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	<title>Economia Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Economia Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Mercado de soja encontra suporte em custos e derivados apesar da pressão de oferta </title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-de-soja-encontra-suporte-em-custos-e-derivados-apesar-da-pressao-de-oferta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de soja]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estoques recordes nos Estados Unidos e safras robustas na América do Sul pressionam o mercado, enquanto custos elevados, valorização do óleo de soja e margens de esmagamento sustentam os preços O mercado global de soja mantém viés altista no curto e médio prazo, mesmo diante de um cenário de ampla disponibilidade de grãos. A avaliação [&#8230;]</p>
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<p><em>Estoques recordes nos Estados Unidos e safras robustas na América do Sul pressionam o mercado, enquanto custos elevados, valorização do óleo de soja e margens de esmagamento sustentam os preços</em></p>



<p>O mercado global de soja mantém viés altista no curto e médio prazo, mesmo diante de um cenário de ampla disponibilidade de grãos. A avaliação consta no Relatório de Inteligência de Mercado da Soja, divulgado esta semana pela <strong>MerX</strong>, que destaca a combinação entre custos elevados de produção, dinâmica do óleo de soja e fatores geopolíticos como elementos de sustentação das cotações.</p>



<p>Entre os principais vetores altistas está o desempenho do óleo de soja, que mantém trajetória de valorização expressiva ao longo do ano, com preços próximos a US$ 72, ante cerca de US$ 50 no início do período. Segundo o relatório, esse movimento está diretamente relacionado ao cenário geopolítico no Oriente Médio e à alta do petróleo, fatores que sustentam as margens de esmagamento em nível global e intensificam a disputa entre esmagadores e exportadores pelo grão disponível .</p>



<p>Do lado da oferta, o cenário permanece pressionado. Nos Estados Unidos, os estoques atingiram níveis recordes, com volumes on-farm de 24,5 milhões de toneladas e off-farm de 32,8 milhões de toneladas, reforçando a percepção de abundância global. Na América do Sul, tanto Brasil quanto Argentina contribuem para esse quadro, com safras robustas e rendimentos acima da média recente.</p>



<p>No Brasil, a colheita alcança 88,1% da área, próxima à média histórica, com destaque para rendimentos elevados na maior parte das regiões produtoras. No entanto, as condições climáticas seguem como fator de atenção, especialmente no Sul e em partes do Centro-Oeste, onde as chuvas têm dificultado o avanço das operações e elevado o risco de deterioração da qualidade dos grãos, com impacto potencial sobre os padrões de exportação e os prêmios no mercado físico.</p>



<p>Na Argentina, a colheita avança mais lentamente, atingindo 10,2% da área, abaixo da média histórica. Ainda assim, os rendimentos iniciais indicam produtividade superior à dos últimos anos, e as condições climáticas permanecem favoráveis, sustentando a expectativa de uma safra robusta e com baixo risco produtivo.</p>



<p>No mercado internacional, o fluxo comercial segue influenciado pela demanda chinesa. Desde o início de 2026, a China já adquiriu cerca de 11,5 milhões de toneladas de soja americana, frente a uma meta de 25 milhões de toneladas para o ano, mantendo o país como importante direcionador dos fluxos globais.</p>



<p>No mercado físico brasileiro, a supersafra segue pressionando as origens, enquanto fatores como câmbio apreciado, aumento dos custos logísticos — especialmente do diesel — e disputa entre esmagadores e exportadores contribuem para sustentar o basis. O relatório destaca que o encarecimento do diesel, com alta próxima de 40%, tem impacto direto sobre os fretes e a formação de preços no interior.</p>



<p>De forma geral, a análise indica que, apesar da pressão estrutural da oferta, o mercado de soja permanece sustentado por fatores externos e pela dinâmica do complexo soja, com destaque para o óleo — variável-chave para as margens de esmagamento e para a formação de preços no curto e médio prazo.</p>



<p><strong>Sobre a MerX</strong></p>



<p>A MerX é uma agfintech que integra rastreabilidade, crédito e trading para o agronegócio. Com uma plataforma digital que combina inteligência de mercado, serviços financeiros e gestão de contratos, a empresa empodera produtores rurais e cerealistas, promovendo sustentabilidade e eficiência na cadeia produtiva. Para mais informações: <a href="https://merx.tech/">https://merx.tech/</a>&nbsp;</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>A reconfiguração da natureza jurídica do grão na recuperação judicial do produtor rural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/a-reconfiguracao-da-natureza-juridica-do-grao-na-recuperacao-judicial-do-produtor-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Néri Perin (1) e Charlene Ávila (2)A leitura recente de um artigo (3) que problematiza a natureza jurídica do grão no contexto do agronegócio brasileiro revela uma questão que, embora muitas vezes tratada como meramente técnica, possui implicações profundas e estruturais: Afinal, o grão é apenas estoque ou representa algo mais dentro da lógica [&#8230;]</p>
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<p><em>Por Néri Perin (1) e Charlene Ávila (2)<br></em><br>A leitura recente de um artigo (3) que problematiza a natureza jurídica do grão no contexto do agronegócio brasileiro revela uma questão que, embora muitas vezes tratada como meramente técnica, possui implicações profundas e estruturais:</p>



<p>Afinal, o grão é apenas estoque ou representa algo mais dentro da lógica econômica da atividade rural?</p>



<p>A partir dessa provocação, impõe-se uma análise mais detida, capaz de transcender classificações tradicionais e enfrentar o tema sob uma perspectiva funcional, especialmente à luz da recuperação judicial do produtor rural.</p>



<p>À primeira vista, a resposta parece simples. O grão é, classicamente, um bem fungível, enquadrado como ativo circulante, destinado à venda. Essa leitura encontra respaldo na contabilidade e na tradição jurídica, que o posicionam como produto final do processo produtivo. Dentro dessa lógica, o ciclo se encerra na colheita: o que resta é a circulação econômica do bem, sua conversão em receita e, eventualmente, sua vinculação a garantias em operações de crédito.</p>



<p>No entanto, essa compreensão revela-se limitada quando confrontada com a dinâmica real do agronegócio. Diferentemente de atividades industriais, a produção rural não se organiza de forma linear, mas sim cíclica. Cada safra não representa um ponto final, mas um elo dentro de uma cadeia contínua. O grão, nesse contexto, não é apenas resultado e, sim, uma condição de continuidade.</p>



