 2026 em desaceleração. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), realizado em parceria com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mesmo com expectativa de aumento da produção, redução no valor das commodities impactou o desempenho do setor; pecuária foi a única atividade a registrar crescimento</em></p>



<p>Após encerrar 2025 com crescimento superior a 12%, o agronegócio brasileiro iniciou 2026 em desaceleração. Levantamento do <a href="https://cepea.org.br/br/releases/pib-agro-cepea-apos-forte-avanco-em-2025-pib-do-agro-recua-2-no-1-tri.aspx">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP)</a>, realizado em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio recuou <strong>2,01% no primeiro trimestre</strong> deste ano, refletindo principalmente a queda dos preços agrícolas e pecuários.</p>



<p>Segundo o estudo, o PIB do agronegócio está estimado em <strong>R$ 3,13 trilhões</strong>, sendo <strong>R$ 1,88 trilhão</strong> provenientes do ramo agrícola e <strong>R$ 1,25 trilhão</strong> da pecuária. Com esse desempenho, a participação do setor na economia brasileira caiu para <strong>22,8%</strong>, abaixo dos <strong>25,2% registrados em 2025</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores destacam que a retração mantém a tendência observada no último trimestre de 2025, quando o setor interrompeu a sequência de crescimento registrada ao longo daquele ano. Apesar disso, o agronegócio encerrou 2025 em alta graças aos resultados positivos acumulados nos três primeiros trimestres.</p>



<p><strong>Queda atinge todos os segmentos</strong></p>



<p>Os dados mostram que todos os segmentos que compõem o agronegócio apresentaram desempenho negativo entre janeiro e março de 2026. A maior retração ocorreu no segmento primário, com queda de <strong>4,15%</strong>, seguido pelos insumos (<strong>-2,15%</strong>), agrosserviços (<strong>-1,25%</strong>) e agroindústria (<strong>-1,03%</strong>).</p>



<p>De acordo com o Cepea e a CNA, o resultado foi influenciado pela expectativa de redução do valor da produção em 2026. Embora diversas atividades agrícolas e pecuárias tenham projeções de aumento no volume produzido, a queda dos preços das commodities foi suficiente para superar esse ganho e reduzir o desempenho econômico do setor.</p>



<p><strong>Agricultura recua, enquanto pecuária mantém crescimento</strong><br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="572" class="wp-image-6980" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-ilustrativa-juliano-ribeiro.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-ilustrativa-juliano-ribeiro.webp 984w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-ilustrativa-juliano-ribeiro-300x172.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-ilustrativa-juliano-ribeiro-768x439.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-ilustrativa-juliano-ribeiro-750x429.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>O levantamento mostra comportamentos distintos entre os dois principais ramos do agronegócio. A agricultura registrou retração de <strong>3,62%</strong> no período, com destaque para a queda de <strong>5,72%</strong> no segmento primário agrícola e de <strong>2,31%</strong> na agroindústria de base agrícola.</p>



<p>Na contramão, o ramo pecuário apresentou crescimento de <strong>0,70%</strong> no primeiro trimestre. O avanço foi impulsionado pela agroindústria pecuária (<strong>1,93%</strong>) e pelos agrosserviços ligados à atividade (<strong>1,86%</strong>), favorecidos pela expectativa de maior produção e pelo aumento da demanda por transporte, comércio e outros serviços associados à cadeia pecuária. O segmento primário da pecuária, no entanto, também apresentou retração (<strong>-1,77%</strong>).</p>



<p><strong>Preços seguem como principal desafio</strong></p>



<p>Na avaliação dos pesquisadores, o desempenho do primeiro trimestre reforça que a rentabilidade do agronegócio não depende apenas do aumento da produção. Mesmo diante de uma safra robusta, a desvalorização dos produtos agrícolas e pecuários tem reduzido o valor gerado pela atividade e impactado o PIB do setor.</p>



<p>O estudo também indica que o comportamento dos preços continuará sendo um dos principais fatores para definir o desempenho do agronegócio ao longo de 2026, especialmente em um cenário de elevada produção e maior oferta de commodities no mercado.</p>



