Ebert Rodrigues de Sousa, de 45 anos, e Diego Arantes Rezende, de 38, morreram após a aeronave cair na zona rural de Divinópolis do Tocantins
Foram identificadas as duas vítimas da queda de um avião de pequeno porte ocorrida na zona rural de Divinópolis do Tocantins, na região oeste do estado. Morreram no acidente o empresário Ebert Rodrigues de Sousa, de 45 anos, e o piloto Diego Arantes Rezende, de 38 anos.
Os dois eram de Goiânia (GO). Ebert atuava no ramo de iluminação pública e serviços relacionados, enquanto Diego era o responsável por pilotar a aeronave.
Desde a confirmação das mortes, amigos e familiares têm publicado mensagens de despedida e homenagens nas redes sociais.
O acidente aconteceu na tarde desta quarta-feira, 30, nas proximidades do Assentamento Mulher Cidadã.
A aeronave, um Neiva EMB-810D Seneca III, de prefixo PT-RSN, havia decolado de Gurupi, no sul do Tocantins, com destino à Fazenda Serra Grande, no Pará.
Vítimas foram encontradas após localização da aeronave
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h10, depois de relatos sobre a queda. A aeronave foi localizada às 17h36, em uma área de difícil acesso e cercada por vegetação.
Diego Arantes Rezende foi a primeira vítima encontrada durante a averiguação do avião. Na sequência, Ebert Rodrigues de Sousa foi localizado no interior da fuselagem.
As condições da aeronave após o impacto dificultaram a retirada dos corpos. Os bombeiros precisaram realizar cortes em diferentes pontos da fuselagem para possibilitar o acesso.
O trabalho de desencarceramento foi concluído por volta das 22h30.
Inicialmente, havia informações sobre a possibilidade de uma terceira pessoa a bordo, mas a atualização confirmou que apenas o piloto e o passageiro estavam na aeronave.
Investigação
A Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), abriu investigação para apurar as circunstâncias da queda.
Investigadores do SERIPA VI foram enviados ao local para realizar a coleta de evidências e reunir informações que possam ajudar a esclarecer as causas do acidente.
Segundo o registro aeronáutico, o avião estava em situação regular, com documentação válida até novembro de 2026. A aeronave era de uso privado e não possuía autorização para operação como táxi aéreo.
