<p>Essa mudança de perspectiva é central. O grão passa a ser compreendido como capital circulante estratégico, responsável por sustentar financeiramente o próximo ciclo produtivo. Ele viabiliza o plantio subsequente, assegura liquidez imediata, alimenta operações estruturadas, como trocas por insumos e adiantamentos e mantém o funcionamento da atividade.</p>



<p>Em termos econômicos, trata-se menos de um produto acabado e mais de um vetor de sustentação do sistema produtivo rural.</p>



<p>É justamente nesse ponto que a discussão se conecta com a recuperação judicial. A legislação brasileira, ao disciplinar o instituto, estabelece como finalidade a preservação da atividade econômica. O foco não é o patrimônio isoladamente considerado, mas a continuidade da produção. Nesse sentido, a classificação jurídica dos bens do devedor deve dialogar com essa finalidade.</p>



<p>Se o grão for tratado exclusivamente como estoque, sua sujeição irrestrita à excussão por credores pode gerar um efeito desestruturante. A retirada desse ativo compromete o fluxo de caixa, inviabiliza o financiamento da próxima safra e, em última análise, esvazia a própria possibilidade de recuperação. Cria-se, assim, uma contradição que ao assegurar o direito individual do credor, elimina-se a base econômica que permitiria o pagamento coletivo.</p>



<p>Por essa razão, ganha relevância uma leitura funcional, que reconhece a natureza híbrida do grão, ou seja, pode ser, simultaneamente, mercadoria e instrumento de produção. Essa dualidade exige uma abordagem contextual, capaz de identificar sua função concreta dentro da atividade rural.</p>



<p>No âmbito da recuperação judicial, essa análise torna-se decisiva. Quando o grão desempenha papel essencial à continuidade do ciclo produtivo, seja como fonte de liquidez mínima, seja como base para o plantio subsequente sua proteção se justifica não como privilégio, mas como mecanismo de preservação da atividade.</p>



<p>Por outro lado, quando claramente destinado à circulação imediata ou vinculado a estruturas específicas de garantia, pode assumir feição mais próxima da lógica tradicional de estoque.</p>



<p>Essa distinção, longe de fragilizar o sistema, tende a aprimorá-lo. Ela permite equilibrar dois valores igualmente relevantes: a segurança jurídica do crédito e a viabilidade econômica da produção rural. Ignorar essa complexidade, por outro lado, pode levar a soluções formalmente corretas, mas materialmente inadequadas.</p>



<p>A reflexão proposta nesta resenha vai além de simplesmente definir o que é o grão do ponto de vista jurídico. Ela chama atenção para um problema maior: o uso de conceitos pensados para a indústria em uma realidade completamente diferente, que é a do campo.</p>



<p>&nbsp;No agronegócio, a produção não é linear, ela depende de ciclos, do clima e de uma dinâmica financeira própria. Ignorar isso leva a interpretações que, embora pareçam corretas no papel, não funcionam na prática. Por isso, ajustar o direito a essa realidade não é apenas desejável, é necessário para que ele acompanhe a evolução do setor.</p>



<p>Em termos práticos, tratar o grão apenas como estoque é simplificar demais a sua função. Para o produtor, ele não é só produto para venda, e sim, é o que sustenta a próxima safra, garante o fluxo de caixa e mantém a atividade funcionando.</p>



<p>Quando o direito passa a enxergar esse papel, ele se aproxima da realidade do campo. E é justamente esse alinhamento que torna possível uma recuperação judicial que funcione de fato, permitindo não apenas reorganizar dívidas, mas manter viva a atividade produtiva.</p>



<p>[1] Advogada. Mestre em Direito Empresarial. Consultora Jurídica em propriedade intelectual na agricultura de Neri Perin Advogados Associados – Brasília-DF. Atua na análise jurídica das relações entre patentes de invenção, proteção de cultivares, biotecnologia agrícola e direitos dos agricultores, com especial atenção aos impactos institucionais, legais e econômicos do sistema de propriedade intelectual no agronegócio.</p>



<p>[2] Advogado Agrarista especialista em Direito Tributário e em Direito Processual Civil pela UFP. Diretor Administrativo da Neri Perin Advogados Associados – Brasília- DF.</p>



<p>[3] ARTUZI SOUZA, Suzimaria Maria de; FILHO RODRIGUES, João de. Do estoque a essência: o grão como bem de produção e a proteção patrimonial na recuperação judicial do produtor rural.</p>



<p><em>Por Néri Perin Advogados.</em></p>
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		<title>Encontro orienta produtores sobre mercado, crédito e planejamento antes da Agrotins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/encontro-orienta-produtores-sobre-mercado-credito-e-planejamento-antes-da-agrotins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotins 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sicredi]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro promovido pelo Sicredi reuniu associados em Palmas e antecipou estratégias da cooperativa para a feira Em um cenário marcado por variações nos preços de insumos, oscilações no mercado internacional, mudanças no custo de produção e desafios na comercialização, o acesso à informação estratégica tem se tornado cada vez mais importante para o produtor rural. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Encontro promovido pelo Sicredi reuniu associados em Palmas e antecipou estratégias da cooperativa para a feira</em></p>



<p>Em um cenário marcado por variações nos preços de insumos, oscilações no mercado internacional, mudanças no custo de produção e desafios na comercialização, o acesso à informação estratégica tem se tornado cada vez mais importante para o produtor rural. Com esse foco, a Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia promoveu, nesta segunda-feira, 27, em Palmas, um encontro com associados para discutir cenário econômico, mercado nacional e regionalizado, além de apresentar uma prévia de sua participação na Agrotins 2026.</p>



<p>A palestra foi realizada na Agência Agro do Sicredi, na Avenida JK, e reuniu dezenas de associados. O encontro contou com a participação de Filipe Kalikoski, especialista de Análise Econômica do Sicredi, que abordou fatores que impactam diretamente o planejamento do produtor, como oferta e demanda, variação de preços, cenário internacional, petróleo, fertilizantes e demais insumos ligados à atividade agropecuária.</p>



<p>Segundo Kalikoski, o produtor rural lida diariamente com questões operacionais do campo, mas também precisa acompanhar movimentos econômicos que influenciam custos, margens e decisões de comercialização.</p>



<p>“Tem muita coisa acontecendo, desde guerra à variação de preços do petróleo, fertilizantes e outros insumos. Isso preocupa o produtor que, muitas vezes, está mais focado em fazer o trabalho no campo do que em acompanhar mercado, preços, oferta e demanda. E é isso que o Sicredi oferece aos seus associados: informações atualizadas de mercado para as melhores tomadas de decisão e planejamento”, destacou.</p>