<p></p>
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		<title>Capacitação técnica reúne profissionais do setor de sementes e debate desafios da safra no MATOPIBA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/capacitacao-tecnica-reune-profissionais-do-setor-de-sementes-e-debate-desafios-da-safra-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[aprosem]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento promovido pela Aprosem abordou qualidade, mercado e estratégias para fortalecer a cadeia sementeira da região A atualização técnica dos profissionais que atuam na cadeia de sementes foi o foco da edição 2026 do Seed Solution, realizado nos dias 4 e 5 de agosto, em Luís Eduardo Magalhães (BA). Promovido pela Associação dos Produtores de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Evento promovido pela Aprosem abordou qualidade, mercado e estratégias para fortalecer a cadeia sementeira da região</em></p>



<p>A atualização técnica dos profissionais que atuam na cadeia de sementes foi o foco da edição 2026 do <strong>Seed Solution</strong>, realizado nos dias 4 e 5 de agosto, em Luís Eduardo Magalhães (BA). Promovido pela Associação dos Produtores de Sementes do Estado da Bahia (Aprosem), o encontro reuniu colaboradores de empresas associadas para discutir tendências de mercado, qualidade na produção e desafios do setor no MATOPIBA, região que inclui o Tocantins.</p>



<p>Voltado às equipes das áreas Comercial, Produção e Qualidade, o evento combinou palestras, atividades práticas e debates sobre temas considerados estratégicos para o desenvolvimento da atividade sementeira.</p>



<p>A programação começou com o pesquisador <strong>Jonas Pinto</strong>, da Academia da Semente, que conduziu estudos de caso e dinâmicas voltadas ao relacionamento entre empresas produtoras de sementes e seus clientes, discutindo situações enfrentadas no dia a dia do setor.</p>



<p>No segundo dia, os participantes acompanharam uma análise do mercado de sementes nas regiões do Pamatopiba e Mato Grosso. A apresentação foi conduzida por <strong>Cristiano Limberger</strong>, da Kynetec, que apresentou os resultados consolidados da safra 2025/26 e traçou perspectivas para os próximos ciclos produtivos.</p>



<p>A qualidade das sementes também esteve entre os temas centrais do encontro. Em palestra intitulada <strong>&#8220;A qualidade dos lotes não acontece por acaso&#8221;</strong>, <strong>Fábio Limana</strong>, da Cambaí Sementes, destacou a importância do planejamento, do controle de processos e da adoção de boas práticas para garantir a qualidade do produto entregue ao produtor rural.</p>



<p>Segundo a gerente de Qualidade da Celeiro Sementes, <strong>Greici Vargas</strong>, o Seed Solution contribui para manter os profissionais atualizados diante das transformações do setor.</p>



<p>&#8220;O Seed Solution é uma excelente oportunidade para adquirirmos novos conhecimentos e acompanharmos as inovações que chegam ao setor sementeiro. A cada edição, a Aprosem traz informações relevantes que agregam muito ao nosso trabalho&#8221;, afirmou.</p>



<p>Para o diretor de Serviços da Aprosem, <strong>Lucas Pinto</strong>, a qualificação das equipes tem impacto direto na competitividade da cadeia produtiva.</p>



<p>&#8220;Investir na qualificação das equipes é investir na qualidade das sementes e no fortalecimento de todo o setor. O Seed Solution se consolidou como um espaço de atualização técnica, troca de experiências e desenvolvimento profissional&#8221;, destacou.</p>



<p>Além da capacitação dos profissionais, o encontro também favoreceu a troca de experiências entre empresas que atuam na produção de sementes na região do MATOPIBA, considerada uma das principais fronteiras agrícolas do país e responsável por parcela significativa da expansão da produção de grãos nos últimos anos.</p>



<p>A edição 2026 do Seed Solution contou com o apoio das empresas Agriaço, Intacta 2 Xtend, Coldline, Syngenta Seedcare e LabLEM.</p>



<p><em>Com informações da Aprosem. </em></p>
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		<item>
		<title>Quando o risco marítimo chega à bomba de combustível</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/quando-o-risco-maritimo-chega-a-bomba-de-combustivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise simultânea no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho revela que a economia global passou a depender menos da produção de petróleo e cada vez mais da capacidade de transportá-lo com segurança Durante décadas, a segurança energética foi analisada sob uma lógica relativamente simples: quanto maior a oferta de petróleo, menor a probabilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A crise simultânea no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho revela que a economia global passou a depender menos da produção de petróleo e cada vez mais da capacidade de transportá-lo com segurança</em></p>