<p><strong>Agrotins 2026</strong></p>



<p>Além da análise econômica, o encontro também apresentou aos associados uma prévia da atuação do Sicredi durante a Agrotins deste ano. A proposta é consolidar o relacionamento com os associados, a geração de oportunidades e a oferta de soluções alinhadas à realidade de cada produtor.</p>



<p>“Além de trazer o cenário econômico, também estamos antecipando nossa participação na Agrotins, levando desde já condições especiais para que os associados possam fazer bons negócios sustentáveis por meio da nossa cooperativa”, afirmou Rodrigo Chokr, superintendente de Desenvolvimento do Sicredi.</p>



<p>De acordo com Elvécio Rezende Duarte, assessor de negócios Agro do Sicredi, a Agrotins é um dos principais momentos de conexão com o produtor rural no Tocantins. “Para a cooperativa, a feira vai além da geração de negócios. É uma oportunidade estratégica de entender as necessidades dos associados e apresentar soluções alinhadas às suas realidades. Estar presente nesse ambiente reforça nosso papel como parceiro do produtor em todos os momentos do seu negócio”, afirmou.</p>



<p>Durante a feira, o Sicredi deve atuar com equipe presente no estande e também circulando pela Agrotins, em contato direto com produtores e parceiros. Entre os destaques estão soluções de crédito rural, alternativas voltadas à gestão financeira de propriedades, planejamento de safra, proteção de patrimônio e estratégias de comercialização.</p>



<p>Para Diego Reis, gerente Regional de Desenvolvimento da Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia, a aproximação com os associados é fundamental para que as soluções oferecidas estejam conectadas às necessidades reais de cada produtor. “Nos conectando às necessidades reais do associado é que conseguimos garantir assertividade no planejamento e nos negócios”, destacou.</p>



<p>Associada do Sicredi, Patrícia Edwards avaliou que o acesso a informações qualificadas contribui para decisões mais seguras. “Eu atuo não apenas no agro, mas também com prestação de serviços. O cenário, em geral, é desafiador e, por isso, é fundamental que venhamos atrás do conhecimento e de informações estratégicas que o Sicredi nos oferece para a tomada de decisões em nossos negócios”, relatou.</p>



<p><strong>Sobre o Sicredi</strong></p>



<p>O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.</p>



<p><em>Por Cênicas Comunicação. </em></p>
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		<item>
		<title>Sebrae realiza programação gratuita na Semana do MEI para impulsionar lucros e regularizar negócios</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sebrae-realiza-programacao-gratuita-na-semana-do-mei-para-impulsionar-lucros-e-regularizar-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Micro e pequena empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa nacional oferece consultorias exclusivas e soluções de crédito para fortalecer empreendedores O Sebrae Tocantins realiza a Semana do Microempreendedor Individual (MEI) 2026 com objetivo de ajudar pequenos negócios a faturar mais e crescer de forma sustentável. A iniciativa, feita em parceria com as Salas do Empreendedor, oferece apoio prático e facilita o acesso a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa nacional oferece consultorias exclusivas e soluções de crédito para fortalecer empreendedores</em></p>



<p>O Sebrae Tocantins realiza a Semana do Microempreendedor Individual (MEI) 2026 com objetivo de ajudar pequenos negócios a faturar mais e crescer de forma sustentável. A iniciativa, feita em parceria com as Salas do Empreendedor, oferece apoio prático e facilita o acesso a serviços importantes tanto para quem ainda está na informalidade quanto para quem quer expandir. Até 31 de maio, a programação funciona como uma agenda de capacitação, com orientações e conteúdos voltados para melhorar a gestão no dia a dia.</p>



<p>Atualmente, o Tocantins tem quase 85 mil microempreendedores ativos, um salto de 99,54% em seis anos, que já representam 45,6% dos CNPJs do Estado. Dentro desse cenário, a mobilização, que acontece ao mesmo tempo em todo o País, aposta no fortalecimento da cultura empreendedora e na realidade local para tentar reduzir a mortalidade dos negócios nos primeiros anos.</p>



<p>A programação é gratuita e reúne palestras, clínicas tecnológicas e consultorias individuais, com foco em melhorar a organização financeira e a produtividade.</p>



<p>Os conteúdos vão do marketing digital à inovação nos processos internos, sempre com uma aplicação prática. Também há espaço para tirar dúvidas sobre formalização, ajudando o empreendedor a entender melhor tanto os benefícios quanto as obrigações de ser MEI.</p>



<p>A ação reúne vários parceiros, com atendimento presencial e online. Receita Federal, INSS, Anvisa e Corpo de Bombeiros participam para esclarecer dúvidas que, muitas vezes, travam o negócio. A Junta Comercial e instituições de crédito também entram para ajudar quem precisa regularizar documentos ou buscar financiamento com condições mais viáveis, um ponto importante para organizar o caixa, atravessar períodos difíceis e planejar o crescimento.</p>



<p>A analista do Sebrae Tocantins, Sirlene Martins, explica que a iniciativa funciona como um ponto de apoio para quem quer sair da informalidade e acessar crédito de forma mais estruturada. Na prática, é a formalização que permite ao negócio existir oficialmente: emitir notas, comprovar renda, acessar serviços financeiros e construir um histórico que facilite a liberação de crédito. Sem isso, o empreendedor acaba ficando limitado e, muitas vezes, recorre a opções mais caras e arriscadas.</p>



<p>Sirlene reforça que buscar capacitação faz toda a diferença nesse processo, já que crédito sozinho não resolve. É preciso saber quanto pegar, onde investir e como transformar esse recurso em retorno. Segundo ela, muitos negócios travam não só por falta de dinheiro, mas por falta de organização e gestão.</p>



<p>“A Semana do MEI é um momento importante para o empreendedor parar, olhar para o próprio negócio e entender onde pode melhorar. A regularização é um passo essencial, porque abre portas, principalmente para acesso a crédito com melhores condições. Mas não é só isso, afinal a capacitação também faz muita diferença, porque ajuda o pequeno negócio a se organizar, vender melhor e crescer de forma mais segura”, pontua Sirlene.</p>



<p>Confira as datas da Semana MEI no Estado</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aparecida do Norte: 26/5</li>



<li>Miracema: 27/5</li>



<li>Lajeado: 28/5</li>



<li>Tocantínia: 29/5</li>



<li>Palmas: Agência Sebrae em frente a HAVAN; Agência Sebrae em Taquaralto e Salão do Atendimento (ao lado do Resolve Centro) de 25 a 29/05. Atendimento Itinerante em Taquari (ao lado da Feira Coberta) de 26 a 28/05.</li>
</ul>



<p><em>Por Assessoria de Imprensa do Sebrae Tocantins. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejamento patrimonial ganha protagonismo no agro e impulsiona continuidade de empresas familiares no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/planejamento-patrimonial-ganha-protagonismo-no-agro-e-impulsiona-continuidade-de-empresas-familiares-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 14:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda por que a integração entre gestão de ativos e ferramentas sucessórias se tornou o pilar central para garantir que as empresas familiares atravessem gerações com saúde financeira O planejamento patrimonial deixou de ser um tema restrito ao futuro ou limitado à elaboração de testamentos e passou a ocupar um papel estratégico entre famílias de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Entenda por que a integração entre gestão de ativos e ferramentas sucessórias se tornou o pilar central para garantir que as empresas familiares atravessem gerações com saúde financeira</em></p>



<p>O planejamento patrimonial deixou de ser um tema restrito ao futuro ou limitado à elaboração de testamentos e passou a ocupar um papel estratégico entre famílias de alta renda, especialmente no agronegócio. No Tocantins, onde o campo é um dos principais motores da economia, essa mudança reflete uma necessidade prática: garantir a continuidade de negócios que movimentam bilhões e atravessam gerações.</p>



<p>Dados do IBGE mostram que o Tocantins registrou crescimento de 7,9% em 2023, impulsionado principalmente pelo agronegócio. No período, o setor agropecuário foi o grande destaque entre as atividades econômicas, com alta de 15,5% em volume, puxando o desempenho do estado e reforçando seu protagonismo na economia regional. Esse avanço também se reflete no comércio exterior: as exportações do agro já superam US$ 2,5 bilhões, com forte liderança da soja e da pecuária.</p>



<p>Esse cenário consolida o perfil de um produtor rural cada vez mais capitalizado e estratégico. “A XP tem protagonizado a ponte entre o campo e o sistema financeiro moderno, levando para dentro das porteiras ferramentas que antes estavam restritas a grandes corporações. Hoje, o produtor deixa de ser apenas tomador de crédito e passa a atuar como estrategista do próprio negócio”, afirma Fátima Martins, Chefe Comercial do Segmento Agro da XP.</p>



<p>Nesse novo contexto, o planejamento patrimonial deixa de ser uma etapa isolada e passa a integrar a gestão do negócio. Isso inclui organização societária, proteção de ativos, gestão tributária, diversificação internacional e, principalmente, a estruturação da sucessão.</p>



<p>A urgência do tema é evidente. No Brasil, 85% das empresas familiares não chegam à terceira geração, segundo o Sebrae. No agro tocantinense, onde patrimônio, terra e operação estão diretamente conectados, esse desafio ganha ainda mais complexidade.</p>



<p>“A sucessão é um desafio real para muitas famílias do agro no Tocantins. Não estamos falando apenas de transferência de bens, mas de preparar herdeiros para assumir decisões estratégicas e garantir a continuidade do negócio”, destaca Fátima Martins.</p>



<p>Um dos principais gargalos ainda está na falta de separação entre patrimônio pessoal e empresarial. “Separar o patrimônio da família do risco da operação é o primeiro passo para proteger o legado familiar. Muitas famílias ainda misturam contas e ativos, o que expõe todo o patrimônio a riscos desnecessários, como dívidas operacionais ou disputas judiciais”, destaca.</p>



<p>Nesse sentido, estruturas como holdings familiares têm ganhado espaço como solução prática. Além de facilitar a sucessão, permitem organizar a gestão dos ativos, reduzir riscos e otimizar a carga tributária. Ao mesmo tempo, abrem portas para fontes mais sofisticadas de financiamento, como fundos estruturados e operações fora do modelo bancário tradicional.</p>



<p>“Empresas do agro que organizam seu fluxo de caixa e antecipam cenários conseguem evitar endividamento caro e acessar crédito em melhores condições. Em um setor sujeito a variações de safra, clima e preço de commodities, esse controle é decisivo”, afirma Fátima.</p>



<p>Mais do que proteger patrimônio, o planejamento integrado passa a ser uma vantagem competitiva. A capacidade de unir investimentos, crédito, proteção patrimonial e sucessão dentro de uma estratégia única, sustentada por governança, define quais empresas conseguirão crescer e atravessar gerações.</p>



<p>Nesse processo, o assessor de investimentos ganha um papel central. “Contar com um assessor que entenda tanto o negócio quanto a dinâmica familiar permite integrar todas essas frentes. Ele atua como um parceiro estratégico na construção de longo prazo”, diz Fátima. O diferencial do especialista em agro está na capacidade de utilizar instrumentos financeiros como LCAs, CRAs e Fiagros para diversificar o patrimônio para além da porteira, criando estruturas financeiras que facilitem a sucessão hereditária e evitem a descapitalização da fazenda no momento da transição entre gerações.</p>



<p>Com o agro consolidado como base econômica do Tocantins e em expansão contínua, a forma como esse patrimônio será organizado nos próximos anos tende a impactar não apenas as famílias, mas o próprio desenvolvimento do estado.</p>



<p>“A sucessão bem estruturada não é custo, é investimento em longevidade. As famílias que se organizam hoje têm mais chances de preservar e expandir seu patrimônio no futuro”, conclui Fátima Martins, Head Comercial do Segmento Agro do Banco XP.</p>



<p><strong>Sobre a XP</strong></p>



<p>A XP é uma das principais instituições financeiras do Brasil. Criada em 2001, nasceu com o propósito de transformar o mercado para melhorar a vida das pessoas, promovendo educação financeira e democratizando o acesso a investimentos de qualidade. Desde então, o Grupo XP lidera uma disrupção no setor ao construir um ecossistema completo de serviços financeiros, com soluções que vão de investimentos a crédito, seguros e banking, no Brasil e no exterior. Com foco em planejamento financeiro completo para investidores, a companhia investe na excelência em servir o cliente como a principal alavanca de crescimento. Esse compromisso com a qualidade já se reflete em reconhecimentos importantes: a XP foi eleita sete vezes consecutivas a Melhor Assessoria de Investimentos de São Paulo pela premiação “O Melhor de São Paulo”, realizada pela Folha de S. Paulo. Saiba mais em<a href="http://www.xp.com.br/"> www.xp.com.br</a></p>