<p>Durante décadas, a segurança energética foi analisada sob uma lógica relativamente simples: quanto maior a oferta de petróleo, menor a probabilidade de uma crise. O cenário atual no Oriente Médio demonstra que essa premissa já não explica, sozinha, o funcionamento do mercado global.</p>



<p>Hoje, o principal fator de risco deixou de ser apenas a produção. A verdadeira vulnerabilidade está na logística que conecta produtores e consumidores. Petróleo disponível não significa petróleo entregue. Entre um poço e uma refinaria existe uma cadeia formada por navios, seguradoras, armadores, bancos, contratos, rotas marítimas e decisões que passam a ser reavaliadas sempre que a percepção de risco aumenta.</p>



<p>É exatamente isso que acontece com a combinação entre a instabilidade no Estreito de Ormuz e os ataques promovidos pelos Houthis no Mar Vermelho. Pela primeira vez em muitos anos, duas das principais artérias do comércio mundial de energia passaram a sofrer pressão simultânea.</p>



<p>O Estreito de Ormuz concentra uma parcela significativa das exportações de petróleo e gás do Golfo Pérsico e não possui alternativas capazes de absorver integralmente esse fluxo. O ponto central, porém, é que ele não precisa ser oficialmente bloqueado para produzir efeitos econômicos. Basta que armadores, seguradoras e operadores logísticos entendam que o risco deixou de ser aceitável.</p>



<p>O mercado marítimo reage muito antes da diplomacia. Diante da incerteza, navios aguardam instruções, alteram rotas ou simplesmente deixam de operar na região. Ao mesmo tempo, seguradoras elevam prêmios, restringem coberturas e incorporam custos que rapidamente se espalham por toda a cadeia global.</p>



<p>Mesmo quando há sinais de distensão política, a normalização operacional leva muito mais tempo. Um cessar-fogo pode ser anunciado em poucas horas. Reconstruir a confiança necessária para deslocar um petroleiro carregado com milhões de barris é um processo infinitamente mais lento.</p>



<p><strong>O custo invisível que chega à economia</strong></p>



<p>Na tentativa de reduzir a dependência de Ormuz, a Arábia Saudita ampliou o uso de oleodutos até sua costa no Mar Vermelho. A solução parecia lógica, até que os Houthis passaram a mirar justamente essa rota alternativa. Quando até os caminhos de contingência se tornam inseguros, o problema deixa de ser regional e passa a afetar toda a arquitetura logística do comércio internacional.</p>



<p>No transporte marítimo, a percepção de risco vale quase tanto quanto o risco efetivamente materializado. Um único ataque pode alterar dezenas de viagens, elevar o seguro em milhões de dólares por operação e tornar financeiramente inviáveis rotas que permanecem abertas do ponto de vista físico.</p>



<p>A conta também não termina no seguro. Rotas mais longas aumentam consumo de combustível, reduzem a disponibilidade de embarcações, pressionam os fretes e elevam custos em diversos segmentos do transporte marítimo. Cada navio que demora semanas adicionais para concluir uma viagem reduz, na prática, a capacidade mundial de movimentação de cargas.</p>



<p>É nesse momento que o Brasil entra na equação.</p>



<p>Embora seja um grande produtor de petróleo, o país continua dependente da importação de derivados, especialmente diesel, e participa de um mercado em que preços são definidos globalmente. Se petróleo, frete, seguro e câmbio sobem simultaneamente, o impacto alcança rapidamente o transporte rodoviário, a indústria, o agronegócio e, por consequência, o consumidor.</p>



<p>Mais do que uma eventual escassez de combustível, o risco é a formação de uma nova onda de inflação impulsionada pelos custos logísticos. Afinal, praticamente toda atividade econômica depende de transporte.</p>



<p>Existe ainda um componente frequentemente ignorado: as expectativas. Empresas antecipam compras, seguradoras revisam exposições, bancos restringem financiamentos e armadores tornam-se mais seletivos. O custo da incerteza aparece antes mesmo da falta de produtos.</p>