<p><em>Por Gabriela Fogaça/Arguto Consultoria e Comunicação.</em></p>
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		<title>Biometria ganha espaço no crédito rural e pode reduzir custos em até 30%</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/biometria-ganha-espaco-no-credito-rural-e-pode-reduzir-custos-em-ate-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia em 2026. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, o setor deve responder por cerca de 6,9% do PIB nacional, reforçando seu papel estratégico no crescimento do país. Esse protagonismo também se reflete no crédito rural: somente em 2025, foram realizadas mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia em 2026. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, o setor deve responder por cerca de 6,9% do PIB nacional, reforçando seu papel estratégico no crescimento do país. Esse protagonismo também se reflete no crédito rural: somente em 2025, foram realizadas mais de 1,9 milhão de operações, totalizando mais de R$ 475 bilhões.</p>



<p>Para sustentar esse ritmo, o Plano Safra 2025–2026 prevê recursos superiores a R$ 605,2 bilhões, dos quais R$ 354,4 bilhões já foram liberados até fevereiro deste ano, um avanço de 7% em relação ao ciclo anterior.</p>



<p><strong>Digitalização avança, mas desafios persistem</strong></p>



<p>Com a digitalização acelerando no campo, instrumentos como a Cédula de Produto Rural (CPR) digital já registram crescimento de 39%. Apesar disso, o avanço tecnológico traz novos desafios, especialmente relacionados à segurança e ao acesso em regiões remotas.</p>



<p>A verificação de identidade ainda é um dos principais gargalos do crédito rural, principalmente em áreas com baixa infraestrutura digital. Em regiões como o Centro-Oeste e o Norte do país, produtores frequentemente precisam percorrer entre 150 e 300 quilômetros para formalizar contratos.</p>



<p><strong>Biometria reduz custos e amplia acesso</strong></p>



<p>Nesse cenário, a biometria surge como uma solução estratégica. De acordo com estimativas da JPMorgan Chase, a tecnologia pode reduzir em até 30% os custos operacionais do crédito agrícola ao substituir processos manuais por validações digitais.</p>



<p>Na prática, o impacto é direto no bolso do produtor. A possibilidade de validação remota elimina deslocamentos e pode gerar economia de R$ 500 a R$ 2.000 por contrato em combustível, tempo e logística.</p>



<p>Além disso, instituições financeiras também se beneficiam. Estudos da Ken Research indicam que bancos podem reduzir em até 29% o abandono de solicitações de crédito ao eliminar etapas presenciais, além de diminuir em até 18% erros operacionais e duplicidade de dados.</p>



<p><strong>Mais agilidade no acesso ao crédito</strong></p>



<p>Outro ganho relevante está no tempo de liberação dos recursos. Processos que antes levavam de 15 a 45 dias podem ser concluídos em menos de 48 horas com o uso combinado de biometria e CPR digital.</p>



<p>A tecnologia permite que toda a validação de identidade seja feita pelo celular, com autenticação segura e armazenamento criptografado dos dados. Isso inclui modelos de verificação tanto em bases centralizadas (1:N) quanto autenticações diretas (1:1).</p>



<p>Soluções como as da Identy.io incorporam ainda ferramentas como carteiras digitais (ID Wallet) e QR Codes biométricos, que permitem ao produtor compartilhar seus dados de forma controlada e segura.</p>



<p><strong>Segurança em foco diante do avanço das fraudes</strong></p>



<p>O crescimento das fraudes digitais também impulsiona a adoção da biometria. Globalmente, deepfakes já representam cerca de 40% dos casos de roubo de identidade, tornando essencial o uso de tecnologias mais robustas de autenticação.</p>



<p>Nesse contexto, a biometria se consolida como uma camada crítica de proteção, garantindo que o solicitante do crédito seja, de fato, quem afirma ser.</p>



<p><strong>Exigências ambientais reforçam importância da tecnologia</strong></p>



<p>A partir de abril de 2026, uma nova exigência regulatória adiciona mais complexidade ao processo: instituições financeiras passam a ser obrigadas a cruzar dados de satélite sobre desmatamento antes de aprovar financiamentos rurais.</p>



<p>Com isso, a validação da identidade do responsável pelas declarações ambientais torna-se ainda mais crítica. A biometria ajuda a assegurar a integridade dessas informações, reduzindo riscos jurídicos, multas e sanções para os bancos.</p>



<p><strong>Inclusão financeira e conectividade no campo</strong></p>



<p>Além da segurança e eficiência, a biometria contribui para ampliar a inclusão financeira no campo. Tecnologias como prova de vida passiva, processadas diretamente no smartphone do usuário, permitem autenticação mesmo em regiões com conectividade limitada.</p>



<p>Para especialistas do setor, o avanço do crédito rural digital depende diretamente da confiança no sistema. Garantir que os recursos cheguem aos produtores corretos, especialmente em áreas remotas, é um dos principais desafios — e também uma das maiores oportunidades para inovação.</p>



<p><strong>Sobre a Identy.io</strong></p>



<p>Com sede nos EUA e escritórios no Brasil, México, Colômbia, Espanha e Índia, a Identy.io é líder global em verificação de identidade digital usando biometria móvel sem contato. Na Identy.io, acreditamos na autenticação multifatorial e defendemos a substituição de métodos tradicionais de verificação de identidade, como senhas, tokens ou OTPs (senhas de uso único), que não garantem a identidade do usuário.</p>



<p>Na Identy.io, ganhamos com instituições para garantir a verificação de identidade em seus processos de negócios usando biometria sem contato de dispositivos móveis dos usuários. Nossa proteção da autenticação física (liveness) torna a biometria segura e escalável. Para mais informações, visite&nbsp;<a href="https://identy.io/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://identy.io</a>.</p>



<p><em>Por Lygia Marassi.</em></p>
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		<title>Agro domina exportações do Tocantins com 99% e consolida liderança no Norte</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/agro-domina-exportacoes-do-tocantins-com-99-e-consolida-lideranca-no-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimentos em infraestrutura, tecnologia e rastreabilidade fortalecem cadeias produtivas e impulsionam crescimento do setor no estado O Governo do Tocantins consolida o estado como referência do agronegócio da Região Norte, impulsionado pelo crescimento da produção agrícola, pelo fortalecimento das cadeias produtivas e pela ampliação estratégica da participação em mercados. Inserido na Matopiba, principal fronteira agrícola [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Investimentos em infraestrutura, tecnologia e rastreabilidade fortalecem cadeias produtivas e impulsionam crescimento do setor no estado</em></p>



<p>O Governo do Tocantins consolida o estado como referência do agronegócio da Região Norte, impulsionado pelo crescimento da produção agrícola, pelo fortalecimento das cadeias produtivas e pela ampliação estratégica da participação em mercados. Inserido na Matopiba, principal fronteira agrícola em expansão no Brasil, o Tocantins se aproxima da marca de 9 milhões de toneladas de grãos e responde por cerca de 40% da produção da Região Norte, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Com destaque na produção de soja, milho e arroz, além do avanço da pecuária e da diversificação de cadeias como apicultura e avicultura, o Tocantins amplia sua presença em mercados e fortalece o desenvolvimento regional. Em 2025, o agronegócio representou cerca de 99% das exportações estaduais, com destaque para a soja, que alcançou aproximadamente 4,3 milhões de toneladas exportadas, e para a carne bovina, com cerca de 125 mil toneladas destinadas a mercados da Ásia, América do Norte e Oriente Médio, conforme levantamento da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro).</p>



<p>O desempenho é impulsionado por investimentos em infraestrutura logística, tecnologia no campo e ampliação da capacidade produtiva, aliados às condições climáticas favoráveis e à disponibilidade de recursos hídricos.</p>



<p>O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destaca que os resultados refletem a continuidade de políticas públicas estruturantes voltadas ao setor produtivo.“Os números demonstram o protagonismo do Tocantins no cenário nacional. Hoje em dia, somos responsáveis por cerca de 40% da produção da Região Norte, fruto de planejamento, investimentos em infraestrutura e do trabalho de quem produz. Avançamos com responsabilidade ambiental e segurança jurídica, garantindo que o desenvolvimento chegue a todas as regiões do estado”, afirma o governador.</p>



<p><strong>Pecuária e exportações</strong></p>



<p>A pecuária segue como um dos pilares econômicos do estado, sustentada por um rebanho superior a 11 milhões de cabeças. Com controle sanitário rigoroso, a produção anual de carne ultrapassa 380 mil toneladas.</p>



<p>Em 2025, o Tocantins exportou cerca de 125 mil toneladas de carne bovina, com destino a mercados da Ásia, América do Norte e Oriente Médio. Além da carne, a soja, com aproximadamente 4,3 milhões de toneladas exportadas; e o milho, com cerca de 1 milhão de toneladas, lideram as vendas externas do estado.</p>



<p><strong>Base produtiva e liderança em grãos</strong></p>



<p>A matriz agrícola tocantinense é sustentada por culturas de alto rendimento. A soja continua sendo o principal produto, com volume superior a 6 milhões de toneladas, resultado da expansão de área e ganhos consistentes de produtividade.</p>



<p>O milho, consolidado na segunda safra, apresenta crescimento contínuo. Já o arroz mantém o Tocantins em posição de destaque: o estado é o maior produtor da cultura na Região Norte, com volume estimado em cerca de 688 mil toneladas, segundo o IBGE, sendo fundamental para a segurança alimentar regional.</p>



<p><strong>Diversificação produtiva: apicultura e avicultura</strong></p>



<p>O fortalecimento de cadeias complementares amplia as oportunidades no campo. A apicultura tem apresentado crescimento e deve alcançar cerca de 150 toneladas de mel, impulsionada pela organização dos produtores.</p>



<p>O produtor José Carlos Barbosa da Silva, com atuação em Palmas e na região de Chapada de Areia, exemplifica esse avanço.&nbsp;“Trabalho com apiários em terras arrendadas e venho aumentando a produção ano a ano. Em 2025, colhi cerca de 2,5 mil kg de mel e, para este ano, a meta é chegar a 4 mil kg”, relata.</p>



<p>Na avicultura, o uso de tecnologia tem impulsionado a produção. No município de Fátima, a empresa Ovos Nobre opera com aproximadamente 200 mil aves, em sistema automatizado e aviários climatizados.&nbsp;“Trabalhamos com controle automatizado de ração, água e ambiência, garantindo o bem-estar das aves e maior eficiência produtiva”, explica o gerente de Operações, João Cláudio.</p>



<p>A empresa também iniciou a produção de ovo líquido pasteurizado, voltado à indústria alimentícia, agregando valor à cadeia produtiva e gerando cerca de 50 empregos diretos.</p>



<p><strong>Agrotins fortalece inovação e competitividade do agro tocantinense</strong></p>



<p>A Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins), maior feira agrotecnológica da Região Norte, reforça, nesta edição de 2026, o protagonismo do Estado ao adotar como tema&nbsp;<em>Origem rastreada, qualidade comprovada</em>. Realizada pelo Governo do Tocantins, a iniciativa destaca a importância da rastreabilidade nas cadeias produtivas do agronegócio, ampliando a transparência, o controle sanitário e a valorização da produção.</p>



<p>A pauta acompanha uma tendência do mercado, em que a comprovação de origem, qualidade e segurança alimentar se torna determinante para a competitividade, especialmente no acesso a mercados mais exigentes.</p>



<p>O evento reúne produtores, pesquisadores, instituições financeiras, investidores e empresas em um ambiente voltado à inovação, tecnologia e geração de negócios, com vitrines tecnológicas, novas culturas e soluções voltadas à eficiência produtiva.</p>



<p><strong>Compromisso com a sustentabilidade</strong></p>



<p>O avanço produtivo do Tocantins ocorre de forma alinhada à preservação ambiental. O Estado conta com mais de 99 mil propriedades cadastradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), garantindo transparência e rastreabilidade.<br><br>A combinação entre logística integrada, condições climáticas favoráveis e disponibilidade de recursos hídricos fortalece o ambiente produtivo e amplia a competitividade.&nbsp;Esse conjunto de fatores consolida o Tocantins como um estado com produção estruturada, diversificação de cadeias e inserção crescente em mercados.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475645?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Granja no município de Fátima opera com cerca de 200 mil aves e sistema automatizado, impulsionando a produção de ovos no Tocantins &#8211; Marcos Veloso/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475642?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Infraestrutura logística e localização estratégica ampliam o escoamento da produção e fortalecem a competitividade do Tocantins nos mercados &#8211; Esequias Araújo/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475647?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Governador Wanderlei Barbosa destaca o crescimento do agronegócio e o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao setor produtivo &#8211; Antonio Gonçalves/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475644?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Apicultura cresce no Tocantins e deve alcançar cerca de 150 toneladas de mel, fortalecendo a agricultura familiar e a diversificação produtiva &#8211; Joatan Silva/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475646?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Tecnologia e controle de ambiência garantem maior produtividade e bem-estar animal na produção avícola do Tocantins &#8211; Keven Lopes/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475638?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Soja lidera a produção agrícola no Tocantins, com volume superior a 6 milhões de toneladas, impulsionada por ganhos de produtividade e expansão de área &#8211; Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475640?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Tocantins lidera a produção de arroz na Região Norte, com estimativa de cerca de 688 mil toneladas, contribuindo para a segurança alimentar regional &#8211; Juliano Ribeiro/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475639?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Milho de segunda safra ganha força no Tocantins e amplia participação na produção de grãos, reforçando o modelo de intensificação produtiva no estado &#8211; Seagro/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/475641?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Com rebanho superior a 11 milhões de cabeças, a pecuária é um dos pilares da economia tocantinense e fortalece as exportações de carne bovina &#8211; Keven Lopes/Governo do Tocantins </em></p>