<p>A principal lição dessa crise é que segurança energética e segurança marítima tornaram-se conceitos inseparáveis. Diversificar fornecedores de petróleo já não basta. Será cada vez mais necessário fortalecer rotas, ampliar a capacidade de refino, investir em infraestrutura logística e reduzir vulnerabilidades que, até pouco tempo, eram vistas apenas como questões operacionais.</p>



<p>O Brasil está distante de Ormuz e de Bab el-Mandeb no mapa. Mas participa de um mercado em que o preço da energia, do transporte, do seguro e do financiamento é formado globalmente. Em um mundo cada vez mais conectado, a guerra já não altera apenas fronteiras. Ela redefine rotas. E são essas rotas que, no fim da cadeia, ajudam a determinar quanto o consumidor brasileiro pagará na bomba de combustível.</p>



<p><em>Por <strong>Larry Carvalho</strong>, advogado especialista em logística, direito marítimo e comércio exterior.</em></p>
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		<title>Banco Central reduz Selic para 14% ao ano; taxa atinge menor nível desde março de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Copom promove quarto corte consecutivo dos juros básicos e sinaliza que próximas decisões dependerão do comportamento da inflação e do cenário internacional O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira de 14,25% para 14% ao ano, em decisão anunciada nesta quarta-feira (5). O corte [&#8230;]</p>
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<p><em>Copom promove quarto corte consecutivo dos juros básicos e sinaliza que próximas decisões dependerão do comportamento da inflação e do cenário internacional</em></p>



<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira de <strong>14,25% para 14% ao ano</strong>, em decisão anunciada nesta quarta-feira (5). O corte de <strong>0,25 ponto percentual</strong> foi unânime e representa a quarta redução consecutiva da Selic.</p>



<p>Com a decisão, a taxa alcança o menor patamar desde março de 2025, reforçando o ciclo de flexibilização da política monetária iniciado neste ano. A medida já era amplamente esperada pelo mercado financeiro.</p>



<p>Em comunicado, o Copom afirmou que a redução é compatível com a estratégia de conduzir a inflação de volta à meta, sem deixar de considerar os impactos sobre a atividade econômica e o mercado de trabalho.</p>



<p>&#8220;Essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;, informou o Banco Central.</p>



<p><strong>Cenário externo exige cautela</strong></p>



<p>O Banco Central destacou que o ambiente internacional continua marcado por incertezas, especialmente em razão dos conflitos no Oriente Médio e das indefinições sobre a política monetária das principais economias do mundo.</p>



<p>Segundo o Copom, esse cenário exige cautela dos países emergentes e poderá influenciar as próximas decisões sobre a taxa de juros.</p>



<p>A autoridade monetária reforçou ainda que novos cortes dependerão da evolução da inflação e dos indicadores econômicos nos próximos meses.</p>



<p><strong>Juros seguem entre os mais altos do mundo</strong></p>



<p>Apesar da redução, a Selic continua em um dos níveis mais elevados do cenário internacional. Considerando a inflação projetada para os próximos 12 meses, o Brasil mantém uma das maiores taxas de juros reais do mundo.</p>



<p>As projeções do mercado apontam que a Selic poderá encerrar 2026 em <strong>13,75% ao ano</strong>, indicando a expectativa de mais um corte na próxima reunião do Copom, prevista para novembro.</p>



<p><strong>Como a Selic afeta a economia</strong></p>



<p>A taxa Selic é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação. Quando os juros estão elevados, o crédito tende a ficar mais caro, reduzindo o consumo e os investimentos, o que ajuda a conter a alta dos preços.</p>



<p>Por outro lado, a redução da taxa básica costuma estimular a economia ao tornar financiamentos e empréstimos mais acessíveis para consumidores e empresas.</p>



<p>As decisões do Copom são tomadas com base nas projeções para a inflação dos próximos anos, já que os efeitos das mudanças na Selic costumam levar entre seis e 18 meses para serem percebidos plenamente na economia.</p>



<p>Atualmente, as estimativas do mercado financeiro indicam inflação de <strong>5,03% em 2026</strong>, <strong>4,22% em 2027</strong> e <strong>3,80% em 2028</strong>, todas acima da meta perseguida pelo Banco Central, fator que mantém a autoridade monetária em estado de atenção mesmo diante do início do ciclo de redução dos juros.</p>
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