<p><em>Por Leydiane Lima/Governo do Tocantins.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dívida rural supera R$ 100 bilhões”, diz FPA, que articula renegociação no Senado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/divida-rural-supera-r-100-bilhoes-diz-fpa-que-articula-renegociacao-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bancada do agro busca ampliar garantias e reduzir custos financeiros para produtores endividados A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) definiu nesta terça-feira (28), em reunião na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, uma estratégia para viabilizar a renegociação de dívidas de produtores rurais. O eixo central da proposta é o projeto de lei 5.122/2023, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Bancada do agro busca ampliar garantias e reduzir custos financeiros para produtores endividados</em></p>



<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) definiu nesta terça-feira (28), em reunião na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, uma estratégia para viabilizar a renegociação de dívidas de produtores rurais. O eixo central da proposta é o projeto de lei 5.122/2023, com previsão de uso de fundos constitucionais, recursos do Fundo Social do Pré-Sal e eventual aporte do governo federal.</p>



<p>Segundo o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), o passivo do setor superou o patamar inicialmente estimado. “Hoje, infelizmente, a nossa dívida já não é mais de R$ 30 bilhões. A dívida do produtor passa dos R$ 100 bilhões”, afirmou.</p>



<p>O texto em tramitação no Senado prevê cerca de R$ 30 bilhões do Fundo Social para uma linha especial de renegociação, com juros entre 3,5% e 7,5%. Já a proposta em discussão no governo, de acordo com parlamentares da bancada, gira em torno de R$ 80 bilhões, mas com taxas entre 6% e 12% e parcela relevante dos recursos a juros livres.<br><br>Na avaliação da FPA, a diferença entre as duas modelagens está no custo final, no prazo de pagamento e no alcance regional. Os fundos constitucionais tendem a atender produtores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mas não resolvem, sozinhos, a situação de estados do Sul e Sudeste. Parlamentares também citaram que a medida provisória editada em 2025, com R$ 12 bilhões para renegociações, teve acesso restrito por exigências elevadas de enquadramento.</p>



<p>O coordenador institucional da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), afirmou que a prioridade é restabelecer a capacidade de financiamento do produtor. “Não há por que lançar Plano Safra se o produtor rural não tem como acessar crédito”, disse. Segundo ele, há casos em que o prazo necessário para quitação pode chegar a 15 ou 20 anos, o que exigiria fundo garantidor e regras compatíveis com a renda da atividade.</p>



<p>As conclusões da reunião serão apresentadas ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, ainda nesta terça-feira (28), em Brasília. A bancada pretende discutir se haverá apoio do governo à inclusão do Fundo Social na solução. Sem esse mecanismo, segundo os parlamentares, a renegociação pode ter alcance menor e manter parte dos produtores fora do crédito oficial.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agência de Formento amplia linhas de crédito em mais de 20% e impulsiona o desenvolvimento econômico no estado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/credito-cresce-mais-de-20-no-tocantins-e-impulsiona-negocios-em-todo-o-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agência de formento]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado da Agência de Fomento destaca expansão do acesso e modernização no atendimento A Agência de Fomento, registrou crescimento de 21,56% na concessão de crédito, conforme levantamento realizado pela instituição. O resultado positivo de 2025 reforça o papel estratégico da Agência de Fomento como indutora do desenvolvimento econômico sustentável, contribuindo para a geração de emprego, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Resultado da Agência de Fomento destaca expansão do acesso e modernização no atendimento</em></p>



<p>A Agência de Fomento, registrou crescimento de 21,56% na concessão de crédito, conforme levantamento realizado pela instituição. O resultado positivo de 2025 reforça o papel estratégico da Agência de Fomento como indutora do desenvolvimento econômico sustentável, contribuindo para a geração de emprego, renda e oportunidades em todo o estado.</p>



<p>O percentual, superior à marca de 20%, demonstra a consistência das ações voltadas ao fortalecimento econômico. A instituição disponibiliza linhas de crédito destinadas a microempreendedores, médios e grandes empresários, promovendo a simplificação dos procedimentos e a redução da burocracia. <br><br>Os recursos estão direcionados ao turismo e à energia solar, cadeias produtivas em expansão no Tocantins, além da aquisição de máquinas, equipamentos e veículos de carga, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e de outros investimentos e capital de giro. O resultado também reflete a ampliação da atuação em 95% dos municípios do estado, com crescimento de 23,40% na carteira ativa de operações de crédito ao final do período.</p>



<p>O presidente da Agência de Fomento, Portilho Prado, afirma que os resultados reforçam o compromisso da gestão com o desenvolvimento econômico do Tocantins.&nbsp;<em>“</em>O crescimento registrado demonstra que estamos no caminho certo, investindo em inovação, desburocratização e inclusão produtiva. Nosso objetivo é continuar fortalecendo o ambiente de negócios e criando oportunidades para que os empreendedores possam expandir suas atividades e contribuir com o desenvolvimento do estado”, ressaltou o gestor.</p>



<p>A instituição manteve, em 2025, o sistema de solicitação totalmente on-line, que permite a formalização, o acompanhamento e a tramitação dos processos de forma digital, garantindo mais agilidade e transparência ao atendimento. “A digitalização dos processos trouxe mais celeridade e facilitou o acesso dos empreendedores às linhas de financiamento, garantindo mais eficiência no atendimento e maior alcance das ações da Agência de Fomento em todo o estado”, destacou a diretora operacional, Elaine Matos.</p>



<p><strong>Cadeia produtiva da produção de alimentos fortalecida</strong></p>



<p>Outro destaque positivo de 2025 foi o fortalecimento de iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Por meio dos recursos administrados pelo Fundo de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (FDES/TO), foram formalizados 1.017 contratos, contribuindo para uma evolução de 80,09% do montante no período.<br><br>No exercício de 2025, os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), por meio da linha de crédito&nbsp;<em>Pronaf B</em>, voltada exclusivamente ao fortalecimento da agricultura familiar, passaram a ser operacionalizados, no estado, pela Agência de Fomento. As prospecções tiveram início em setembro, com liberações realizadas pelo Banco da Amazônia (Basa) a partir de outubro do mesmo ano.</p>



<p>Neste período, foram formalizados 190 contratos, ampliando o acesso ao crédito para pequenos produtores rurais e contribuindo para o fortalecimento das atividades produtivas no campo. A iniciativa também favorece a geração de renda, a inclusão produtiva e o desenvolvimento sustentável nas comunidades atendidas.</p>



<p><strong>Atendimento</strong></p>



<p>A Agência de Fomento do Tocantins está localizada na Avenida Siqueira Campos, Quadra 802 Sul, nº 9, Plano Diretor Sul, em Palmas, de segunda-feira a sexta-feira, das 9 às 18 horas. A plataforma digital pode ser acessada no endereço eletrônico&nbsp;<a href="http://www.fomento.to.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.fomento.to.gov.br</a>. Já em Araguaína, Gurupi e Porto Nacional, os atendimentos presenciais são realizados nas sedes dos&nbsp;<em>Prontos</em>, antigos&nbsp;<em>É Pra Já</em>, das 7 às 19 horas, de segunda a sexta; e, nos sábados, das 8 às 12 horas.</p>



<p><em>Por Dock JR e Reinaldo Carvalho/Governo do Tocantins.<br></em></p>



<p></p>
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		<title>CNA cobra mais previsibilidade e reforço no crédito para o Plano Safra 2026/27</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[plano safra 2026/27]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Propostas incluem seguro rural mais robusto, orçamento plurianual e alívio das dívidas no campo A CNA apresentou ao governo federal um conjunto de propostas para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027, com foco em ampliar o acesso ao crédito, fortalecer o seguro rural e garantir maior previsibilidade orçamentária. O documento foi entregue pelo presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Propostas incluem seguro rural mais robusto, orçamento plurianual e alívio das dívidas no campo</em></p>



<p>A CNA apresentou ao governo federal um conjunto de propostas para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027, com foco em ampliar o acesso ao crédito, fortalecer o seguro rural e garantir maior previsibilidade orçamentária.</p>



<p>O documento foi entregue pelo presidente da entidade, João Martins, ao ministro da Agricultura, André de Paula, e reúne dez medidas consideradas prioritárias para o próximo ciclo da política agrícola.</p>



<p>Entre os principais pontos defendidos pela CNA estão a necessidade de planejamento plurianual do Plano Safra e a compatibilização entre o orçamento público e o calendário agrícola.</p>



<p>Segundo a entidade, o atual modelo, baseado em previsões anuais, dificulta o planejamento de produtores, cooperativas e instituições financeiras, além de gerar incertezas ao longo do ciclo produtivo.<br><br>A CNA também destaca a insuficiência de recursos no Orçamento Geral da União, especialmente em um cenário de juros elevados, que aumenta o custo do crédito subsidiado.</p>



<p><strong>Endividamento e custo de produção preocupam<br></strong><br>No documento, a entidade afirma que o setor enfrenta pressão de custos, restrições financeiras e instabilidade climática, o que tem levado produtores a operar com maior endividamento e margens mais reduzidas.</p>



<p>Diante desse cenário, o Plano Safra 2026/27 é apontado como decisivo não apenas para ampliar recursos, mas para reestruturar os instrumentos de política agrícola, com foco em gestão de riscos e acesso efetivo ao crédito.</p>



<p><strong>Seguro rural e orçamento plurianual<br></strong><br>A CNA propõe a destinação de R$ 4 bilhões ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), além da modernização da legislação do setor.</p>



<p>Outro destaque é a defesa de um modelo plurianual para o Plano Safra, com previsão de recursos ao longo de vários anos. A medida, segundo a entidade, permitiria maior previsibilidade, continuidade das políticas e melhor planejamento das atividades produtivas.</p>



<p><strong>Volume de crédito e apoio ao produtor<br></strong><br>Entre as propostas, a CNA sugere que o Plano Safra 2026/27 conte com R$ 623 bilhões em crédito rural, sendo R$ 104,9 bilhões destinados à agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões à agricultura empresarial.</p>



<p>A entidade também defende medidas para apoiar a saúde financeira do produtor, incluindo mecanismos de renegociação de dívidas e ajustes nas regras de enquadramento em programas como Pronaf e Pronamp.</p>



<p><strong>Veja as 10 propostas da CNA para o próximo Plano Safra:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1 – Possibilitar a construção de um novo modelo de Plano Agrícola e Pecuário Plurianual, com direcionamentos para programas prioritários;</li>



<li>2 – Garantir R$ 4 bilhões no orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a aprovação do Projeto de Lei nº 2.951/2024, que prevê a modernização do seguro rural;</li>



<li>3 – Assegurar efetivos R$ 623 bilhões no Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027, sendo R$ 104,9 bilhões destinados à agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões à agricultura empresarial, com recursos exclusivos do crédito rural tradicional;</li>



<li>4 – Promover medidas de apoio à saúde financeira do produtor rural e apoiar a aprovação do Projeto de Lei nº 5.122/2023;</li>



<li>5 – Atualizar e ampliar os limites de Renda Bruta Agropecuária (RBA) para enquadramento no Pronaf, no Pronamp e nas demais categorias de produtores;</li>



<li>6 – Apoiar e assegurar a aprovação da proposta de nova Lei do Agro (“Lei do Agro 3”);</li>



<li>7 – Promover ajustes no ambiente de negócios do crédito rural, reduzindo burocracias, eliminando extrapolações infralegais e fortalecendo o combate à venda casada;</li>



<li>8 – Nos programas de investimento agropecuário, priorizar o RenovAgro, o PCA e o Proirriga;</li>



<li>9 – Ampliar os fundos garantidores para operações de custeio e investimento agropecuário;</li>



<li>10 – Ampliar os mecanismos de financiamento privado do agro no mercado de capitais.</li>
</ul>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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